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Internet Marketing Success Blog

Vamos falar de Internet Marketing. Partilhamos consigo o nosso conhecimento e experiência!

E-Commerce: ter ou não ter uma Loja Online

Carlos Alberto Silva Venancio - Sunday, September 20, 2009
Acha que criar uma loja online é fácil e barato? Não é difícil nem caro, mas pense bem antes de avançar com a sua!

Criar uma loja online, vulgo e-commerce, é um passo natural para algumas empresas. Todos sabemos que o mercado é bastante competitivo e muitas empresas não podem deixar de aproveitar a oportunidade de ter um ponto de venda acessível virtualmente em todo o lado e a toda a hora.

No entanto parece-me que nem todas as empresas que pensam em se estabelecer online ponderam todos os recursos necessários para um e-commerce de sucesso. É relativamente fácil pensar que uma loja online não precisa de grande investimento além da sua criação; por se tratar de algo que funciona sozinho somos levados a pensar que tem poucos ou nenhuns custos fixos. É verdade que pode ter custos fixos substancialmente mais baixos que uma loja física, mas mesmo assim há que contar com eles. Senão vejamos:

- Quem decide ter uma loja online, seja de que produtos forem, tem que considerar que alguém tem que manter os dados actualizados. Produtos, preços, stocks, descritivos.

- Tal como numa loja física é necessário ter tráfego, pessoas a visitar a loja. E como qualquer website, um e-commerce não tem visitas só por existir, precisa de estratégias de canalização de tráfego, quer seja SEO, SMO ou PPC.

- E tal como numa loja física, uma vez tendo visitantes é preciso que a loja os atraia a ver os produtos com calma e que comprem. No mundo online chamamos a isto conversão, o visitante faz aquilo que nós desejamos que faça. Ora, para que isso aconteça alguém tem que organizar os produtos com uma lógica comercial, alguém tem que arrumar a loja, colocar as promoções em locais visíveis, colocar os fins de serie em grande destaque, etc.

Penso que dá para ter uma ideia do que quero dizer. Sem dúvida que o e-commerce é uma excelente oportunidade para muitas empresas, ou até indivíduos. Mas há que considerar que não é por estar online que a loja funciona sozinha, há que geri-la tal como qualquer loja. E não tenham dúvidas, uma loja online bem gerida pode ser uma fabulosa fonte de rendimento adicional!
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A Geografia do Google Adwords

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, September 16, 2009
Se uma empresa está focalizada numa área de 30 ou 40 km à volta da sua sede porque há-de anunciar para o país inteiro? De que lhe servem as visitas de fora da sua área de acção?

Muitas Pequenas e Médias Empresas já descobriram que fazer Campanhas de Pay per Click no Google pode ser uma ferramenta de Marketing eficaz. E dada a facilidade de estabelecer uma campanha decidem fazê-la directamente elas próprias.

Da maneira como o mercado está, em que é preciso reduzir os custos ao mínimo é natural que assim seja. O próprio empresário dedica umas horas ao assunto inicialmente e depois vai despendendo o tempo possível à medida que o tempo vai passando. E como se trata mesmo de uma ferramenta de Marketing eficaz os resultados aparecem rapidamente.

No entanto pergunto: será que dessa forma o investimento está a ser rentabilizado ao máximo? Será que com o mesmo dinheiro se poderiam conseguir mais contactos, telefonemas, pedidos de orçamento, ou qualquer que seja o objectivo? Será que é possível conseguir os objectivos actuais com menos investimento?

Hoje de manhã estive com o Gestor de uma empresa que gere as suas campanhas de Pay per Click no Google. E está a fazer um bom trabalho pois consegue pedidos de orçamento através do seu site, que de outra forma não seria encontrado. Localizado na área da grande Lisboa recebe pedidos de orçamento de todo o país. Como a sua estrutura está focalizada só na grande Lisboa é obrigado a recusar esses pedidos!

