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Internet Marketing Success Blog

Vamos falar de Internet Marketing. Partilhamos consigo o nosso conhecimento e experiência!

Gestão da Reputação Online

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, March 14, 2011

Uma reputação positiva traz confiança, credibilidade e vendas, que se reflectem em crescimento de receitas e lucros. Uma percepção negativa pode gerar um decréscimo na confiança do cliente, e logo um decrécimo nos proveitos da empresa. É um facto que aquilo que não se controla é preciso gerir.

  • Os clientes tomam decisões de compra baseadas em pequisas, revisões e opiniões de outros consumidores, que obtém online. Quando se cruzam com informação negativa sobre a sua marca ou empresa, isso pode de alguma forma afectar a sua reputação.
  • A Gestão da Reputação Online permite-lhe proteger e gerir a reputação online da sua marca ou empresa, através de um envolvimento activo nos resultados dos motores de busca. É uma combinação entre Marketing, Relações Públicas e Optimização de Sites (SEO).  

Não deixe que a publicidade negativa crie efeito. Aumente a sua presença positiva na web envolvendo-se activamente nos resultados dos motores de busca. Primeiro, MONITORIZE o que está a ser dito acerca de si, e depois, INFLUENCIE positivamente os resultados das pesquisas online.

  • Monitorize o que está ser dito sobre si. Monitorizar a informação relaccionada com a sua marca regularmente ajudará a prevenir que publicidade negativa lhe crie problemas mais sérios. Utilize sistemas disponíveis na internet para obter informações e notícias acerca da sua marca e empresa:
    • Use o Google Alerts para ser alertado de menções à sua marca ou empresa nas notícias
    • Use sites como o Feedster e Technorati para observar o mundo dos blogues
    • Crie RSS readers 
    • Monitorize para vários nomes, incluindo marcas, empresa, produtos e até empregados chave
    • Monitorize sites e directorias da sua área de negócio
  • Influencie os resultados. Os seus activos no mundo da internet são os seus sites, sobre os quais tem controlo e que pode usar para influênciar os motores de busca. Estes podem incluir o seu site principal, landing pages, blogues da empresa, blogues dos empregados, artigos de opinião, press releases. Identifique os sites de maior influência na sua área de negócio e envolva-se activamente contribuindo com conteúdos para blogs e foruns. Poderá também delegar em alguém da sua empresa esta tarefa.
  • Lidere a conversação acerca da sua marca.
    • Envolva-se em blogues e foruns e tente criar uma relação com eles. Faça dos posts uma conversa e use a secção dos comentários para dar o seu ponto de vista.
    • Reaja positivamente às queixas dos clientes e encorage os clientes satisfeitos a publicarem a sua opinião.
    • Trabalhe para ter os primeiros lugares nos motores de busca quando se fala da sua empresa, marca, produtos e serviços.
    • Crie o seu blogue oficial para suportar o seu marketing e serviço ao cliente.  

Não deixe a sua reputação ao acaso. Precisa de tomar consciência de que a informação sobre a sua empresa existe online, e pode ser toda colocada por outros ou gerida também por si!

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Uma outra forma de angariar clientes

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, August 26, 2010
Penso que a maioria de nós está de acordo que uma das melhores fontes de contactos de potenciais clientes, para qualquer empresa, são as referências pessoais. Aqueles contactos dados por amigos, familiares, conhecidos, clientes ou fornecedores. É uma "ferramenta de marketing" que sempre funcionou e sempre irá funcionar.

Mas também é verdade que a maioria das empresas não podem crescer sustentadamente apenas com base na sua rede de contactos, daí que seja importante investir noutras formas de comunicação, desde a distribuição de panfletos, telemarketing, imprensa, rádio, televisão, e é claro, internet.

Durante este mês de Agosto tive oportunidade de participar num grupo de negócios que eleva a passagem de referências dos nossos contactos a um patamar diferente, a um nível bastante profissional. Fui convidado por um colega da WSI que tem um escritório em Lisboa para o substituir durante as suas férias, e gostei bastante da experiência.

