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Internet Marketing Success Blog

Vamos falar de Internet Marketing. Partilhamos consigo o nosso conhecimento e experiência!

Erros a evitar no Design de uma Landing Page

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, May 07, 2010

Apesar de já ter quase um ano, só recentemente tive oportunidade de ver o webinar "7 Deadly Sins of Landing Page Design" dado por Tim Ash e promovido pela própria Google. Achei tão espectacular que achei que devia de escrever sobre ele. Para aqueles que não disponham de tempo ou energia para ver os 75 minutos do webinar aqui fica um resumo, à minha maneira!

Quando uma empresa decide fazer uma campanha de marketing na Internet utilizando o Google Adwords, ou qualquer outro meio de Paid Seacrh Markeitng, a primeira meta que estabelece é sempre: "quero as palavras-chave certas e o mais baratas possível". Tudo certo, é um desejo compreensível, e deve de fazer parte dos objectivos de qualquer campanha. Mas muitas empresas esquecem-se da segunda parte da equação: a página onde os visitantes vindos da campanha aterram.

O objectivo final de uma campanha de Paid Search Marketing raramente é o número de visitas ou o preço médio que pagamos por cada visita. O objectivo final é a conversão, ou seja, a acção que os visitantes fazem quando aterram no nosso site. O objectivo final é uma venda, ou um contacto telefónico, ou uma subscrição de uma newsletter, etc. Daí que tão importante como conseguir os visitantes certos ao menor preço possível é o ter uma página para os receber que os motive a agir de acordo com os nossos objectivos. E é neste contexto que as dicas partilhadas por Tim Ash no tal webinar que falei são tão úteis, valem literalmente dinheiro.

Tal como o Tim Ash vou escrever na negativa, ou seja, na perspectiva do que não fazer. Faça o contrário e será bem sucedido.

1 - Um objectivo de conversão pouco claro. Quantas vezes lhe aconteceu chegar a um site e não perceber se querem que você faça alguma coisa? Compro agora ou ligo-lhes? Preencho o formulário ou mando-lhes um e-mail? A propósito, onde estão os contactos?

2 - Ter demasiadas opções. E aqueles sites que têm na mesma página 4 produtos em promoção com chamadas de atenção igualmente apelativas, mais um formulário para subscrever a newsletter e ainda uma rapariga bonita a convidar para ligar o número grátis para saber mais? Em que ficamos, que fazemos?

3 - Pedir demasiada informação. Vamos ser honestos connosco próprios: que informação precisamos de alguém que quer falar connosco? Nome e telefone ou e-mail, certo? Então para quê pedir como obrigatório a morada, a empresa, o motivo, o estado civil ou outros que só desmotivam quem está do outro lado? A informação supérfula mas importante para a empresa, por exemplo para uma base de dados para e-mail Marketing, pode ser pedida depois quando a relação estiver mais cimentada.

4 - Demasiado texto. Para quem nunca se apercebeu aqui fica a novidade: nós na internet não lemos, fazemos um scan às páginas. Lemos os títulos, as palavras que nos chamam a atenção, as imagens e legendas, e o que mais se destaca na página. E só se encontrarmos algo interessante avançamos para a leitura do detalhe, do texto. Além de esteticamente discutível, uma página com muito texto é confusa e cansativa.

5 - Não manter a promessa feita. Lembre-se que continuamos a falar num contexto de campanha de Paid Search Marketing. Os visitantes vêm de um anúncio de texto que dizia algo. Se o anúncio dizia que a empresa oferece uma amostra grátis não diga agora na página que oferece mas mediante a compra de algo. Não foi isso o prometido, logo vou-me embora!

6 - Ter muitas distracções visuais. Se o objectivo é, por exemplo, a subscrição de uma newsletter, esse deve de ser o destaque da página. Mas por vezes caímos na tentação de lá colocar também a promoção premium que temos, e uma foto linda da nossa empresa, e o nosso claim em flash, e....

7 - Falta de credibilidade e confiança. Na internet como na vida real a primeira impressão conta. E na internet como na vida real, a informação que recolhemos da empresa e das pessoas posteriormente consolidam ou mudam essa primeira impressão. Se quer que os visitantes executem a acção que deseja tem que lhes dar confiança para isso. Eis algumas formas: selos de garantia contra hackers, os selos dos seus parceiros de pagamentos online, a sua morada física, um telefone para onde se possa ligar, uma fotografia da empresa, uma fotografia do Administrador da empresa.

