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Internet Marketing Success Blog

Vamos falar de Internet Marketing. Partilhamos consigo o nosso conhecimento e experiência!

Gestão da Reputação Online

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, March 14, 2011

Uma reputação positiva traz confiança, credibilidade e vendas, que se reflectem em crescimento de receitas e lucros. Uma percepção negativa pode gerar um decréscimo na confiança do cliente, e logo um decrécimo nos proveitos da empresa. É um facto que aquilo que não se controla é preciso gerir.

  • Os clientes tomam decisões de compra baseadas em pequisas, revisões e opiniões de outros consumidores, que obtém online. Quando se cruzam com informação negativa sobre a sua marca ou empresa, isso pode de alguma forma afectar a sua reputação.
  • A Gestão da Reputação Online permite-lhe proteger e gerir a reputação online da sua marca ou empresa, através de um envolvimento activo nos resultados dos motores de busca. É uma combinação entre Marketing, Relações Públicas e Optimização de Sites (SEO).  

Não deixe que a publicidade negativa crie efeito. Aumente a sua presença positiva na web envolvendo-se activamente nos resultados dos motores de busca. Primeiro, MONITORIZE o que está a ser dito acerca de si, e depois, INFLUENCIE positivamente os resultados das pesquisas online.

  • Monitorize o que está ser dito sobre si. Monitorizar a informação relaccionada com a sua marca regularmente ajudará a prevenir que publicidade negativa lhe crie problemas mais sérios. Utilize sistemas disponíveis na internet para obter informações e notícias acerca da sua marca e empresa:
    • Use o Google Alerts para ser alertado de menções à sua marca ou empresa nas notícias
    • Use sites como o Feedster e Technorati para observar o mundo dos blogues
    • Crie RSS readers 
    • Monitorize para vários nomes, incluindo marcas, empresa, produtos e até empregados chave
    • Monitorize sites e directorias da sua área de negócio
  • Influencie os resultados. Os seus activos no mundo da internet são os seus sites, sobre os quais tem controlo e que pode usar para influênciar os motores de busca. Estes podem incluir o seu site principal, landing pages, blogues da empresa, blogues dos empregados, artigos de opinião, press releases. Identifique os sites de maior influência na sua área de negócio e envolva-se activamente contribuindo com conteúdos para blogs e foruns. Poderá também delegar em alguém da sua empresa esta tarefa.
  • Lidere a conversação acerca da sua marca.
    • Envolva-se em blogues e foruns e tente criar uma relação com eles. Faça dos posts uma conversa e use a secção dos comentários para dar o seu ponto de vista.
    • Reaja positivamente às queixas dos clientes e encorage os clientes satisfeitos a publicarem a sua opinião.
    • Trabalhe para ter os primeiros lugares nos motores de busca quando se fala da sua empresa, marca, produtos e serviços.
    • Crie o seu blogue oficial para suportar o seu marketing e serviço ao cliente.  

Não deixe a sua reputação ao acaso. Precisa de tomar consciência de que a informação sobre a sua empresa existe online, e pode ser toda colocada por outros ou gerida também por si!

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A internet faz parte dos Mass Media

Carlos Alberto Silva Venancio - Saturday, January 02, 2010

Durante os últimos dias de 2009 vi e li várias notícias e estudos acerca do acesso e utilização à internet em Portugal. Encontrei números e factos que suportam objectivamente aquilo que as pessoas que trabalham nesta indústria afirmam nos seus actos de venda: investir na internet pode ser rentável para as empresas.

No final do ano foi publicado pelo Observatório da Comunicação o estudo "A internet em Portugal 2009" com alguma informação sobre o modo como os Portugueses acedem e utilizam a internet. Segundo este estudo 38,9% da população Portuguesa tem acesso e/ou utiliza a internet. Em números redondos são cerca de 4 milhões de pessoas! Que outros meios de comunicação e informação chegam a tantas pessoas? Televisão, rádio, jornais? Sem dúvida, mas isto leva-me a uma conclusão: a internet não é um meio de nichos como por vezes se pensa, já não é uma forma de chegar apenas a alguns. A internet passou a ser um meio de massas que cresce a um ritmo alucinante; em teoria passou a ser possível comunicar na internet com tantas ou mais pessoas como se faz num anúncio transmitido em prime time na televisão.