O grupo de que falo é o BNI Lider, um dos grupos do BNI Internacional. E quando falo da profissionalização da passagem de referências de negócio, eis porque o faço. Durante 4 sessões assisti a uma forma muito organizada de potenciar os contactos e oportunidades de negócio que as pessoas que fazem parte do grupo têm. Semanalmente as pessoas reunem-se numa sala, durante a hora do almoço, e começam por apresentar o BNI: o que é, quais os seus objectivos, como funciona. Seguidamente cada membro do grupo tem 60 segundos para apresentar a sua empresa, um dos seus produtos ou serviços, ou para pedir referências específicas numa determinada empresa. Após esta fase, cada membro do grupo formaliza a passagem de referências, agradece negócios feitos através de referências passadas e dão testemunhos sobre experieñcias interessantes para o grupo.

Como podem ver, tudo isto muito formal e profissional. Mas o mais interessante deste dinâmica de grupo passa-se fora da sala de reunião, é o que acontece no dia a dia de cada um dos seus membros. A única coisa que é pedida é que cada elemento esteja atento a possíveis oportunidades, ou seja, se alguém se depara com uma empresa que está a necessitar de um produto ou serviço de outro elemento do grupo, tem apenas que sugerir o seu contacto. E voltando ao primeiro parágrafo deste texto, um contacto de alguém que conhecemos tem mais valor que outro vindo de um meio impessoal.

Tudo isto sem um interesse económico explícito, ou seja, não existem comissões por contactos passados. A filosofia do grupo é que quem fornece referências, naturalmente recebe referências. Uma filosofia de cooperação entre membros, onde todos estão para fazer negócios, mas todos sabem que se ajudarem outros a fazerem negócios, mais tarde irão também ser ajudados.

Faz-me lembrar um pouco o espírito aconselhável para se estar nas redes sociais. As empresas quando investem nestes meios querem em última instância que esse investimento seja rentável. Mas não devem utilizar as redes sociais apenas para vender, publicitar os seus produtos ou serviços, para isso têm todos os outros meios disponíveis. Se querem estar num meio de conversa e partilha, têm que começar por aí: por conversar e partilhar. Têm que começar por dar, dar, dar. E se fizerem tudo bem, mais tarde irão receber. Não acham que um cliente, ou potencial cliente, que recebeu e conversou, desinteressadamente, com uma empresa durante algum tempo, quando necessitar do que a empresa tem para vender se irá lembrar dela? É essa a filosofia, dar para receber. E todos ganham!

Foi uma experiência agradável, a qual agradeço ao meu colega da WSI de Lisboa e a todos os membros BNI Líder, que me receberam muito bem no seu grupo. Continuem o excelente trabalho, dentro do espírito de partilha e cooperação que observei.

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Master Franchise WSI em Portugal

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, June 16, 2010

É com grande prazer e confiança no futuro que soube da criação de um Master Franchise da WSI em Portugal. Tenho a convicção que através de uma expansão da marca pelo território nacional seremos a médio prazo uma referência em Marketing Digital para as empresas portuguesas.

A WSI - We Simplify the Internet conta em todo o mundo com mais de 1.500 escritórios, e em alguns países é mesmo um líder no que diz respeito ao marketing na internet. Em países como Canadá, EUA e Inglaterra a presença da rede WSI é bastante forte, e nestes países milhares e milhares de empresas usufruem dos serviços e produtos da WSI. Esta forte implementação no mercado contribui para uma maior e melhor divulgação da marca WSI, para uma maior e melhor partilha de experiência e soluções que beneficiam todos: WSI e clientes.

A WSI pretende ajudar os seus clientes a atingir os seus objectivos, quer sejam comerciais, financeiros, de imagem, ou outros. Para isso trabalhamos o marketing na internet, desde a criação de sites, passando pelo desenvolvimento de estratégias de divulgação da empresa e angariação de potenciais clientes, utilizando por exemplo o Google Adwords ou o SEO, e terminando sempre na pesquisa e análise do mercado e/ou site dos clientes na internet.

