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Internet Marketing Success Blog

Vamos falar de Internet Marketing. Partilhamos consigo o nosso conhecimento e experiência!

Social Media Profiles

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, August 27, 2009

Desde há uns meses que se fala muito do boom dos portais de Social Media, de como o Facebook ou o Twitter têm cada vez mais pessoas ligadas e de como estão a mudar a forma de comunicar e estar no mundo. Também para as empresas estas mudanças radicais no comportamento das pessoas traz muitos desafios e oportunidades. Afinal quem não gostaria de aproveitar o facto de alguns milhares ou milhões de pessoas estarem juntas num determinado local ou plataforma para lhes apresentar ou vender o seu produto ou serviço?

Os factos dizem-nos que sim, é possível trabalhar este fenómeno em prol de uma marca ou empresa. Mas para que isso aconteça é necessário primeiro perceber muito bem como funcionam os portais de Social Media, o que fazem as pessoas que os frequentam, o que esperam de uma marca ou empresa e sobretudo o que não esperam. Como em tudo no Marketing e na Comunicação é preciso ter uma estratégia e um plano para que possa resultar.

Um dos passos que qualquer marketeer tem que dar antes de iniciar uma acção de Social Media é entender bem o que cada portal é e o que pode trazer à empresa ou marca. Recentemente encontrei num site de Marketing estrangeiro (http://www.imediaconnection.com) um artigo muito interessante, que classificava os mais conhecidos portais de Social Media de acordo com o perfil dos seus utilizadores e potencial para as empresas e marcas.

Deixo-vos uma cópia fiel dessa secção do artigo, mesmo sem tradução para não perder qualquer significado mal traduzido, que julgo ser um início extraordinário para quem quer começar a pensar numa estratégia de Social Media Optimisation.

Facebook

  • Community mindset: connect
  • Primary demographic: 25 to 45
  • Ideal fit for: entertainment, lifestyle brands, and non-profits
  • Biggest opportunity: using ads to build fans
  • Biggest challenge: few appreciate Facebook advertising
  • Metrics: fans, comments, likes, wall posts
  • Helpful tools: Lexicon, ad interface, applications, analytics, connect, etc.

MySpace

  • Community mindset: connect
  • Primary demographic: 15 to 25
  • Ideal fit for: music and entertainment
  • Biggest opportunity: providing music samples
  • Biggest challenges: noisy; losing market share quickly
  • Metrics: friends, favorites, groups, impressions
  • Helpful tools: Open Platform, MyApps, MySpace Toolbox

LinkedIn

  • Community mindset: connect
  • Primary demographic: 35 to 55
  • Ideal fit for: service providers, industry associations
  • Biggest opportunity: creating thought leadership via Q&A and Groups
  • Biggest challenge: time commitment
  • Metrics: profile connections, best answers, group members, discussions
  • Helpful tools: Applications, Salesforce plug-in

Blogs

  • Community mindset: create
  • Primary demographic: 35 to 55
  • Ideal fit for: technology
  • Biggest opportunity: develop thought-leadership
  • Biggest challenge: requires significant resources over time
  • Metrics: feed subscribers, comments, Technorati score, pingbacks, inbound links, visibility in search engines
  • Helpful tools: WordPress plug-ins

Twitter

  • Community mindset: create (microblogging)
  • Primary demographic: 35 to 45
  • Ideal fit for: service industry
  • Biggest opportunity: customer service, consumer insight, sales and marketing
  • Biggest challenges: noisy; reliability issues; platform limitations
  • Metrics: followers, @ replies, retweets, direct messages, custom hashtags
  • Helpful tools: BingTweets, TweetBeep, TweetDeck, HootSuite, CoTweet, Mr. Tweet, Twitalyzer, blog plug-ins

YouTube

  • Community mindset: vote
  • Primary demographic: 25 to 45
  • Ideal fit for: big brands and entertainment
  • Biggest opportunity: creating viral content (e.g., United Breaks Guitars)
  • Biggest challenges: noise; conversions
  • Metrics: views, comments, subscribers, ratings
  • Helpful tools: TubeMogul, YouTube Insight
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Web Design não é só arte!

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, August 26, 2009
Quando analisamos o volume de pesquisa nos motores de busca de palavras relacionadas com Internet Marketing verificamos que Web Design e as suas variantes são das mais procuradas pelos internautas. Porquê? Na minha opinião porque muitas pessoas ainda privilegiam o grafismo à funcionalidade na hora de fazer um site e entendem que criar um site é uma arte feita por um Webdesigner.