Entre os muitos números interessantes publicados no mesmo estudo encontrei um que é de particular interesse para quem pensa utilizar a internet com fins empresariais: em 2009 67,6% dos internautas utilizaram a internet para procurar informação sobre produtos. Ora se não estiver enganado nas contas são mais de 2,5 milhões de pessoas. 2,5 milhões, um quarto da população portuguesa! Que outros meios de comunicação permitem a uma empresa chegar a tantas pessoas? Os meios ditos tradicionais, sem dúvida. Mas mais uma vez afirmo, chegou a altura da internet ser encarada como um meio de massas.

Claro que a pergunta legitima poderá ser: mas se eu publicar um anúncio na internet, como faço num jornal de grande tiragem ou num intervalo da telenovela da TVI, posso conseguir comunicar com o mesmo número de pessoas? Dificilmente! Claro que pode publicar um vídeo no Youtube que seja visto por milhões de pessoas, mas isso será uma excepção e nunca a regra. Mas isso não invalida que seguindo uma estratégia robusta consiga comunicar com todas essas pessoas, não de uma vez, não com uma actividade apenas, mas pode conseguir. Daí que eu afirme que a internet é um meio de massas, não porque podemos falar com milhões de uma vez mas porque podemos falar com milhões utilizando-a correctamente.

Mas será que isto é uma desvantagem? Na minha opinião, não. Pode inclusive ser uma vantagem. Quantas pessoas que vêem o seu anúncio num jornal ou televisão pertencem ao seu público-alvo? Melhor, quantas não pertencem? E se você pudesse não pagar pelas visualizações que não lhe interessam? Quanto pouparia? Teoricamente, na internet isso é mais fácil, pagar apenas pela comunicação com o público-alvo certo!

Imagine um jornal que apenas é distribuído nas casas das pessoas que num futuro próximo estão interessadas em comprar o seu produto ou serviço. Imagine que neste mês de Janeiro existem 5.000 pessoas interessadas no seu produto ou serviço e que um jornal lhe diz que consegue uma tiragem exclusiva de 5.000 exemplares apenas para essas mesmas pessoas. Quanto estaria disposto a pagar para anunciar nesse jornal? Imagine que um canal da TV cabo consegue transmitir os anúncios dos seus anunciantes apenas nas casas das pessoas interessadas nos produtos e serviços desses anunciantes. Imagine que na sua televisão você estaria a ver um anúncio sobre uma viagem às Maldivas (porque você está a ponderar realiza-la) mas que na televisão do seu vizinho, que espera o segundo filho,  à mesma hora passa um anúncio sobre mobílias de quarto para bebé. Quanto estaria disposto a pagar para poder colocar os seus anúncios desta forma nestes meios de comunicação.

Imagine ainda que apenas pagaria consoante o número de pessoas que realmente viram o anúncio, e não por tiragens ou por shares de audiência. Pois esta forma imaginária de anunciar os seus produtos e serviços é aquilo que a internet, em teoria, lhe proporciona. Voltando aos 2,5 milhões de pessoas que utilizaram a internet para procurar produtos e serviços na web, todas elas terão encontrado a informação que procuravam. Mais ou menos completa, mais ou menos interessante. E não tiveram que ver outra informação sobre outros produtos para encontrarem o que queriam. Ah, pois é! Eles procuraram activamente essa informação, não levaram com ela quando estavam a fazer outra coisa, como ver televisão ou ler o jornal. Quanto estaria disposto a pagar por comunicar com alguém que activamente procura informação sobre o seu produto ou serviço?