Porque é que isto acontece? Porque por defeito na sua conta está definido que o seu público-alvo está em Portugal, e ao montar a sua campanha ficou assim. Fizemos a alteração para restringir o alcance dos anúncios à sua área de influência e tenho a certeza que aumentamos a eficácia da sua campanha em muito só com este pequeno gesto. Sim, porque quanto poupará este empresário em clicks feitos por pessoas do norte do país ou do Algarve? E quanto tempo poupará ao não ter que responder a pedidos de orçamento de fora do seu raio de acção?

Como em muitas outras coisas, a maioria de nós consegue fazer quase tudo desde que se dedique a isso. Mas só alguns, normalmente os que fazem dessa actividade profissão, são realmente bons. Na gestão de campanhas de adwords não é diferente: todos o podemos fazer, mas só quem faz disso profissão tem tempo e conhecimento para a especialização. Os outros têm outras profissões onde são especialistas. Tal como este empresário que falei, é um excelente profissional na sua área!
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Social Media e o nosso emprego

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, September 11, 2009
Com cada vez mais pessoas a frequentar os portais de Social Media como o Facebook ou o Twitter é perfeitamente natural que as empresas dêem cada vez mais atenção a este fenómeno. afinal parte dos seus clientes estão lá. Naturalmente existem cada vez mais empresas a investir em Estratégias de Social Media.

Mas vejamos as coisas de uma outra perspectiva. No plano das relações de trabalho também é natural que cada vez mais empresas pesquisem por potenciais candidatos nesses mesmos portais. Não falo de procurar alguém, por exemplo no Linked In, para preencher uma vaga em aberto. Falo de ter um curriculum em papel ou formato electrónico à sua frente e fazer uma pesquisa online para saber mais daquela pessoa.

E provavelmente encontra a pessoa algures, pois muitos de nós têm conta e até páginas no Facebook, Linked In, Hi5, entre outros. Ora esta é uma realidade que pode funcionar tanto a favor como contra o candidato. A favor se a informação encontrada é positiva. Mas pode ser automaticamente um factor de exclusão. Eis alguns pontos que podem funcionar contra o candidato:

- O candidato publica comentários ou fotos provocatórias ou inapropriadas
- O candidato publica fotos embriagado ou sob efeito de drogas
- O candidato fala mal da sua empresa ou colegas de trabalho
- O candidato tem comentário racistas ou provocatórios para minorias

Ou alguns pontos que podem funcionar a favor:

- O candidato publica informação online que transmite confiança
- O candidato demonstra criatividade na sua presença online
- O candidato tem boas recomendações de outras pessoas
- O candidato demonstra uma grande capacidade comunicacional

De uma forma ou outra o ponto importante é que tudo o que fazemos online fica registado e pode ser pesquisado. Temos uma história online e ela pode ser lida por outras pessoas. Por isso, da próxima vez que publicar aquelas fotos menos apropriadas só para os seus amigos verem, tenha a certeza que só mesmo eles podem ver!
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Questionários de Opinião e E-Mail

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, September 04, 2009
Por vezes torna-se difícil entender o que os clientes querem, como adaptar produtos e serviços às suas necessidades. Saber se o que estamos a oferecer vai de encontro às expectativas. Uma solução possível para responder a estas questões é perguntar-lhes directamente. Entre outras formas de conduzir este tipo de questionários está a utilização do e-mail, ferramenta simples e muitas vezes "amiga" do nosso orçamento. Eis algumas razões para optar por esta facilidade da tecnologia:

1 - Pode ser feito a um custo muito efectivo. Não só porque não é preciso imprimir papel, enviar correio ou fazer telefonemas, mas também porque é um meio onde os resultados se obtém muito rapidamente, onde é possível analisar os dados automaticamente uma vez que não é necessário inserir as respostas manualmente numa sistema de analise de dados.

2 - É uma forma de mostrar aos seus clientes que se interessa. Dá-lhes oportunidade de contribuir para um melhoramento dos produtos ou serviços que consomem.

3 - Permite contactar os clientes no timing certo. Por exemplo, com um programa automático é possível programar um questionário para ser enviado ao seu cliente 3 dias após a compra, ou 5 dias depois de uma reclamação estar resolvida.