Como vê não é difícil. Faça exactamente o contrário do que aqui descrevi e terá uma Landing Page que potencialmente converte muitos visitantes em potenciais clientes. E se quiser ver o original, que é sem dúvida melhor que esta dissertação, invista uns minutos do seu tempo. Vale a pena, acredite!

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Um blog é melhor que um website?

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, April 13, 2010

Escrever num Blogue é a forma mais rápida de passar a sua mensagem online, a qual pode ser apresentada ao seu público-alvo quase instantaneamente. Um website pode ser uma ponderosa ferramenta de Marketing para a sua empresa, mas é um pouco mais complicado de editar e de adicionar informação nova. Para transmitir novas mensagens constantemente um Blogue tende a ser mais funcional para a maioria das pessoas.

Se você já tem um website o seu objectivo será que a sua mensagem seja ouvida ou seja lida.

A maioria das empresas que já têm um Blogue sabem que é muito fácil manter e publicar nova informação na internet. Não é necessário aprender a mexer na “Administração”, como num site, escrever um artigo num Blogue é tão fácil como escrever num fórum ou enviar um e-mail.

Blogues vs. websites

  1. Os Blogues são activos e os websites são passivos. Através de um Blogue pode transmitir a sua mensagem via RSS sempre que uma nova informação está disponível. Os sites normais têm que esperar que os motores de busca os descubram e verifiquem que existe nova informação.
  2. Os Blogs são mais rápidos. A sindicância RSS é instantânea. O Technorati e outros motores de busca de Blogues indexam uma nova mensagem em minutos após a sua publicação.
  3. Os Blogues criam um envolvimento. Quando o conteúdo é suficientemente interessante é muito fácil os visitantes subscreverem o Blogue para que sejam notificados cada vez que é publicada uma nova mensagem.
  4. Os websites são pesados e caros; os blogues são simples e baratos.
  5. Actualizar um Blogue é rápido. Pode faze-lo no aeroporto, no intervalo entre reuniões, naqueles 10 minutos livres depois de almoço. Para actualizar um website tem que ligar ao seu webmaster, dar instruções e esperar que ele faça as actualizações.
  6. Comunicação Social. É mais provável que a Comunicação Social encontre um “post” seu num Blogue que o seu website.
  7. Público-Alvo. Pode aprender sobre o seu público-alvo num Blogue.
  8. Marketing. Sempre que publica conteúdo num Blogue está a fazer marketing. Num website, nem sempre!
  9. Os Blogues têm as mais recentes novidades. São, pelo menos devem de ser, actualizados com regularidade, pelo que os visitantes tendem a confiar que a sua informação é mais actual que a de um website normal.
  10. Interacção e participação. Os Blogues facilitam a conversa, o deixar um comentário, o receber uma resposta a um comentário. Fomentam a interacção e participação do visitante.

 

Quer isto dizer que não é preciso ter um Website? Não, de todo. Mas complementar um website com um Blogue permite que uma empresa se torne dinâmica online e alimente a sua presença com actualizações de conteúdo constantes. E cada vez mais, na internet o conteúdo é rei!

 

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Premissas para a utilização de qualquer Rede Social

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, March 16, 2010
Cada plataforma de Rede Social (LinkedIn, Facebook, Blogs, entre outros) tem as suas regras e regulamentos, mas as premissas listadas em baixo aplicam-se a todas elas. Se já utiliza as redes sociais na sua empresa, ou está a pensar em faze-lo, assegure-se que todos os seus empregados envolvidos seguem estas orientações.

Seja Transparente - A sua honestidade, ou falta dela, é rapidamente notada num ambiente de rede social. Se está a conversar sobre os seus produtos ou serviços utilize o seu nome, apresente-se como representante da sua empresa e clarifique o seu papel. Se tem um interesse comercial no que está a discutir seja o primeiro a deixar isso bem claro.

Seja Judicioso - Assegure-se que o seu esforço para ser transparente não viola as regras de privacidade e comunicação da sua empresa. Se quer escrever sobre a concorrência tenha a certeza que sabe do que fala e que tem permissão para o fazer. E seja astuto na protecção da sua privacidade, na protecção da informação confidencial da sua empresa. Tudo o que publicar estará acessível para muitas pessoas e durante muito tempo, pelo que pondere cada "post" ou texto.