Isto tudo para dizer que é chegado o momento de declarar a internet um meio de massas. Um meio de massas que permite comunicar com nichos. Que permite segmentar o público-alvo como poucos o conseguem. Um meio de comunicação que permite fazer aquilo que os anunciantes querem fazer nos outros meios há décadas: anunciar só e apenas onde é rentável. Alguém no início do século XX disse: "Sei que metade do que gasto em publicidade é dinheiro perdido, só não ser que metade". Pois eu diria que essa afirmação já não se aplica à internet, tenho a certeza que agora é possível diminuir essa metade de dinheiro mal gasto para bem menos que isso!

Para concluir quero explicar porque escrevi que as minhas afirmações seriam verdadeiras, mas em teoria. Em teoria porque tudo depende da maneira como se utiliza a internet, da estratégia que se define e das actividades que se levam a cabo. Tal como nos outros meios de comunicação é preciso apostar no que realmente interessa, não basta ir "para a internet" e esperar que as coisas aconteçam. Apesar de ser relativamente fácil marcar presença online, não se iluda, trabalhar a internet com rentabilidade para as empresas exige tanta ou mais especialização que trabalhar com outro meio de comunicação e interacção com o público-alvo. Por isso, em teoria é um meio fantástico de comunicação, na prática pode ser mais um sorvedor de dinheiro. Mas a escolha é sempre sua!

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Porque falham tantas estratégias de Internet Marketing?

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, December 17, 2009
Por cada caso de sucesso na internet existem outros, de que não se fala, que falharam redondamente. Por cada pessoa ou empresa que ganha milhares de euros com um bom plano de Internet Marketing existem muitas outras que tentaram e não conseguiram. Porque é que isto acontece?

Se pensarmos bem as estatísticas não devem de ser muito diferentes de qualquer outro negócio. Em qualquer ramo de actividade existem os que tem sucesso e os que tentam. E como em qualquer actividade de marketing em qualquer meio, seja televisão, rádio, jornais ou internet, existem os que conseguem rentabilizar o investimento e os que gastam dinheiro. Eis algumas possíveis razões para o insucesso nume Estratégia de Internet Marketing:

1 - Um pobre ou inexistente plano de negócios. Se vai avançar com uma estratégia de investimento na internet tem que ter um bom plano de marketing para esta área. Defina objectivos, etapas, orçamentos, etc.

2 - Não seguir o Plano de Marketing. Fez o seu plano de marketing ou de negócios? Então porque não o segue?

3 - Definir objectivos de curto prazo demasiado ambiciosos. Provavelmente viu alguns sites concorrentes com milhares de páginas, excelente conteúdo e sabe que tem que combater com eles. Lembre-se que eles têm esses sites assim porque terão demorado meses ou anos a construir aquilo tudo. Não queira iguala-los de um dia para o outro. É um processo continuo!

4 - Falta de conhecimento. Como em qualquer area profissional, consegue-se ter sucesso sem conhecimento? Não! Não tente fazer tudo sozinho. Procure ajuda profissional ou invista em formação.

5 - Não investir o suficiente. Custos são sempre um factor importante, mas se não investir o suficiente mais vale não investir nada. Para quê gastar €5.000 num excelente site para depois não investir em estratégias de angariação de visitas? Para quê investir €100 num site se ele não consegue atingir os seus objectivos. Pegue nos €100 e vá jantar fora, são mais bem investidos!

6 - Falta de paciência. Agora que já tem o site quer ver resultados imediatos. É um desejo legitimo, mas lembre-se que Internet Marketing não é uma ciência. É preciso aprender o que resulta melhor em cada empresa e público alvo, qual a melhor maneira de atingir cada objectivo. Fazer e testar e refazer!

7 - Má escolha do público alvo. Como em qualquer actividade de negócio, fundamental e crucial. imagine que até fez tudo bem e está a ter milhares de visitas ao seu site, mas se são visitas de pessoas que não são o seu publico alvo não irá ter retorno.