4 - Voltar a lembrá-los da sua empresa. A maioria dos consumidores faz compras em várias lojas e compra diferentes marcas. Enviando um questionário aos clientes que não o visitam há mais de 6 meses pode ser uma forma de os lembrar da sua existência. E uma boa ideia pode ser incluir uma pequena oferta pelo preenchimento do questionário, pode ajudar que o voltem a contactar.

5 - É uma forma de obter testemunhos e criticas construtivas. Deixe um campo de texto livre no questionário, dando oportunidade que os seus clientes se manifestem livremente. Pode obter bons testemunhos para publicar no seu site, ou criticas que o ajudem a resolver possíveis problemas.

Um bom conselho também é optar por construir o questionário via um link para a Web. Além de facilitar a consolidação dos dados, orienta o seu cliente entre os diferentes passos do questionário pela ordem que você pretende, não o deixando saltar temas importantes. No e-mail escreva dois ou três parágrafos bastante apelativos e deixe de seguida um link para o questionário na Web. Eis algumas dicas para a construção do questionário:

1 - Faça-o curto. Não deve demorar mais de dois minutos a preencher. Mais de 12 perguntas pode ser demasiado.

2 - Teste tudo. Não siga o que dizem os livros cegamente. Teste o titulo, as fotos, o texto, etc.

3 - Não incentive o preenchimento de clientes que já não compram há muito. Poderão preencher à pressa só para obterem a sua oferta, alterando os resultados finais.

4 - Facilite o cancelamento da subscrição. Deixe que seja o cliente a escolher livremente  se quer continuar a fazer parte da sua lista de contactos ou não.

5 - Repita os questionários com alguma frequência. Não mais de duas vezes por ano, mas vezes suficientes para manter uma visão clara da opinião do seu cliente e das suas necessidades.

E é esta mais uma maneira de apostar no e-mail Marketing, ferramenta poderosa que ajuda as empresas a potenciar os seus resultados.
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Website versus Landing Page

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, August 28, 2009
Para quê criar um Website que cubra todos os objectivos online da empresa? Para quê colocar num só local tudo, desde a parte institucional, os nossos serviços, produtos, portfolio, contactos, etc, etc..... E por que havemos de iniciar a nossa presença online com um Website robusto e completo?

Estas são perguntas que as empresas se deveriam colocar quando pensam na sua Estratégia de Marketing Online. Claro que ter um Website completo é útil e rentável, mas vejamos algumas considerações a ter. Construir um Webiste de 20, 40 ou 100 páginas é um projecto que requer algum trabalho, dinheiro e tempo: poderemos estar a falar de alguns milhares de euros e de alguns meses desde a concepção do projecto até à sua publicação na Internet. Então e durante esse tempo não se pode começar a fazer alguma coisa? E se a empresa não dispuser de vários milhares de euros não deve de apostar na sua presença online?

Claro que sim, claro que pode apostar numa presença rentável online. Em vez de um Website as empresas podem fazer o que nós chamamos de Landing Pages ou Micro Sites. Ou seja, uma página ou um número reduzido de páginas muito focalizadas num determinado público, produto ou serviço, muito voltadas para a acção e conversão dos seus visitantes em potenciais clientes. A ideia é não avançar logo de início com as armas todas, mas rentabilizar ao máximo as disponíveis. Isto dá a uma empresa alguma flexibilidade financeira, dá-lhe possibilidade de actuar rapidamente e permite-lhe testar e aprender com acções mais simples para se preparar melhor para quando criar e publicar o seu site completo.

Uma Landing Page funciona também muito bem quando uma empresa pretende utilizar a dinamizar um produto ou serviço específico na internet. Em vez de se apostar numa canalização de tráfego generalista para o Website principal da empresa, onde o visitante tem que navegar para encontrar mais informação sobre esse produto ou serviço, cria-se uma Landing Page completamente focalizada nesse produto ou serviço, completamente trabalhada para incentivar a conversão, e canaliza-se o tráfego online (através de pay per click no Google por exemplo) directamente para essa página.