Escreva aquilo que sabe - Escreva sobre os temas em que é especialista, sobre aquilo de que realmente percebe. E escreva na primeira pessoa. Se escrever num Blog ou site fora da sua empresa não se esqueça de deixar bem claro se está ou não está a falar em nome da empresa. Se não está diga claramente que as suas opiniões não são necessariamente as posições da empresa. E respeite a propriedade intelectual da empresa, a sua confidencialidade, patentes, informação financeira, etc. Lembre-se que em última instância cada individuo é responsável pelo que escreve.

Percepção é a Realidade - Nas redes sociais a linha que separa o público do privado, o pessoal do profissional, é muito ténue e confusa. Apenas pelo facto de você se identificar como representante da sua empresa já está a criar uma percepção das suas competências e as da sua companhia. Assegure-se que todo o conteúdo associado a si está em linha com os seus valores e os da sua empresa.

Trata-se de uma Conversa - Fale com os seus leitores da mesma maneira que faria com as pessoas reais numa situação profissional. Evite uma linguagem muito técnica e elaborada. E não tenha problemas em expor a sua opinião.

Está a acrescentar valor? - Todos os dias são publicados milhões e milhões de textos online. A melhor maneira de fazer com que o seu seja lido é escrevendo coisas que as pessoas valorizem. Uma comunicação nas redes sociais deve de ajudar os seus clientes, parceiros ou empregados. Deve de transmitir um sentimento de comunidade. Se o seu texto ajuda as pessoas a aprender algo, se as ajuda a melhorar o seu negócio, a resolver algum problema, então está a acrescentar valor.

A responsabilidade é sua - O que escreve é da sua responsabilidade. A sua participação nas redes sociais como representante da sua companhia deve de ser encarada seriamente e com total respeito pela sua empresa. Siga também as regras e regulamentos impostos por cada portal social.

Crie algum entusiasmo - Partilhe com o mundo os projectos excitantes da sua empresa, sem comprometer as regras de confidencialidade.

Seja um líder - A linha que separa uma discussão construtiva duma reacção inapropriada é muito ténue. Não diga mal da concorrência, e não tente responder a todas e cada uma das reacções menos positivas que tenha. Enquadre a sua conversa numa perspectiva que admite diferentes pontos de vista e não entre em discussões demasiado acesas. Lembre-se que tudo o que escreve não pode retirar.

Fez asneira? - Se errou, admita-o. Seja directo e rápido a corrigir esse erro.

Se não está confortável, reflicta - Se está prestes a publicar algo e não tem a certeza se deve, não carregue no "send". Faça uma pausa e reflicta no que escreveu. Corrija o que achar que deve de corrigir, discuta as suas dúvidas com um colega ou chefe. O que publica é da sua responsabilidade, por isso tenha a certeza que é isso que quer publicar.

Falar em nome da sua empresa é algo muito sério e que deve de ter um plano e regras claras para todos. Se os responsáveis das empresas não entregam a responsabilidade de falar com a comunicação social a qualquer empregado ou empresa porque é que o hão de fazer com as redes sociais? O assunto é sério, por isso pondere bem a sua estratégia.
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A Rede de Conteúdos do Google Adwords

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, March 09, 2010

Quem já anuncia no Google Adwords já notou que existe a hipótese de colocar anúncios nas redes de pesquisa do Google e dos seus parceiros, e que existe também a hipótese de colocar os anúncios nas Redes de Conteúdos dos parceiros do Google. Por defeito, quando criamos uma nova campanha ambas as possibilidades estão seleccionadas, ou seja, todos os anúncios de texto que criar são apresentados quer nas redes de pesquisa quer nas redes de conteúdo.

Para as empresas e/ou empresários com pouca experiência na gestão de campanhas no Google Adwords, ou com pouco tempo para as gerir, esta é a melhor opção: deixar tudo como vem por defeito e deixar o Google fazer uma boa gestão. Mas para aqueles que pretendam uma gestão mais profissional e uma optimização de resultados existem alguns princípios que importa ter em atenção.

Num artigo que publiquei em Janeiro último, "Anunciar no Google ou Anunciar no Facebook", elaborei uma explicação mais ou menos minuciosa sobre o porquê de apostar numa campanha de CPC (custo por click) ou numa campanha CPM (custo por mil impressões). A diferença entre as redes de pesquisa e de conteúdo do Google Adwords neste contexto é a mesma que referi nesse artigo, ou seja, se o objectivo é a angariação de visitas para um site e fomentar a conversão o melhor é apostar nas redes de pesquisa; se o objectivo é divulgar um serviço, marca ou produto e criar "brand awareness" então aposte nas redes de conteúdos (tal como antes disse que devia de apostar no Facebook). Um dia deste tenho que escrever um artigo sobre as diferenças entre o Facebook e as Redes de Conteúdo do Google Adwords!