8 - Não tem conteúdo único. Existem milhares, milhões de sites com conteúdo semelhante. É preciso que se destaque de alguma forma, senão é apenas mais um.

9 - Falta de compromisso. Sucesso implica compromisso. Não chega fazer o site ou algo do género e pensar: "já tenho uma estratégia de internet marketing"! É preciso dedicação continuada, alterar o que não estiver bem, investir mais no que está bem.

Como disse no início estas razões são igualmente válidas para uma estratégia que não de Internet Marketing. Cada vez mais me convenço que o Marketing na Internet segue exactamente as mesmas regras do marketing dito convencional, só mudam as ferramentas!
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A importância de um excelente "Copy"

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, December 14, 2009
Não me considero um excelente "copy writer", talvez nem um mediano. Afinal não faço disso especialidade, e se algumas pessoas se apresentam com esse título profissional é porque algo de melhor que nós conseguem fazer nessa área. No entanto, "copy writer" ou não tenho que escrever títulos e conteúdos para o meu site e para o dos meus clientes. E como sei a importância que tem este componente de um website, quer para os visitantes quer para os motores de busca, dou muita importância a tudo o que vejo sobre este tema.

Recentemente li um artigo online com algumas dicas sobre como escrever um bom "copy" num website e achei muito interessante e útil. Resolvi partilha-lo neste meu blog. Aqui ficam algumas boas práticas a ter em conta quando pensa o que escrever no seu Website.

1 - Seja pessoal. Quando navegamos na internet temos a sensação de estarmos a ver coisas muito impessoais, quase que imaterializadas. Ao encontrarmos num website algo mais pessoal, uma linguagem na 1ª pessoa em vez da 3ª, um texto que nos permita perceber quem está por trás daquela página, ganhamos mais confiança. Num mundo impessoal pode fazer a diferença.

2 - Fale numa linguagem muito simples, que todos percebam. Esqueça a terminologia que a sua empresa utiliza, os termos técnicos e os chavões que fazem sucesso nas apresentações à administração. Os seus visitantes não entendem nem querem entender essa linguagem, querem que falem com eles de forma simples e clara. Tão simples que um criança entenderia.

3 - Sustente a mensagem na sua experiência ou em metáforas. Gostei desta dica. Realmente nós fixamos melhor uma experiência de alguém, ou uma metáfora, ditado popular ou história que uma frase solta no meio de um discurso.

4 - Complemente com fotografias. Uma imagem vale por mil palavras, mas já agora a imagem deve de estar em conformidade com o texto!

5 - Leia o que escreveu em voz alta. Se não soa natural e fluído é porque deve de ser revisto.

6 - Não faça a revisão antes do fim. A pessoa que escreveu o artigo que li diz que é como rever um corte de cabelo sem ver a cabeça toda. É preciso entender toda a menagem antes de rever as partes.

7 - Seja profissional. A primeira dica era "seja pessoal", mas não deve deixar de ser profissional por isso. Piadas de mau gosto, um texto muito coloquial ou um tratamento por "tu" podem não ser as melhores indicações para uma empresa ou marca. Nunca perca o profissionalismo na sua mensagem, afinal é isso que um visitante espera de si.

8 - Penso no SEO, na optimização do seu website para os motores de busca. Pense nas palavras-chave importantes para o seu website, o seu negócio, e escreva tendo-as em atenção. Tente usa-las, usar palavras relacionadas, escrever à volta desses temas.

9 - "Be Scannable". Não sei traduzir isto, mas a ideia é que tenha consciência que as pessoas não lêem todo o texto na internet. Lêem pontos soltos ao logo da página, tópicos, e se acharem que vale a pena lêem o resto. O conselho é seja você a destacar os tópicos que lhe parecem mais importantes na sua página. Coloque-os a bold, sublinhe, aumente a letra.