Dessa forma o visitante que procura na internet o tal produto ou serviço é direccionado directamente para o mesmo, onde lhe é explicado de forma simples e directa o que tem que fazer para dar o próximo passo, seja ele telefonar à empresa, preencher um formulário de contacto, pedir um orçamento ou comprar online.

Por vezes devíamos de nos lembrar que não temos que fazer as coisas da maneira mais complicada. Por vezes é possivel simplificar e obter bons resultados na mesma!
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Social Media Profiles

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, August 27, 2009

Desde há uns meses que se fala muito do boom dos portais de Social Media, de como o Facebook ou o Twitter têm cada vez mais pessoas ligadas e de como estão a mudar a forma de comunicar e estar no mundo. Também para as empresas estas mudanças radicais no comportamento das pessoas traz muitos desafios e oportunidades. Afinal quem não gostaria de aproveitar o facto de alguns milhares ou milhões de pessoas estarem juntas num determinado local ou plataforma para lhes apresentar ou vender o seu produto ou serviço?

Os factos dizem-nos que sim, é possível trabalhar este fenómeno em prol de uma marca ou empresa. Mas para que isso aconteça é necessário primeiro perceber muito bem como funcionam os portais de Social Media, o que fazem as pessoas que os frequentam, o que esperam de uma marca ou empresa e sobretudo o que não esperam. Como em tudo no Marketing e na Comunicação é preciso ter uma estratégia e um plano para que possa resultar.

Um dos passos que qualquer marketeer tem que dar antes de iniciar uma acção de Social Media é entender bem o que cada portal é e o que pode trazer à empresa ou marca. Recentemente encontrei num site de Marketing estrangeiro (http://www.imediaconnection.com) um artigo muito interessante, que classificava os mais conhecidos portais de Social Media de acordo com o perfil dos seus utilizadores e potencial para as empresas e marcas.

Deixo-vos uma cópia fiel dessa secção do artigo, mesmo sem tradução para não perder qualquer significado mal traduzido, que julgo ser um início extraordinário para quem quer começar a pensar numa estratégia de Social Media Optimisation.

Facebook

  • Community mindset: connect
  • Primary demographic: 25 to 45
  • Ideal fit for: entertainment, lifestyle brands, and non-profits
  • Biggest opportunity: using ads to build fans
  • Biggest challenge: few appreciate Facebook advertising
  • Metrics: fans, comments, likes, wall posts
  • Helpful tools: Lexicon, ad interface, applications, analytics, connect, etc.

MySpace

  • Community mindset: connect
  • Primary demographic: 15 to 25
  • Ideal fit for: music and entertainment
  • Biggest opportunity: providing music samples
  • Biggest challenges: noisy; losing market share quickly
  • Metrics: friends, favorites, groups, impressions
  • Helpful tools: Open Platform, MyApps, MySpace Toolbox

LinkedIn

  • Community mindset: connect
  • Primary demographic: 35 to 55
  • Ideal fit for: service providers, industry associations
  • Biggest opportunity: creating thought leadership via Q&A and Groups
  • Biggest challenge: time commitment
  • Metrics: profile connections, best answers, group members, discussions
  • Helpful tools: Applications, Salesforce plug-in

Blogs

  • Community mindset: create
  • Primary demographic: 35 to 55
  • Ideal fit for: technology
  • Biggest opportunity: develop thought-leadership
  • Biggest challenge: requires significant resources over time
  • Metrics: feed subscribers, comments, Technorati score, pingbacks, inbound links, visibility in search engines
  • Helpful tools: WordPress plug-ins

Twitter

  • Community mindset: create (microblogging)
  • Primary demographic: 35 to 45
  • Ideal fit for: service industry
  • Biggest opportunity: customer service, consumer insight, sales and marketing
  • Biggest challenges: noisy; reliability issues; platform limitations
  • Metrics: followers, @ replies, retweets, direct messages, custom hashtags
  • Helpful tools: BingTweets, TweetBeep, TweetDeck, HootSuite, CoTweet, Mr. Tweet, Twitalyzer, blog plug-ins

YouTube

  • Community mindset: vote
  • Primary demographic: 25 to 45
  • Ideal fit for: big brands and entertainment
  • Biggest opportunity: creating viral content (e.g., United Breaks Guitars)
  • Biggest challenges: noise; conversions
  • Metrics: views, comments, subscribers, ratings
  • Helpful tools: TubeMogul, YouTube Insight
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Web Design não é só arte!