Se os objectivos que levam à utilização das redes de conteúdo são outros, também a gestão da campanha implica outras técnicas e métodos. E outro nível de conhecimento do Google Adwords. Eis algumas dicas para uma boa gestão de uma campanha desta natureza:

1 - Crie uma campanha independente para as Redes de Conteúdo. As palavras-chave poderão ser mais restritas, você vai querer analisar os resultados com independência e provavelmente vai querer colocar anúncios diferentes dos que coloca na rede de pesquisa.

2 - Pondere a utilização de Banners, além dos anúncios de texto. Em muitos dos sites parceiros do Google na rede de conteúdos existe a possibilidade de apresentar o seu anúncio com uma imagem, uma animação e até um pequeno vídeo. Aproveite a oportunidade e ajude a criar a imagem de marca que pretende com esta ferramenta.

3 - Faça uma escolha criteriosa dos sites da rede de conteúdos onde quer anunciar. Se o seu produto ou marca é um produto de massas e de público indiferenciado esta dica poderá não fazer muito sentido. Mas se o seu produto se dirige a um público-alvo especifico, se a mensagem que pretende comunicar não deve ser veiculada em todo o tipo de sites, se o seu produto é um produto técnico e para especialistas, etc, escolha os sites onde o seu anúncio pode ser apresentado. Escolha as categorias ou escolha mesmo site a site. Verá que os resultados serão muito mais rentáveis.

4 - Utilize como um dos indicadores de performance da campanha o nível de pesquisa da marca que está a trabalhar. Naturalmente se a sua mensagem estiver  a passar terá mais pessoas a pesquisar a sua marca no Google.

Anunciar na rede de conteúdo do Google Adwords é quase como anunciar nos jornais ou televisão: compramos uma série de impressões que pressupomos que levem a uma série de visualizações por parte do nosso público. E tal como nos meios de comunicação tradicionais podemos escolher se anunciamos nos generalistas, nos especializados, nos de nicho, etc. Com a vantagem adicional de se poder medir os resultados com um nível de detalhe fantástico.

Estamos a entrar numa fase em que podemos complementar qualquer campanha de qualquer marca com uma campanha de Marketing Digital através do Google Adwords, ou similares. Já não se trata apenas do pequeno empresário que anuncia os seus serviços localmente para angariar clientes, esta possibilidade abre as portas às grandes marcas que podem comprar milhões de visualizações online tal como compram espaço numa revista.

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PPC agressivo versus SEO

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, February 08, 2010
Muitos dos anunciantes de PPC (pay per click), no Google Adwords por exemplo, já se aperceberam que com o tempo torna-se mais difícil rentabilizar o orçamento que investem. A principal razão para isso acontecer tem a ver com a concorrência existente nessa ferramenta de Marketing, que é cada vez maior.

Quem trabalha com campanhas de PPC há algum tempo recorda-se certamente que as palavras-chave mais interessantes eram habitualmente baratas e canalizavam tráfego muito lucrativo aos seus websites. E esses anunciantes têm-se certamente apercebido que com o passar do tempo precisam de investir mais dinheiro para conseguirem o mesmo número de visitas, e muito mais dinheiro para conseguirem o mesmo número de contactos. Porquê?

Por duas razões principais: por um lado existem mais cada vez mais empresas a fazer campanhas de PPC e a concorrer pelas mesmas palavras, e por outro lado a existência de mais empresas na área de links patrocinados faz com que quem pesquisa na internet tenha mais opções de escolha (por vezes cada vez mais profissionais) e não precise de contactar o primeiro site minimamente interessante que encontram . Se por um lado aumenta o custo por click por outro diminui a taxa de conversão.

Num cenário altamente competitivo temos empresas que estão constantemente a subir o preço que estão dispostas a pagar pelas palavras-chave mais interessantes. Ora se a empresa A está disposta a pagar €1 por click a empresa B dispõe-se a pagar €1,5 para não perder posição. E a empresa C que também quer entrar no mercado quer pagar €2; a empresa A volta a subir para €2,5, a empresa B para €3 e por aí fora. Ora chega um momento em que a palavra deixa de se tornar interessante. A não ser que o site consiga uma taxa de conversão extraordinária não é suportável pagar mais que um determinado valor pelas palavras, deixa de ser rentável para o anunciante.