E agora o teste: este conteúdo está escrito segundo estas regras? Duvido! Li o artigo, tentei aplicar algumas dicas, mas honestamente isto é algo que tem de ser interiorizado. Por isso a minha última dica, e esta é minha, é:

10 - Escreva, pratique e reveja todos os textos que escreve. Faça um blog, dá-lhe um motivo para escrever conteúdo de forma regular. Já alguém dizia que a pratica leva à perfeição!
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Precisa mesmo de aumentar o seu orçamento de Marketing?

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, September 30, 2009
Mais investimento em Marketing? Não, nem pensar, a empresa está a cortar nos custos!

Quando se fala de orçamentos de Marketing a sensação geral é de que já é muito grande, que não há possibilidade de investir mais nesta área da empresa. Muitas vezes a tentação é até de reduzir os custos de Marketing, quando toda a rubrica não é apenas encarada como isso mesmo, um custo.

Então como é que uma empresa que já gasta tanto do seu orçamento em meios de comunicação tradicionais e angariação de clientes arranja dinheiro para investir em Internet Marketing? Onde corta? Nos anúncios de jornal? Nas Páginas Amarelas? Nos Panfletos que entrega de porta em porta? Ou retira um ou dois comerciais da rua?

Para mais, que é isso de Internet Marketing? Isso funciona? Optimizar páginas para ter visitas? Pagar ao Google para aparecer no motor de busca? Fazer Campanhas de e-mail Marketing? Criar um novo site? Investir em Social Media para estar no Facebook e no Twitter? Como é que as empresas sabem se vale o risco de investir em Internet Marketing?

São muitas perguntas para as quais não tenho uma resposta certa. Todas as formas de comunicação tradicionais funcionam e trazem resultados às empresas, desde que utilizadas convenientemente. O mesmo se passa com o Internet Marketing, se bem feito traz resultados. E algumas vezes mais resultados que outros meios. Então como optar?

A melhor maneira de fazer um plano de investimento de Marketing é não nos esquecermos de monitorizar os seus resultados. No que seja que uma empresa decide investir, o seu objectivo é obter um retorno desse investimento. E as decisões futuras poderão ser baseadas nesse retorno obtido. É assim com qualquer ferramenta de Marketing, jornais, páginas amarelas, rádio, vendedores, o que seja.

E com o Internet Marketing não é diferente, o que importa é o retorno do investimento efectuado. Então como arranjar dinheiro para esta ferramenta num orçamento que já é curto? Comece devagar e avalie os resultados obtidos antes de reforçar o investimento. Por exemplo, veja que ferramenta de Marketing tradicional lhe traz pouco ou nenhum retorno e coloque esse dinheiro numa Estratégia de Marketing na Internet. Avalie o retorno obtido e decida se vai reforçar o investimento ou desistir e reinvestir noutro meio. Mas sem começar nunca saberá.

Como vê, nem sempre precisamos de mais dinheiro. Por vezes basta distribui-lo de forma diferente. E apostar onde obtemos mais rendimento. Fale com um bom profissional de Internet Marketing e aconselhe-se de que forma a sua empresa poderá começar a tirar proveito da Internet enquanto ferramenta de Marketing.
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Website versus Landing Page

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, August 28, 2009
Para quê criar um Website que cubra todos os objectivos online da empresa? Para quê colocar num só local tudo, desde a parte institucional, os nossos serviços, produtos, portfolio, contactos, etc, etc..... E por que havemos de iniciar a nossa presença online com um Website robusto e completo?

Estas são perguntas que as empresas se deveriam colocar quando pensam na sua Estratégia de Marketing Online. Claro que ter um Website completo é útil e rentável, mas vejamos algumas considerações a ter. Construir um Webiste de 20, 40 ou 100 páginas é um projecto que requer algum trabalho, dinheiro e tempo: poderemos estar a falar de alguns milhares de euros e de alguns meses desde a concepção do projecto até à sua publicação na Internet. Então e durante esse tempo não se pode começar a fazer alguma coisa? E se a empresa não dispuser de vários milhares de euros não deve de apostar na sua presença online?