Uma das grandes vantagens de pertencer à rede WSI - We Simplify the Internet é o acesso privilegiado que temos a:

  • Tecnologia de ponta para qualquer solução online
  • Milhares de profissionais qualificados em todas as áreas do marketing na internet
  • Milhares de experiências e casos vividos por outros Consultores WSI
  • Formação continua e actual sobre todos as áreas do marketing na internet

No entanto, tratando-se de uma rede internacional com uma presença pequena em Portugal, e mesmo no Brasil, todo o material, manuais, Casos, etc., estão em Inglês. O que por vezes existe uma barreira à sua boa utilização. Outro factor menos positivo de sermos poucos escritórios em Portugal tem a ver com a dimensão da marca. A maioria dos potenciais clientes com quem falo nunca ouviram falar da WSI - We Simplify the Internet, o que acaba por ser mais uma barreira a ultrapassar - quem são estes senhores?

É por tudo isto que a vinda para Portugal de um Master Franchise é uma excelente notícia. Demonstra por um lado que uma das pessoas com espírito empreendedor no nosso país, e com vontade de investir em Portugal, acredita que a área de Marketing na Internet é uma área de negócio com muito futuro, e demonstra por outro lado que a WSI - We Simplify the Internet tem as características e o potencial necessários para merecer esse investimento.

Com o crescimento da rede de franquiados em Portugal iremos crescer todos enquanto empresas individuais, e todos enquanto WSI - We Simplify the Internet. Antevejo alguns benefícios claros:

  • Maior divulgação da marca WSI - We Simplify the Internet
  • Possibilidade de maior partilha de experiências e casos no mercado português
  • Possibilidade de crescimento da importância da língua portuguesa na rede WSI

Por isso, Bem-Vindo Master Franshise!

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Um blog é melhor que um website?

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, April 13, 2010

Escrever num Blogue é a forma mais rápida de passar a sua mensagem online, a qual pode ser apresentada ao seu público-alvo quase instantaneamente. Um website pode ser uma ponderosa ferramenta de Marketing para a sua empresa, mas é um pouco mais complicado de editar e de adicionar informação nova. Para transmitir novas mensagens constantemente um Blogue tende a ser mais funcional para a maioria das pessoas.

Se você já tem um website o seu objectivo será que a sua mensagem seja ouvida ou seja lida.

A maioria das empresas que já têm um Blogue sabem que é muito fácil manter e publicar nova informação na internet. Não é necessário aprender a mexer na “Administração”, como num site, escrever um artigo num Blogue é tão fácil como escrever num fórum ou enviar um e-mail.

Blogues vs. websites

  1. Os Blogues são activos e os websites são passivos. Através de um Blogue pode transmitir a sua mensagem via RSS sempre que uma nova informação está disponível. Os sites normais têm que esperar que os motores de busca os descubram e verifiquem que existe nova informação.
  2. Os Blogs são mais rápidos. A sindicância RSS é instantânea. O Technorati e outros motores de busca de Blogues indexam uma nova mensagem em minutos após a sua publicação.
  3. Os Blogues criam um envolvimento. Quando o conteúdo é suficientemente interessante é muito fácil os visitantes subscreverem o Blogue para que sejam notificados cada vez que é publicada uma nova mensagem.
  4. Os websites são pesados e caros; os blogues são simples e baratos.
  5. Actualizar um Blogue é rápido. Pode faze-lo no aeroporto, no intervalo entre reuniões, naqueles 10 minutos livres depois de almoço. Para actualizar um website tem que ligar ao seu webmaster, dar instruções e esperar que ele faça as actualizações.
  6. Comunicação Social. É mais provável que a Comunicação Social encontre um “post” seu num Blogue que o seu website.
  7. Público-Alvo. Pode aprender sobre o seu público-alvo num Blogue.
  8. Marketing. Sempre que publica conteúdo num Blogue está a fazer marketing. Num website, nem sempre!
  9. Os Blogues têm as mais recentes novidades. São, pelo menos devem de ser, actualizados com regularidade, pelo que os visitantes tendem a confiar que a sua informação é mais actual que a de um website normal.
  10. Interacção e participação. Os Blogues facilitam a conversa, o deixar um comentário, o receber uma resposta a um comentário. Fomentam a interacção e participação do visitante.