Então o que fazer, deixar de fazer campanhas PPC? Julgo que não, esta continua a ser uma excelente ferramenta de Marketing capaz de angariar muitos potenciais clientes para as empresas. Na minha opinião existem 3 estratégias possíveis para rentabilizar o investimento numa situação em que vários concorrentes entram numa guerra pelo melhor posicionamento:

1 - Estratégia Defensiva. Em qualquer negócio ou área de negócio existem palavras-chave com muita pesquisa, outras com pesquisa média e outras apenas com alguma pesquisa. Claro que as que têm mais pesquisa são as que toda a gente quer, logo as mais caras. Mas as outras palavras-chave também canalizam visitas ao seu website. Então se você tem apenas €20 para investir por dia porque não conseguir 40 visitas a €0,5 cada uma em vez de 20 visitas a €1?

2 - Estratégia Agressiva. Claro que a sua empresa pode ter recursos e querer afirmar-se como líder incontestável no seu negócio. E essa liderança pode trazer-lhe muito bons resultados também. Nesse caso comece por fazer uma revisão do seu website e das páginas para onde está a canalizar as visitas vindas das campanhas de PPC. Não se pode dar ao luxo de pagar fortunas pelas visitas e ter uma taxa de conversão muito baixa! Depois de o ter feito garanta que a campanha que está a fazer está "perfeita": tem as palavras-chave certas, os anúncios certos, a localização geográfica pretendida, etc. E finalmente, disponha-se a pagar o preço que for pelos clicks. Se quer pagar até €1 e o seu anúncio (optimizado) aparece no 4º ou 5º lugar, suba a parada para €1,5. Não chega, coloque €2. E acompanhe os resultados diariamente se possível. Lembre-se, a sua estratégia foi entrar numa guerra, há que combatê-la todos os dias!

3 - Ponderar uma campanha de SEO (Search Engine Optimization). Em Português poderemos dizer que se trata de uma optimização do website para os motores de busca. Porquê? Por uma questão matemática! Num cenário em que paga, por exemplo, €2 por visita numa campanha de PPC por uma determinada palavra, significa que para ter 500 visitas com origem nessa palavra pagará €1.000. Num outro cenário em que o seu website surge naturalmente na 1ª página do Google para essa mesma palavra (do lado esquerda da página) será que teria essas 500 visitas na mesma, sem pagar por elas? Não sei, mas é um cenário possível para muitas palavras-chave. Pois, como disse a questão é matemática: a partir de que momento é que fica mais barato investir numa estratégia de SEO do que pagar numa campanha de PPC. É sempre uma análise interessante!

E ambas as formas de trabalhar são complementares, pois um anunciante pode (e deve) investir numa campanha SEO para algumas palavras-chave e apostar numa campanha de PPC para as restantes. Dessa forma consegue uma melhor rentabilidade do dinheiro que investe em Internet Marketing. 
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Anunciar no Google ou anunciar no Facebook?

Carlos Alberto Silva Venancio - Sunday, January 17, 2010
Ou utilizando outros termos, pagar por clique ou por visualização do anúncio? Pagar apenas e só quando temos uma visita ao nosso site ou pagar por um número de impressões, termo utilizado para definir o surgir do nosso anúncio no ecrã do computador dos internautas? E claro, entre outras possibilidades que não vou aqui enumerar, devem as empresas anunciar no Google ou no Facebook quando decidem investir em Paid Search Marketing?

Antes de continuar a emitir a minha opinião gostaria de esclarecer que não tenho qualquer relação privilegiada nem com o Google nem com o Facebook, nem ganho nada em reduzir as possibilidades deste artigo a esses dois gigantes da internet. Faço-o por uma questão de simplicidade, porque serão afinal os dois maiores gigantes actuais da internet, os locais onde os internautas passam mais tempo e porventura as duas empresas que melhor trabalham o Paid Search Marketing. 

Continuando, devem as empresas apostar em colocar os seus anúncios no Google ou no Facebook? E devem de apostar em Pay per Click (PPC) ou em Custo por Mil Impressões (CPM)? Como sempre, depende dos objectivos de cada negócio.

O Google é por definição um motor de busca, ou seja, um local onde as pessoas pesquisam produtos, serviços, artigos, conteúdos, etc. Quer isto dizer que quem vai ao Google normalmente não o faz pelo Google em si, fá-lo para encontrar outros sites com o que procura na internet. O Google não é mais que um intermediário entre os sites que estão na internet e as pessoas que os procuram.