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, August 26, 2009
Quando analisamos o volume de pesquisa nos motores de busca de palavras relacionadas com Internet Marketing verificamos que Web Design e as suas variantes são das mais procuradas pelos internautas. Porquê? Na minha opinião porque muitas pessoas ainda privilegiam o grafismo à funcionalidade na hora de fazer um site e entendem que criar um site é uma arte feita por um Webdesigner.

Sem qualquer dúvida que o Webdesigner é um elemento fulcral na construção de um site de sucesso. Afinal o design é aquilo que comunica os valores da empresa, é que torna os produtos e serviços mais ou menos atraentes ao primeiro contacto, e é muito mais que isso. Não entendo design de um Website como uma actividade exclusivamente quase artística, em que o que conta é a inclusão de elementos únicos e diferenciadores em cada solução apresentada.

Tal como noutras actividades, como a arquitectura por exemplo, o design deve de ter em consideração muito mais que a beleza e a arte. Na construção de um Website deve, e por exemplo, de evitar que uma página demore muito a fazer o download, pelo que se devem de evitar elementos de adorno muito belos mas que depois ninguém vê. Se uma página demora mais de 5 segundos a aparecer o mais provável é termos perdido a atenção do visitante. O Web Design deve também preocupar-se com a navegabilidade do site: quão simples é para um visitante encontrar o que procura e navegar pelos diferentes menus? Deve de demonstrar clara e directamente o que se espera que o visitante faça, qual a acção que se pretende a seguir. Isto para dar alguns exemplos.

Ou seja, Web Design não é só arte! Claro que a beleza e a atractividade ajudam, mas se tiver que optar, na minha opinião, mais vale um site simples, limpo, claro e directo que um outro muito cheio de elementos bonitos e modernos, cheio de efeitos e tecnologia, mas que por isso se torna confuso e não atinge os objectivos propostos. Web Design é muito mais que aquilo que à partida possa parecer: é aspecto, cor, desenho, funcionalidade, clareza, comunicação de ideias, simplicidade, naturalidade, e muito mais!

Grande desafio para os Web Designers de hoje, não acham?
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Criar um Site

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, August 25, 2009
A criação de um site é encarada como um passo natural na vida de uma empresa. Como é moderno, como toda a gente tem, sobretudo os concorrentes, e como é relativamente fácil e barato cria-se um site. Algumas não sabem bem que benefícios lhe traz o seu site, mas como o medo de não ter um é bastante grande acabam por fazer qualquer coisa, o mais barato e simples possível, e ficam descansadas. E acabam com um peso morto, um custo que "tem que se ter".

Esta é uma forma de encarar a construção de um site que em nada beneficia as empresas. Quando uma empresa decide dar este passo deveria ter em consideração uma serie de factores que influenciam directamente o desempenho desse mesmo site. Senão vejamos:

1 - Criar um site por si só é como criar um anúncio de televisão sem investir na compra de espaço de antena, ninguém o vê;

2 - Para aqueles que encontram o site na internet a empresa deve de saber que aquele pode ser o primeiro e único contacto que aquela pessoa tem com ela, logo não se deveria pensar que basta que o site tenha o básico. Se assim for é isso que passa para o visitante;

3 - Se o site não tiver instrumentos de conversão que probabilidades temos de transformar um visitante em potencial cliente?