 

Quer isto dizer que não é preciso ter um Website? Não, de todo. Mas complementar um website com um Blogue permite que uma empresa se torne dinâmica online e alimente a sua presença com actualizações de conteúdo constantes. E cada vez mais, na internet o conteúdo é rei!

 

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A internet faz parte dos Mass Media

Carlos Alberto Silva Venancio - Saturday, January 02, 2010

Durante os últimos dias de 2009 vi e li várias notícias e estudos acerca do acesso e utilização à internet em Portugal. Encontrei números e factos que suportam objectivamente aquilo que as pessoas que trabalham nesta indústria afirmam nos seus actos de venda: investir na internet pode ser rentável para as empresas.

No final do ano foi publicado pelo Observatório da Comunicação o estudo "A internet em Portugal 2009" com alguma informação sobre o modo como os Portugueses acedem e utilizam a internet. Segundo este estudo 38,9% da população Portuguesa tem acesso e/ou utiliza a internet. Em números redondos são cerca de 4 milhões de pessoas! Que outros meios de comunicação e informação chegam a tantas pessoas? Televisão, rádio, jornais? Sem dúvida, mas isto leva-me a uma conclusão: a internet não é um meio de nichos como por vezes se pensa, já não é uma forma de chegar apenas a alguns. A internet passou a ser um meio de massas que cresce a um ritmo alucinante; em teoria passou a ser possível comunicar na internet com tantas ou mais pessoas como se faz num anúncio transmitido em prime time na televisão.

Entre os muitos números interessantes publicados no mesmo estudo encontrei um que é de particular interesse para quem pensa utilizar a internet com fins empresariais: em 2009 67,6% dos internautas utilizaram a internet para procurar informação sobre produtos. Ora se não estiver enganado nas contas são mais de 2,5 milhões de pessoas. 2,5 milhões, um quarto da população portuguesa! Que outros meios de comunicação permitem a uma empresa chegar a tantas pessoas? Os meios ditos tradicionais, sem dúvida. Mas mais uma vez afirmo, chegou a altura da internet ser encarada como um meio de massas.

Claro que a pergunta legitima poderá ser: mas se eu publicar um anúncio na internet, como faço num jornal de grande tiragem ou num intervalo da telenovela da TVI, posso conseguir comunicar com o mesmo número de pessoas? Dificilmente! Claro que pode publicar um vídeo no Youtube que seja visto por milhões de pessoas, mas isso será uma excepção e nunca a regra. Mas isso não invalida que seguindo uma estratégia robusta consiga comunicar com todas essas pessoas, não de uma vez, não com uma actividade apenas, mas pode conseguir. Daí que eu afirme que a internet é um meio de massas, não porque podemos falar com milhões de uma vez mas porque podemos falar com milhões utilizando-a correctamente.

Mas será que isto é uma desvantagem? Na minha opinião, não. Pode inclusive ser uma vantagem. Quantas pessoas que vêem o seu anúncio num jornal ou televisão pertencem ao seu público-alvo? Melhor, quantas não pertencem? E se você pudesse não pagar pelas visualizações que não lhe interessam? Quanto pouparia? Teoricamente, na internet isso é mais fácil, pagar apenas pela comunicação com o público-alvo certo!

Imagine um jornal que apenas é distribuído nas casas das pessoas que num futuro próximo estão interessadas em comprar o seu produto ou serviço. Imagine que neste mês de Janeiro existem 5.000 pessoas interessadas no seu produto ou serviço e que um jornal lhe diz que consegue uma tiragem exclusiva de 5.000 exemplares apenas para essas mesmas pessoas. Quanto estaria disposto a pagar para anunciar nesse jornal? Imagine que um canal da TV cabo consegue transmitir os anúncios dos seus anunciantes apenas nas casas das pessoas interessadas nos produtos e serviços desses anunciantes. Imagine que na sua televisão você estaria a ver um anúncio sobre uma viagem às Maldivas (porque você está a ponderar realiza-la) mas que na televisão do seu vizinho, que espera o segundo filho,  à mesma hora passa um anúncio sobre mobílias de quarto para bebé. Quanto estaria disposto a pagar para poder colocar os seus anúncios desta forma nestes meios de comunicação.