Sem qualquer dúvida que o Webdesigner é um elemento fulcral na construção de um site de sucesso. Afinal o design é aquilo que comunica os valores da empresa, é que torna os produtos e serviços mais ou menos atraentes ao primeiro contacto, e é muito mais que isso. Não entendo design de um Website como uma actividade exclusivamente quase artística, em que o que conta é a inclusão de elementos únicos e diferenciadores em cada solução apresentada.

Tal como noutras actividades, como a arquitectura por exemplo, o design deve de ter em consideração muito mais que a beleza e a arte. Na construção de um Website deve, e por exemplo, de evitar que uma página demore muito a fazer o download, pelo que se devem de evitar elementos de adorno muito belos mas que depois ninguém vê. Se uma página demora mais de 5 segundos a aparecer o mais provável é termos perdido a atenção do visitante. O Web Design deve também preocupar-se com a navegabilidade do site: quão simples é para um visitante encontrar o que procura e navegar pelos diferentes menus? Deve de demonstrar clara e directamente o que se espera que o visitante faça, qual a acção que se pretende a seguir. Isto para dar alguns exemplos.

Ou seja, Web Design não é só arte! Claro que a beleza e a atractividade ajudam, mas se tiver que optar, na minha opinião, mais vale um site simples, limpo, claro e directo que um outro muito cheio de elementos bonitos e modernos, cheio de efeitos e tecnologia, mas que por isso se torna confuso e não atinge os objectivos propostos. Web Design é muito mais que aquilo que à partida possa parecer: é aspecto, cor, desenho, funcionalidade, clareza, comunicação de ideias, simplicidade, naturalidade, e muito mais!

Grande desafio para os Web Designers de hoje, não acham?
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Criar um Site

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, August 25, 2009
A criação de um site é encarada como um passo natural na vida de uma empresa. Como é moderno, como toda a gente tem, sobretudo os concorrentes, e como é relativamente fácil e barato cria-se um site. Algumas não sabem bem que benefícios lhe traz o seu site, mas como o medo de não ter um é bastante grande acabam por fazer qualquer coisa, o mais barato e simples possível, e ficam descansadas. E acabam com um peso morto, um custo que "tem que se ter".

Esta é uma forma de encarar a construção de um site que em nada beneficia as empresas. Quando uma empresa decide dar este passo deveria ter em consideração uma serie de factores que influenciam directamente o desempenho desse mesmo site. Senão vejamos:

1 - Criar um site por si só é como criar um anúncio de televisão sem investir na compra de espaço de antena, ninguém o vê;

2 - Para aqueles que encontram o site na internet a empresa deve de saber que aquele pode ser o primeiro e único contacto que aquela pessoa tem com ela, logo não se deveria pensar que basta que o site tenha o básico. Se assim for é isso que passa para o visitante;

3 - Se o site não tiver instrumentos de conversão que probabilidades temos de transformar um visitante em potencial cliente?

4 - Se o site não tiver um design simples e coerente será que o visitante vai querer navegar muito tempo no mesmo;

5 - Se o cite for criado e ficar com o mesmo conteúdo por muito tempo será que motiva os visitantes a retornarem;

Estas são algumas das considerações que se devem ter quando se decide pela construção de um site. Ter por ter não vale o esforço, é só gastar dinheiro. Um site é uma poderosa ferramenta de marketing que pode trazer um bom retorno às empresas, mas o primeiro passo para que isso aconteça é precisamente considerá-lo isso: uma ferramenta de marketing!
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Bounce Rate - Taxa de abandono

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, August 20, 2009
Bounce Rate é um termo em Inglês que mede a taxa de abandono do nosso site. Com uma ferramenta de analytics robusta podemos saber algo tão detalhado como quais as páginas do nosso website de onde os nossos visitantes nos abandonaram. Porque é que isto interessa? Porque podemos estar a perder potenciais clientes simplesmente porque o nosso site não está do agrado dos nossos visitantes. E é muito mau conseguirmos atrair visitantes mas não os conseguir cativar.