4 - Se o site não tiver um design simples e coerente será que o visitante vai querer navegar muito tempo no mesmo;

5 - Se o cite for criado e ficar com o mesmo conteúdo por muito tempo será que motiva os visitantes a retornarem;

Estas são algumas das considerações que se devem ter quando se decide pela construção de um site. Ter por ter não vale o esforço, é só gastar dinheiro. Um site é uma poderosa ferramenta de marketing que pode trazer um bom retorno às empresas, mas o primeiro passo para que isso aconteça é precisamente considerá-lo isso: uma ferramenta de marketing!
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Bounce Rate - Taxa de abandono

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, August 20, 2009
Bounce Rate é um termo em Inglês que mede a taxa de abandono do nosso site. Com uma ferramenta de analytics robusta podemos saber algo tão detalhado como quais as páginas do nosso website de onde os nossos visitantes nos abandonaram. Porque é que isto interessa? Porque podemos estar a perder potenciais clientes simplesmente porque o nosso site não está do agrado dos nossos visitantes. E é muito mau conseguirmos atrair visitantes mas não os conseguir cativar.

Este indicador pode ser uma preciosa ajuda para aumentar a taxa de conversão de um site. Mas a primeira coisa a fazer, ainda antes de olhar para a "Bounce Rate" é definirmos o que é que podemos considerar "abandono do site": se um visitante abandonar o site na página de agradecimento por ter preenchido um formulário ou por ter comprado algo não podemos considerar essas saídas na taxa de abandono, esses visitantes devem de contar para a taxa de conversão. Depois, se quisermos ser rigorosos podemos definir taxas de abandono aceitáveis por página: imaginemos uma campanha de três páginas, uma de entrada com apresentação geral do produto, outra com mais informação do produto e uma terceira com um formulário para pedido de orçamento. Como não é realista ambicionar uma taxa de conversão de 100% sabemos que temos que ter uma taxa de abandono, mas de quanto? E maior na primeira página ou na última?

Eis algumas dicas de como baixar a taxa de abandono do seu site:

1 - Analise a fonte da visita e as taxas de abandono respectivas;

2 - Analise as palavras-chave que levaram o visitante ao seu site;

3 - Analise a campanha, como é que ela guia o visitante até à conversão;

4 - Analise as horas e os dias, e como as taxas de abandono podem ser diferentes;

5 - Analise a design e o layout das páginas do site;

6 - Analise as "chamadas à acção",

7 - Analise as ofertas especiais, quando as tem;

8 - Analise a navegação interna do site;

9 - Analise os elementos de confiança do seu site;

10 - Analise os seus visitantes e clientes, pergunte-lhes do que gostam e não gostam.

E depois actue! Teste, analise e volte a testar. Lembre-se, isto não é uma ciência exacta e a formula não pode ser a mesma para todos os casos. O segredo está numa boa análise, em testar várias possibilidades e escolher as mais rentáveis.
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Optimizar a Home page para Conversão

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, August 18, 2009
A sua Home Page é muito mais que a montra da sua empresa na Internet. A sua Home Page pode ser o primeiro contacto da sua empresa com um potencial cliente, pode ser a primeira conversa, pode ser a primeira imagem de marca. A sua Home Page pode definir se um visitante vai continuar a navegar no seu site e saber mais sobre si e os seus produtos, ou não.

É por isso uma parte do site que deve de ser trabalhada com todo o cuidado e que deve respeitar algumas regras de boas práticas. De que vale ter um milhão de visitas por mês se a média de tempo passado no site é de 3 segundos? Qual a probabilidade de algum desse milhão de visitantes se tornar seu cliente?

Deixe-me partilhar consigo uma pequena Checklist de boas práticas para construir uma Home Page de sucesso. Pode aplica-la ao seu site actual ou a um que tenha em construção:

1 - Home Page aparece em 5 segundos;

2 - Home Page explica visualmente o que a empresa faz;

3 - Home Page tem a "Unique Selling Proposition" da empresa;

4 - Home Page não requer navegação horizontal;

5 - Home Page segmenta e direcciona os visitantes;

6 - O design da Home Page é um espelho da qualidade do trabalho da empresa;

7 - O site tem uma estrutura de navegação clara e simples.

Não será suficiente, mas acredite que é um excelente princípio! Converter visitantes em clientes deve de ser sempre um objectivo.
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