Imagine ainda que apenas pagaria consoante o número de pessoas que realmente viram o anúncio, e não por tiragens ou por shares de audiência. Pois esta forma imaginária de anunciar os seus produtos e serviços é aquilo que a internet, em teoria, lhe proporciona. Voltando aos 2,5 milhões de pessoas que utilizaram a internet para procurar produtos e serviços na web, todas elas terão encontrado a informação que procuravam. Mais ou menos completa, mais ou menos interessante. E não tiveram que ver outra informação sobre outros produtos para encontrarem o que queriam. Ah, pois é! Eles procuraram activamente essa informação, não levaram com ela quando estavam a fazer outra coisa, como ver televisão ou ler o jornal. Quanto estaria disposto a pagar por comunicar com alguém que activamente procura informação sobre o seu produto ou serviço?

Isto tudo para dizer que é chegado o momento de declarar a internet um meio de massas. Um meio de massas que permite comunicar com nichos. Que permite segmentar o público-alvo como poucos o conseguem. Um meio de comunicação que permite fazer aquilo que os anunciantes querem fazer nos outros meios há décadas: anunciar só e apenas onde é rentável. Alguém no início do século XX disse: "Sei que metade do que gasto em publicidade é dinheiro perdido, só não ser que metade". Pois eu diria que essa afirmação já não se aplica à internet, tenho a certeza que agora é possível diminuir essa metade de dinheiro mal gasto para bem menos que isso!

Para concluir quero explicar porque escrevi que as minhas afirmações seriam verdadeiras, mas em teoria. Em teoria porque tudo depende da maneira como se utiliza a internet, da estratégia que se define e das actividades que se levam a cabo. Tal como nos outros meios de comunicação é preciso apostar no que realmente interessa, não basta ir "para a internet" e esperar que as coisas aconteçam. Apesar de ser relativamente fácil marcar presença online, não se iluda, trabalhar a internet com rentabilidade para as empresas exige tanta ou mais especialização que trabalhar com outro meio de comunicação e interacção com o público-alvo. Por isso, em teoria é um meio fantástico de comunicação, na prática pode ser mais um sorvedor de dinheiro. Mas a escolha é sempre sua!

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Porque falham tantas estratégias de Internet Marketing?

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, December 17, 2009
Por cada caso de sucesso na internet existem outros, de que não se fala, que falharam redondamente. Por cada pessoa ou empresa que ganha milhares de euros com um bom plano de Internet Marketing existem muitas outras que tentaram e não conseguiram. Porque é que isto acontece?

Se pensarmos bem as estatísticas não devem de ser muito diferentes de qualquer outro negócio. Em qualquer ramo de actividade existem os que tem sucesso e os que tentam. E como em qualquer actividade de marketing em qualquer meio, seja televisão, rádio, jornais ou internet, existem os que conseguem rentabilizar o investimento e os que gastam dinheiro. Eis algumas possíveis razões para o insucesso nume Estratégia de Internet Marketing:

1 - Um pobre ou inexistente plano de negócios. Se vai avançar com uma estratégia de investimento na internet tem que ter um bom plano de marketing para esta área. Defina objectivos, etapas, orçamentos, etc.

2 - Não seguir o Plano de Marketing. Fez o seu plano de marketing ou de negócios? Então porque não o segue?

3 - Definir objectivos de curto prazo demasiado ambiciosos. Provavelmente viu alguns sites concorrentes com milhares de páginas, excelente conteúdo e sabe que tem que combater com eles. Lembre-se que eles têm esses sites assim porque terão demorado meses ou anos a construir aquilo tudo. Não queira iguala-los de um dia para o outro. É um processo continuo!

4 - Falta de conhecimento. Como em qualquer area profissional, consegue-se ter sucesso sem conhecimento? Não! Não tente fazer tudo sozinho. Procure ajuda profissional ou invista em formação.