Este indicador pode ser uma preciosa ajuda para aumentar a taxa de conversão de um site. Mas a primeira coisa a fazer, ainda antes de olhar para a "Bounce Rate" é definirmos o que é que podemos considerar "abandono do site": se um visitante abandonar o site na página de agradecimento por ter preenchido um formulário ou por ter comprado algo não podemos considerar essas saídas na taxa de abandono, esses visitantes devem de contar para a taxa de conversão. Depois, se quisermos ser rigorosos podemos definir taxas de abandono aceitáveis por página: imaginemos uma campanha de três páginas, uma de entrada com apresentação geral do produto, outra com mais informação do produto e uma terceira com um formulário para pedido de orçamento. Como não é realista ambicionar uma taxa de conversão de 100% sabemos que temos que ter uma taxa de abandono, mas de quanto? E maior na primeira página ou na última?

Eis algumas dicas de como baixar a taxa de abandono do seu site:

1 - Analise a fonte da visita e as taxas de abandono respectivas;

2 - Analise as palavras-chave que levaram o visitante ao seu site;

3 - Analise a campanha, como é que ela guia o visitante até à conversão;

4 - Analise as horas e os dias, e como as taxas de abandono podem ser diferentes;

5 - Analise a design e o layout das páginas do site;

6 - Analise as "chamadas à acção",

7 - Analise as ofertas especiais, quando as tem;

8 - Analise a navegação interna do site;

9 - Analise os elementos de confiança do seu site;

10 - Analise os seus visitantes e clientes, pergunte-lhes do que gostam e não gostam.

E depois actue! Teste, analise e volte a testar. Lembre-se, isto não é uma ciência exacta e a formula não pode ser a mesma para todos os casos. O segredo está numa boa análise, em testar várias possibilidades e escolher as mais rentáveis.
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Optimizar a Home page para Conversão

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, August 18, 2009
A sua Home Page é muito mais que a montra da sua empresa na Internet. A sua Home Page pode ser o primeiro contacto da sua empresa com um potencial cliente, pode ser a primeira conversa, pode ser a primeira imagem de marca. A sua Home Page pode definir se um visitante vai continuar a navegar no seu site e saber mais sobre si e os seus produtos, ou não.

É por isso uma parte do site que deve de ser trabalhada com todo o cuidado e que deve respeitar algumas regras de boas práticas. De que vale ter um milhão de visitas por mês se a média de tempo passado no site é de 3 segundos? Qual a probabilidade de algum desse milhão de visitantes se tornar seu cliente?

Deixe-me partilhar consigo uma pequena Checklist de boas práticas para construir uma Home Page de sucesso. Pode aplica-la ao seu site actual ou a um que tenha em construção:

1 - Home Page aparece em 5 segundos;

2 - Home Page explica visualmente o que a empresa faz;

3 - Home Page tem a "Unique Selling Proposition" da empresa;

4 - Home Page não requer navegação horizontal;

5 - Home Page segmenta e direcciona os visitantes;

6 - O design da Home Page é um espelho da qualidade do trabalho da empresa;

7 - O site tem uma estrutura de navegação clara e simples.

Não será suficiente, mas acredite que é um excelente princípio! Converter visitantes em clientes deve de ser sempre um objectivo.
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Opt-In - Com a sua Licença

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, August 17, 2009
Certamente que uma das preocupações das empresas que utilizam o e-mail Marketing como uma das suas ferramentas de comunicação são as listas de destinatários. Para quem enviamos a nossa mensagem? Quantos são? Só? E se tivéssemos o dobro dos contactos dobrávamos as vendas?

Estas são questões que requerem uma resposta mais cuidada que há partida se poderia pensar. Um dos balanços que deve de ser feito na constituição e gestão das listas de nomes e endereços é o da quantidade versus qualidade. Hoje não é difícil aumentar significativamente a nossa lista de contactos para e-mail Marketing: podemos comprar bases de dados, podemos recolher endereços através de uma oferta online ou até offline, podemos incluir os nossos clientes, etc. Mas será que isso traz as vantagens pretendidas?

Tenha em consideração que se enviar as suas mensagens para toda a gente deve de contar com uma taxa de resposta inferior, pois as pessoas não se mostraram antes interessadas no seu produto e/ou empresa, e deve de contar também com mais queixas, pois as pessoas não mostraram disponibilidade para receber as suas mensagens. Mas esse é um balanço que tem de ser feito caso a caso, vale o esforço e risco ou não?