Claro que sim, claro que pode apostar numa presença rentável online. Em vez de um Website as empresas podem fazer o que nós chamamos de Landing Pages ou Micro Sites. Ou seja, uma página ou um número reduzido de páginas muito focalizadas num determinado público, produto ou serviço, muito voltadas para a acção e conversão dos seus visitantes em potenciais clientes. A ideia é não avançar logo de início com as armas todas, mas rentabilizar ao máximo as disponíveis. Isto dá a uma empresa alguma flexibilidade financeira, dá-lhe possibilidade de actuar rapidamente e permite-lhe testar e aprender com acções mais simples para se preparar melhor para quando criar e publicar o seu site completo.

Uma Landing Page funciona também muito bem quando uma empresa pretende utilizar a dinamizar um produto ou serviço específico na internet. Em vez de se apostar numa canalização de tráfego generalista para o Website principal da empresa, onde o visitante tem que navegar para encontrar mais informação sobre esse produto ou serviço, cria-se uma Landing Page completamente focalizada nesse produto ou serviço, completamente trabalhada para incentivar a conversão, e canaliza-se o tráfego online (através de pay per click no Google por exemplo) directamente para essa página.

Dessa forma o visitante que procura na internet o tal produto ou serviço é direccionado directamente para o mesmo, onde lhe é explicado de forma simples e directa o que tem que fazer para dar o próximo passo, seja ele telefonar à empresa, preencher um formulário de contacto, pedir um orçamento ou comprar online.

Por vezes devíamos de nos lembrar que não temos que fazer as coisas da maneira mais complicada. Por vezes é possivel simplificar e obter bons resultados na mesma!
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Criar um Site

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, August 25, 2009
A criação de um site é encarada como um passo natural na vida de uma empresa. Como é moderno, como toda a gente tem, sobretudo os concorrentes, e como é relativamente fácil e barato cria-se um site. Algumas não sabem bem que benefícios lhe traz o seu site, mas como o medo de não ter um é bastante grande acabam por fazer qualquer coisa, o mais barato e simples possível, e ficam descansadas. E acabam com um peso morto, um custo que "tem que se ter".

Esta é uma forma de encarar a construção de um site que em nada beneficia as empresas. Quando uma empresa decide dar este passo deveria ter em consideração uma serie de factores que influenciam directamente o desempenho desse mesmo site. Senão vejamos:

1 - Criar um site por si só é como criar um anúncio de televisão sem investir na compra de espaço de antena, ninguém o vê;

2 - Para aqueles que encontram o site na internet a empresa deve de saber que aquele pode ser o primeiro e único contacto que aquela pessoa tem com ela, logo não se deveria pensar que basta que o site tenha o básico. Se assim for é isso que passa para o visitante;

3 - Se o site não tiver instrumentos de conversão que probabilidades temos de transformar um visitante em potencial cliente?

4 - Se o site não tiver um design simples e coerente será que o visitante vai querer navegar muito tempo no mesmo;

5 - Se o cite for criado e ficar com o mesmo conteúdo por muito tempo será que motiva os visitantes a retornarem;

Estas são algumas das considerações que se devem ter quando se decide pela construção de um site. Ter por ter não vale o esforço, é só gastar dinheiro. Um site é uma poderosa ferramenta de marketing que pode trazer um bom retorno às empresas, mas o primeiro passo para que isso aconteça é precisamente considerá-lo isso: uma ferramenta de marketing!
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Está aberta a sessão!

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, July 30, 2009
Está aberta a sessão! Não tem nada a ver com Direito, mas é uma expressão que simboliza a mensagem que quero passar: vou dar início a este Bolg!