5 - Não investir o suficiente. Custos são sempre um factor importante, mas se não investir o suficiente mais vale não investir nada. Para quê gastar €5.000 num excelente site para depois não investir em estratégias de angariação de visitas? Para quê investir €100 num site se ele não consegue atingir os seus objectivos. Pegue nos €100 e vá jantar fora, são mais bem investidos!

6 - Falta de paciência. Agora que já tem o site quer ver resultados imediatos. É um desejo legitimo, mas lembre-se que Internet Marketing não é uma ciência. É preciso aprender o que resulta melhor em cada empresa e público alvo, qual a melhor maneira de atingir cada objectivo. Fazer e testar e refazer!

7 - Má escolha do público alvo. Como em qualquer actividade de negócio, fundamental e crucial. imagine que até fez tudo bem e está a ter milhares de visitas ao seu site, mas se são visitas de pessoas que não são o seu publico alvo não irá ter retorno.

8 - Não tem conteúdo único. Existem milhares, milhões de sites com conteúdo semelhante. É preciso que se destaque de alguma forma, senão é apenas mais um.

9 - Falta de compromisso. Sucesso implica compromisso. Não chega fazer o site ou algo do género e pensar: "já tenho uma estratégia de internet marketing"! É preciso dedicação continuada, alterar o que não estiver bem, investir mais no que está bem.

Como disse no início estas razões são igualmente válidas para uma estratégia que não de Internet Marketing. Cada vez mais me convenço que o Marketing na Internet segue exactamente as mesmas regras do marketing dito convencional, só mudam as ferramentas!
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A importância de um excelente "Copy"

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, December 14, 2009
Não me considero um excelente "copy writer", talvez nem um mediano. Afinal não faço disso especialidade, e se algumas pessoas se apresentam com esse título profissional é porque algo de melhor que nós conseguem fazer nessa área. No entanto, "copy writer" ou não tenho que escrever títulos e conteúdos para o meu site e para o dos meus clientes. E como sei a importância que tem este componente de um website, quer para os visitantes quer para os motores de busca, dou muita importância a tudo o que vejo sobre este tema.

Recentemente li um artigo online com algumas dicas sobre como escrever um bom "copy" num website e achei muito interessante e útil. Resolvi partilha-lo neste meu blog. Aqui ficam algumas boas práticas a ter em conta quando pensa o que escrever no seu Website.

1 - Seja pessoal. Quando navegamos na internet temos a sensação de estarmos a ver coisas muito impessoais, quase que imaterializadas. Ao encontrarmos num website algo mais pessoal, uma linguagem na 1ª pessoa em vez da 3ª, um texto que nos permita perceber quem está por trás daquela página, ganhamos mais confiança. Num mundo impessoal pode fazer a diferença.

2 - Fale numa linguagem muito simples, que todos percebam. Esqueça a terminologia que a sua empresa utiliza, os termos técnicos e os chavões que fazem sucesso nas apresentações à administração. Os seus visitantes não entendem nem querem entender essa linguagem, querem que falem com eles de forma simples e clara. Tão simples que um criança entenderia.

3 - Sustente a mensagem na sua experiência ou em metáforas. Gostei desta dica. Realmente nós fixamos melhor uma experiência de alguém, ou uma metáfora, ditado popular ou história que uma frase solta no meio de um discurso.

4 - Complemente com fotografias. Uma imagem vale por mil palavras, mas já agora a imagem deve de estar em conformidade com o texto!

5 - Leia o que escreveu em voz alta. Se não soa natural e fluído é porque deve de ser revisto.

6 - Não faça a revisão antes do fim. A pessoa que escreveu o artigo que li diz que é como rever um corte de cabelo sem ver a cabeça toda. É preciso entender toda a menagem antes de rever as partes.

7 - Seja profissional. A primeira dica era "seja pessoal", mas não deve deixar de ser profissional por isso. Piadas de mau gosto, um texto muito coloquial ou um tratamento por "tu" podem não ser as melhores indicações para uma empresa ou marca. Nunca perca o profissionalismo na sua mensagem, afinal é isso que um visitante espera de si.