Uma boa prática na criação e aumento de listas para e-mail Marketing é o que em inglês se chama o "Opt-In", ou seja, dar a possibilidade ao endereçado de confirmar o seu interesse em receber as mensagens propostas. É uma forma simples e profissional de não se apresentar como um "intruso" na caixa de correio dos seus destinatários, pois perguntou-lhes antes se queriam receber as suas mensagens e eles disseram que sim. Claro que corre o risco de obter um "não", mas será que isso é mau? Não é pior a pessoa receber o que não pediu e não autorizou e ficar com uma má imagem da empresa?

Mas para que as pessoas aceitem receber as suas mensagens eis algumas boas práticas para o envio da primeira mensagem, mesmo para as listas de nomes compradas:

- Não insira os endereços automaticamente na lista principal, ou seja, não lhes envie desde logo as mensagens standard;

- Numa primeira mensagem descreva o seu programa de e-mail Marketing e peça o "Opt-In", a aceitação;

- Descreva os benefícios de receber as suas mensagens;

- Especifique a frequência com que receberão as mensagens;

- Deixe claro que podem desistir de receber os e-mails a qualquer momento que pretendam.

Desta forma terminará com uma lista de contactos mais pequena que o todo, mas certamente mais rica e mais efectiva. Lembre-se que hoje existem milhares de empresas que utilizam e-mail Marketing. E que todas podem comprar bases de dados de contactos. E que todos nós constamos na base de dados de mais que uma empresa. Quando recebemos newsletters ou outros e-mail comerciais de empresas na nossa caixa de correio quais é que abrimos? E mais, quais é que efectivamente lemos? Por mim falo, apenas aquelas que me interessam e pelas quais manifestei interesse. As outras nem sei quem são, não me interessam, acho um abuso, etc. E acredito que não sou o único!
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Web Analytics

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, August 14, 2009
O sonho de qualquer profissional de marketing, além de fazer estratégias e campanhas fantásticas, atraentes e que atinjam os objectivos, é o de conseguir medir os resultados dessas mesmas estratégias e campanhas. Só assim consegue saber a rentabilidade do investimento feito. Só assim consegue ter uma base sólida na hora de decidir fazer de novo ou ajustar o que foi feito.

Nos meios de comunicação tradicionais recorremos aos números disponíveis: tiragem dos jornais, audiência da TV ou da rádio, estimativas, sondagens, estudos de opinião, etc, etc. E ao fim de algum tempo a trabalhar na área a verdade é que se consegue saber muito do sucesso ou insucesso de uma campanha ou acção de marketing apenas com base em estimativas, em sinais. Mas fica sempre a questão: e se pudéssemos saber ao certo?

A comunicação na Internet acaba por ter essa vantagem em relação aos outros meios. Na internet tudo, ou quase tudo, se mede. Na internet podemos saber quantos visitantes tivemos, quantas páginas viram, quanto tempo estiveram no site, qual a página com mais abandonos, de onde vieram os nossos visitantes, podemos até criar formas de saber taxas de conversão, ou seja, dos que nos visitaram quantos fizeram o que pretendíamos. É um mundo fascinante para o marketing!

Imaginem agora o potencial desta realidade. Imagine uma empresa que está hesitante entre investir €2.000 numa campanha para vender o seu novo produto numa campanha Pay per Click ou pagar a um jornal da região essa mesma quantia para um anúncio de meia página. Ambas as ferramentas são válidas e podem ajudar a empresa a atingir os seus objectivos. Mas além de outras diferenças inerentes aos meios em causa, é um facto que na internet com a campanha pay per click podemos saber exactamente o que conseguimos com esses €2.000.

Vejamos: o jornal regional vai dizer à empresa que vendeu X exemplares e que estima que foi lido por Y leitores. Isto permite à empresa calcular um custo estimado por leitor (leitor do jornal, não quer dizer que tenha visto o anúncio). Não quer dizer que o anúncio não tenha sido eficaz, apenas que não podemos medir essa eficácia.

Se a empresa tivesse decidido colocar os mesmos €2.000 numa campanha pay per click saberia quantas pessoas viram efectivamente o seu anúncio, saberia de onde eram essas pessoas, saberia se estariam efectivamente interessadas em comprar o produto se colocasse no site um mecanismos de conversão (e-commerce por exemplo), e muito mais.