E é um Blog sobre quê? Bom, entre outras coisas sobre as quais possa escrever quando tiver essa vontade, será sobre Internet Marketing.  E isso é o quê? Uma ciência? Algo que tem a ver com essas novas tecnologias da internet? Tem a ver com as redes sociais, como Facebook e Twitter? Adwords e o Google?

Tem a ver com tudo isso, mas é algo bem mais simples do que possa parecer pelo nome. Os que estão familiarizados com os conceitos e técnicas de Marketing dirão que é o Marketing aplicado à Internet. E os outros também! E não é que têm razão? É mesmo a aplicação dos conceitos de Marketing a um meio como a Internet! Então porque é que tem interesse em falar sobre isto? Vamos ver:

Já há algumas dezenas de anos, para não dizer centenas, que as empresas sabem que para serem bem sucedidas têm que investir na angariação de clientes, na manutenção dos actuais, na construção de uma imagem de marca, na sugestão de compra, etc. E ao longo destes anos todos os meios utilizados para atingir esses objectivos foram evoluindo, desde os senhores que anunciam os seus produtos nas feiras com o megafone, aos que colam cartazes na rua a anunciar a sua empresa e produtos, até aos mais sofisticados que utilizam uma complexidade de meios como jornais, televisão, rádio, e.... agora a internet. E mais ou menos estruturado o plano é sempre o mesmo: atingir o nosso público-alvo e persuadi-lo a agir de acordo com os nossos objectivos. O senhor da feira não formaliza esse plano mas fala para quem ali está no momento e tenta convencê-los a comprar, e a grande multinacional que investe milhões em publicidade faz exactamente o mesmo mas de uma forma estruturada e planeada.

Então qual o segredo de tudo isto? Na minha opinião é mesmo a estruturação e planeamento de um investimento em Marketing. Os resultados serão tanto melhores quando melhor nós saibamos quem queremos atingir, onde estão essas pessoas, qual a melhor maneira de falar com elas, o que é que elas querem ouvir, como as podemos servir, como podemos manter uma relação estável com elas. E é essa a razão porque o Marketing sendo algo tão básico e aparentemente fácil acaba por ser difícil de fazer bem, é contra-natura. É preciso muita disciplina para formalizar e planear aquilo que é do mais humano que há: procurar pessoas, falar com elas e dizer-lhes algo que lhes interesse de modo a que façam o que nós queremos. Conhecem algo mais natural que isto na natureza humana? Então se é natural e faz parte de nós como é que vamos racionalizar tanto? Pois, não é fácil. É por isso que existem profissionais de Marketing e agências de Publicidade a quem se pagam fortunas para gerirem os investimentos das empresas nesta área.

Ora, voltando a Internet Marketing, só muda o meio de comunicação, deixa de ser televisão ou jornal para ser a Internet. Só? É mesmo só isso, mas não é pouco. Vejamos: na internet continuamos a ter que segmentar o nosso público-alvo, a diferença é que esse público não está na internet passivamente, está à procura de algo do seu interesse, possivelmente algo que nós temos e vendemos. Alguém compra um jornal para encontrar o nosso produto? Mas as pessoas vão à internet procurar informação sobre produtos e serviços. Parece-me uma grande diferença. Depois, continuamos a ter objectivos quantificáveis como para outros meios. Mas mais uma diferença, na Internet pode-se efectivamente medir resultados sem ser por estimativas. Consegue saber quantas pessoas ouviram o seu anúncio na rádio? Mas consegue saber quantas pessoas estiveram no seu site num determinado período! Em frente, tem que escolher a mensagem e a melhor forma de a transmitir como em qualquer outro meio. Também na internet se pode delinear a estratégia online que melhor se adeqúe aos seus objectivos. Temos que implementar e depois medir. E finalmente ajustar.

Este blog irá falar sobre tudo isto. Que técnicas existem, quais as melhores práticas, ferramentas, vantagens, erros comuns, e tudo o mais que me lembre que possa ser útil partilhar. Fiquem por aí!

Carlos Venancio
WSI Internet Marketing Consultant


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