8 - Penso no SEO, na optimização do seu website para os motores de busca. Pense nas palavras-chave importantes para o seu website, o seu negócio, e escreva tendo-as em atenção. Tente usa-las, usar palavras relacionadas, escrever à volta desses temas.

9 - "Be Scannable". Não sei traduzir isto, mas a ideia é que tenha consciência que as pessoas não lêem todo o texto na internet. Lêem pontos soltos ao logo da página, tópicos, e se acharem que vale a pena lêem o resto. O conselho é seja você a destacar os tópicos que lhe parecem mais importantes na sua página. Coloque-os a bold, sublinhe, aumente a letra.

E agora o teste: este conteúdo está escrito segundo estas regras? Duvido! Li o artigo, tentei aplicar algumas dicas, mas honestamente isto é algo que tem de ser interiorizado. Por isso a minha última dica, e esta é minha, é:

10 - Escreva, pratique e reveja todos os textos que escreve. Faça um blog, dá-lhe um motivo para escrever conteúdo de forma regular. Já alguém dizia que a pratica leva à perfeição!
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O tempo é um bem precioso!

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, October 07, 2009
Quem trabalha em Marketing sabe bem que o tempo nunca chega para tudo o que há para fazer. São mil e uma tarefas com um sem número de interlocutores, para atingir objectivos impossíveis utilizando um orçamento diminuto e claramente insuficiente. Quer seja numa grande multinacional ou numa pequena empresa familiar, estes desafios colocam-se a qualquer marketeer.

Daí que o tempo seja um bem tão precioso para quem trabalha em Marketing. Não só para quem trabalha em Marketing, mas para estas pessoas o tempo é mesmo escasso e precioso. Por esse motivo deixo-vos aqui 10 razões (entre muitas) que nos consomem o tempo sem darmos por ele. Trabalhemos esta lista de razões e iremos ver que o nosso tempo passa a render muito mais:

1 - Trabalhar sem indicadores e relatórios credíveis;

2 - Procurar a obra-prima, a execução perfeita;

3 - Fazer muitas coisas ao mesmo tempo;

4 - Ignorar o "research" - ou fazer em demasia;

5 - Demasiadas reuniões e poucas decisões;

6 - Tentar aprender por si em vez de perguntar a um especialista;

7 - Executar tarefas de baixo valor;

8 - Não estabelecer e comunicar o orçamento e ROI esperado;

9 - Perder tempo com ofertas "grátis";

10 - Não estabelecer prioridades.

Como disse anteriormente, muitas mais serão as razões que nos consomem o nosso tempo de modo improdutivo. Trabalha-las pode não só ajudar a melhor a nossa performance profissional com a nossa qualidade de vida, pois pode ter impacto na nossa vida pessoal. Pelo menos eu acredito que sim!
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Precisa mesmo de aumentar o seu orçamento de Marketing?

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, September 30, 2009
Mais investimento em Marketing? Não, nem pensar, a empresa está a cortar nos custos!

Quando se fala de orçamentos de Marketing a sensação geral é de que já é muito grande, que não há possibilidade de investir mais nesta área da empresa. Muitas vezes a tentação é até de reduzir os custos de Marketing, quando toda a rubrica não é apenas encarada como isso mesmo, um custo.

Então como é que uma empresa que já gasta tanto do seu orçamento em meios de comunicação tradicionais e angariação de clientes arranja dinheiro para investir em Internet Marketing? Onde corta? Nos anúncios de jornal? Nas Páginas Amarelas? Nos Panfletos que entrega de porta em porta? Ou retira um ou dois comerciais da rua?

Para mais, que é isso de Internet Marketing? Isso funciona? Optimizar páginas para ter visitas? Pagar ao Google para aparecer no motor de busca? Fazer Campanhas de e-mail Marketing? Criar um novo site? Investir em Social Media para estar no Facebook e no Twitter? Como é que as empresas sabem se vale o risco de investir em Internet Marketing?