Esta é a beleza do Web Analytics. Sabemos o que ganhamos com o investimento e criamos uma base de informação para nos ajudar nas decisões futuras. Não tem uma ferramenta de Analytics no seu site? Hoje não há motivos para isso, o google fornece uma totalmente gratuita, instale-a já e comece a medir a performance do seu site.
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Optimização de Sites para Pesquisas

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, August 11, 2009
SEO, Search Engine Optimization ou Search Engine Marketing são termos cada vez mais comuns no mundo do Marketing na Internet. Mas porquê? Não serão mais umas palavras bonitas para as pessoas ligadas a esta área venderem mais uns serviços? O que é que tem de especial fazer uma optimização de um site para os motores de busca?

Comecemos pelo início. O propósito dos motores de busca é o de retornar aos seus utilizadores os melhores sites relacionados com as pesquisas desses utilizadores. Para isso os motores de busca utilizam algoritmos próprios, que apenas eles conhecem. Por exemplo, se pesquisar a palavra-chave "cruzeiros" num qualquer motor de busca ele dar-lhe à os resultados que melhor se adequam à sua pesquisa (na óptica do motor de busca), resultados esses ordenados por relevância de cada site ou página encontrada e relacionada com "cruzeiros".  É por isso que alguns sites lhe aparecem logo na primeira página do motor de busca e outros que existem nunca chega a conhecer porque estão mais abaixo no ranking de relevância.

Agora vejamos do lado das empresas. Se lhe disser que em Portugal se fizeram cerca de 90.000 pesquisas com a palavra "cruzeiros" só no mês de Julho, que lhe parece? E se acrescentar que mais de 85% do tráfego originado pelos motores de busca vem da pesquisa orgânica, ou seja, desta que estamos a falar (não dos links patrocinados)? E se acrescentar ainda que cerca de 50% das pessoas decidem visitar um dos 3 primeiros sites sugeridos pelos motores de busca? Significa que algumas empresas em Portugal obtiveram alguns milhares de visitas aos seus sites só pelo facto de serem as mais relevantes para o tema "cruzeiros". Será que isto potenciou as suas vendas? Eu diria que sim!

Mas porque é que são essas empresas as escolhidas? Bom, como disse, os algoritmos dos motores de busca não são do conhecimento público, daí que ninguém possa garantir um bom posicionamento para os sites das empresas. Aquilo que os profissionais de Internet Marketing e de SEO podem fazer, e fazem-no, é facilitar o trabalho dos motores de busca. Ou seja, se o propósito deles é retornar aos seus utilizadores o resultado que mais se adequa às suas pesquisas, então vamos tornar claro para os motores de busca que o nosso site é relevante para essas pesquisas. Fácil, não? Por vezes é, mas depende da palavra-chave escolhida e da sua concorrência!
 
Como é que isso se faz? Existem inúmeros sites que nos ensinam os princípios da Optimização de Sites para Motores de Busca. Tecnicamente não é tão simples assim, e dependendo das palavras escolhidas para a optimização pode ser um processo demorado e trabalhoso. Mas uma coisa é chave neste processo, o conteúdo do site é o mais importante. Pode-se optimizar o site para ser facilmente navegável pelos motores de busca, colocar-se todos os metatags necessários, criar muitos links externos, etc, estas e todas as técnicas conhecidas e utilizadas. Mas se o conteúdo não for relevante e rico, o resto é quase inútil.

Se depois de ler este artigo concordar comigo em achar que é importante aparecer nos motores de busca, comece já a optimizar o seu site. Mesmo que não possa ou não ache vantajoso contratar esse serviço a um especialista, pode sempre fazer algo por si: enriquecer o conteúdo do seu site. Explique bem o que faz, o que vende, quem é, que utilizações se podem dar aos seus produtos e serviços, e tudo o que ache relevante para os seus potenciais clientes. E escreva esse conteúdo na óptica desses potenciais clientes, de modo a cativa-los e interessa-los, de modo a clarificar as suas possíveis dúvidas.

Lembre-se, se o site estiver optimizado para os seus potenciais clientes, o mais provável é que os motores de busca o saibam. E se isso acontecer o seu site será bem posicionado, naturalmente. Sem garantias!!!
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Gestão Campanhas Pay per Click

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, August 05, 2009
Muitas empresas já descobriram que existe uma maneira mais ou menos fácil de canalizar tráfego para os seus sites: fazer campanhas pay per click, por exemplo, no Google Adwords. É bastante fácil, pois só precisamos de seguir as indicações dadas pelo Google. E só se paga quando alguém efectivamente vai ao nosso site! Por experiência própria posso afirmar que resulta.