São muitas perguntas para as quais não tenho uma resposta certa. Todas as formas de comunicação tradicionais funcionam e trazem resultados às empresas, desde que utilizadas convenientemente. O mesmo se passa com o Internet Marketing, se bem feito traz resultados. E algumas vezes mais resultados que outros meios. Então como optar?

A melhor maneira de fazer um plano de investimento de Marketing é não nos esquecermos de monitorizar os seus resultados. No que seja que uma empresa decide investir, o seu objectivo é obter um retorno desse investimento. E as decisões futuras poderão ser baseadas nesse retorno obtido. É assim com qualquer ferramenta de Marketing, jornais, páginas amarelas, rádio, vendedores, o que seja.

E com o Internet Marketing não é diferente, o que importa é o retorno do investimento efectuado. Então como arranjar dinheiro para esta ferramenta num orçamento que já é curto? Comece devagar e avalie os resultados obtidos antes de reforçar o investimento. Por exemplo, veja que ferramenta de Marketing tradicional lhe traz pouco ou nenhum retorno e coloque esse dinheiro numa Estratégia de Marketing na Internet. Avalie o retorno obtido e decida se vai reforçar o investimento ou desistir e reinvestir noutro meio. Mas sem começar nunca saberá.

Como vê, nem sempre precisamos de mais dinheiro. Por vezes basta distribui-lo de forma diferente. E apostar onde obtemos mais rendimento. Fale com um bom profissional de Internet Marketing e aconselhe-se de que forma a sua empresa poderá começar a tirar proveito da Internet enquanto ferramenta de Marketing.
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Website versus Landing Page

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, August 28, 2009
Para quê criar um Website que cubra todos os objectivos online da empresa? Para quê colocar num só local tudo, desde a parte institucional, os nossos serviços, produtos, portfolio, contactos, etc, etc..... E por que havemos de iniciar a nossa presença online com um Website robusto e completo?

Estas são perguntas que as empresas se deveriam colocar quando pensam na sua Estratégia de Marketing Online. Claro que ter um Website completo é útil e rentável, mas vejamos algumas considerações a ter. Construir um Webiste de 20, 40 ou 100 páginas é um projecto que requer algum trabalho, dinheiro e tempo: poderemos estar a falar de alguns milhares de euros e de alguns meses desde a concepção do projecto até à sua publicação na Internet. Então e durante esse tempo não se pode começar a fazer alguma coisa? E se a empresa não dispuser de vários milhares de euros não deve de apostar na sua presença online?

Claro que sim, claro que pode apostar numa presença rentável online. Em vez de um Website as empresas podem fazer o que nós chamamos de Landing Pages ou Micro Sites. Ou seja, uma página ou um número reduzido de páginas muito focalizadas num determinado público, produto ou serviço, muito voltadas para a acção e conversão dos seus visitantes em potenciais clientes. A ideia é não avançar logo de início com as armas todas, mas rentabilizar ao máximo as disponíveis. Isto dá a uma empresa alguma flexibilidade financeira, dá-lhe possibilidade de actuar rapidamente e permite-lhe testar e aprender com acções mais simples para se preparar melhor para quando criar e publicar o seu site completo.

Uma Landing Page funciona também muito bem quando uma empresa pretende utilizar a dinamizar um produto ou serviço específico na internet. Em vez de se apostar numa canalização de tráfego generalista para o Website principal da empresa, onde o visitante tem que navegar para encontrar mais informação sobre esse produto ou serviço, cria-se uma Landing Page completamente focalizada nesse produto ou serviço, completamente trabalhada para incentivar a conversão, e canaliza-se o tráfego online (através de pay per click no Google por exemplo) directamente para essa página.

Dessa forma o visitante que procura na internet o tal produto ou serviço é direccionado directamente para o mesmo, onde lhe é explicado de forma simples e directa o que tem que fazer para dar o próximo passo, seja ele telefonar à empresa, preencher um formulário de contacto, pedir um orçamento ou comprar online.

Por vezes devíamos de nos lembrar que não temos que fazer as coisas da maneira mais complicada. Por vezes é possivel simplificar e obter bons resultados na mesma!
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