Mas tenho que partilhar convosco a minha opinião acerca da gestão destas campanhas. Tal como noutra actividade de Marketing que você possa desenvolver, é necessário que tenha objectivos definidos, um plano e que dedique recursos à sua gestão. Porquê? Porque senão está a gastar dinheiro e não sabe se o está a fazer da forma mais eficiente e que retorno está a ter. Não se deixe iludir pela facilidade de implementação desta ferramenta, utilize-a mas de forma estruturada. Antes de iniciar uma ou várias campanhas de pay per click pergunte-se:

1 - Que público quer atingir? A resposta a esta pergunta pode limitar o horário de apresentação dos anúncios, a localização geográfica de quem pesquisa na internet, a sua mensagem, etc;

2 - Que objectivos tem? Ajuda-o a definir por exemplo a mensagem, a página do seu site onde quer que os visitantes "aterrem", etc;

3 - Que keywordds se adequam aos seus objectivos e orçamento? Poderá construir inúmeros anúncios para a mesma campanha, um para cada grupo de keywords, ajudando assim os visitantes a identificarem o seu site com a sua pesquisa;

4 - Como vai medir os resultados? Que indicadores vai querer acompanhar? Que fazer perante determinado cenário?

5 - Que recursos vai dedicar à Gestão das campanhas? Sim, porque ao longo da campanha você pode ver que anúncios resultam melhor, que keywords lhe trazem mais visitantes ou mais conversões, e agir em função dessas análises, optimizando o seu investimento.

Sem dúvida que os motores de busca como o Google nos deram uma ferramenta de Marketing fácil de utilizar e eficiente. Mas não cometa o erro de pensar que basta lá colocar um monte de palavras e um anúncio e que as coisas acontecem. Lembre-se que esta ferramenta também está à disposição da sua concorrência e que tal como qualquer outra ferramenta de marketing, quem melhor a utilizar melhores resultados obtém. Tão simples como isso!
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10 dicas para fazer Campanhas de E-mail Marketing

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, August 03, 2009
Fazer campanhas de e-mail marketing é relativamente fácil e barato. Fazer boas campanhas de e-mail Marketing é um pouco mais difícil. E fazer campanhas de e-mail Marketing de sucesso é ainda mais exigente, mas pode continuar a ser relativamente barato.

Desde um e-mail com meia dúzia de frases que enviamos para os nosso amigos a anunciar um novo produto, passando por um e-mail normal que se envia para uma lista de endereços mais ou menos desconhecidos, até uma campanha mais profissional em que se enviam newsletters para uma lista de pessoas que demonstraram vontade previamente de que queriam receber informação de uma empresa, há de tudo no nosso mercado. E há campanhas de grande sucesso, e outras nem por isso.

Hoje vou partilhar convosco 10 dicas de como fazer uma campanha de e-mail Marketing de sucesso. Não chega fazer aquilo que vou escrever, mas acreditem que é uma grande ajuda!

1 - Leia os Jornais, aprenda com a imprensa a escrever títulos que chamam a atenção e "vendem";

2 - Focalize-se num Objectivo;

3 - Seja claro na identificação do emissor da mensagem, crie confiança e familiaridade;

4 - Inicie a mensagem com a informação chave, ou um resumo do seu conteúdo;

5 - Personalize a sua mensagem, se possível em função do destinatário;

6 - Se pretende alguma acção, crie alguma urgência;

7 - Seja um lider, oriente e eduque a sua audiência acerca do seu negócio;

8 - A palavra "grátis" ainda funciona;

9 - Planeie o envio, utilize sistemas de envio que evite ser SPAM;

10 - Teste, Teste e volte a testar. Não envie algo antes de estar "perfeito".

Na minha opinião, um simples envio de e-mail através do outlook, na maioria das vezes não pode ser chamado de e-mail Marketing. Esta técnica e ferramenta de Marketing, como outras, exige um sistema, um processo, um plano e um objectivo. Só assim se podem desenhar, construir, implementar e medir campanhas de e-mail Marketing profissionais e de sucesso para as empresas.
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