Se o seu objectivo é angariar visitas ao seu site, visitas de pessoas interessadas nos seus produtos ou serviços, e decidiu investir em Paid Search Marketing, o melhor que tem a fazer é investir no Google Adwords. A resposta aos seus objectivos é directa: você coloca o anúncio, as pessoas pesquisam e encontram o seu anúncio e se clicarem e forem ao seu site você paga um valor ao Google. Simples, directo e, deixem-me dizer-vos, eficaz.

O Facebook é por definição um portal social, um local onde as pessoas gostam de passar o seu tempo, muitas vezes tempo de lazer. Um local onde se partilha com os amigos, se conversa e se joga. Ou seja, ninguém vai ao Facebook procurar produtos, serviços, empresas, outros sites. É para isso que serve o Google! O Facebook é um site onde cada visitante vê muitas páginas, pois navegam de um lado para o outro: das páginas dos amigos para a página principal, para as páginas dos jogos, para os Questionários, etc. E em muitas dessas páginas o Facebook reservou um espaço privilegiado para exposição de anúncios.

Se o seu objectivo é divulgação de uma marca, dar-se a conhecer ao público e criar o seu espaço na sua mente, então o Facebook pode ser uma excelente ferramenta. Como disse, ninguém vai ao Facebook procurar uma empresa para comprar o que quer que seja, da mesma maneira que ninguém compra um jornal para esse efeito. Mas o Facebook é óptimo para se conseguirem visualizações, pois cada página que é carregada no Facebook é uma visualização / impressão. Tal como num jornal se considera que cada número vendido é uma visualização / impressão. Agora faça as contas: no Facebook é possível conseguir 100.000 impressões por €15 ou €20!

E quanto à segunda questão: PPC ou CPM? Na minha opinião a resposta é muito semelhante à que dei para a escolha entre o Google e o Facebook. Apostar em PPC quando queremos visitas ao nosso site, queremos acção imediata, conversão. Apostar em CPM quando queremos notoriedade, conquistar espaço na mente do potencial cliente.

E neste momento os mais entendidos estarão a pensar que não podemos relacionar PPC só com o Google, pois também existe no Facebook. Nem CPM apenas com o Facebook pois também existe no Google. E têm toda a razão, mas eu acho que pela sua natureza nem o Google funciona com CPM tão bem como o Facebook, nem este funciona tão bem como o Google em PPC.

Mas, como sempre nisto do Internet Marketing, o segredo está em arriscar, tentar e medir para avaliar os resultados. E depois agir em conformidade. Se você acredita que uma campanha PPC pode ser rentável no Facebook, avance, invista. E se os resultados forem positivos, excelente. O que conta é isso mesmo, os resultados.

De uma coisa não tenho dúvidas, as empresas que decidam trabalhar Paid Search Marketing de uma forma profissional podem conseguir excelentes resultados no mercado. O segredo está em saber que meios melhor se adequam aos seus objectivos e como os utilizar correctamente.
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Podem as empresas ignorar as redes sociais?

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, January 06, 2010
Podem, mas plagiando o anúncio da ZON, não é a mesma coisa. Os números são reveladores do impacto das redes sociais na internet e na própria vida das pessoas. Quer as empresas queiram, quer não queiram, quer as empresas estejam nas redes sociais quer não estejam, a realidade é que elas já fazem parte da vida das pessoas, e a realidade é que se fala sobre empresas e marcas lá dentro.

Vi e li informações nas últimas semanas que mostram bem a dimensão deste fenómeno. Segundo o Bareme Internet divulgado em Novembro último pela Marktest, 1,4 milhões de portugueses residentes em Portugal continental com mais de 15 anos acedem habitualmente às redes sociais. Falamos de sites como o Facebook, Hi5, Twitter, MySpace, entre outros. E desengane-se quem pensa que isto é apenas utilizado pelos mais novos, muitos destes 1,4 milhões são adultos.

Vejamos o exemplo eventualmente mais conhecido, o Facebook. Este site tem a sua versão Portuguesa desde Setembro de 2008. Hoje, dados vistos no próprio site, tem 1.230.760 pessoas registadas, das quais cerca de metade o utilizam diariamente. Destes 317.740 têm entre 18 e 24 anos, e pasme-se, 130.720 pessoas registadas têm mais de 45 anos. Não, não é só para os mais novos que percebem destas novas tecnologias. E o Facebook estima que no verão serão cerca de 2 milhões os portugueses registados no site.

Mas porque é que isto pode ser importante ou interessante para as empresas? Para além do número de pessoas reunidas num mesmo local, que por si só representa uma oportunidade de todo o tamanho? Parece que a média de páginas vistas no Facebook por cada utilizador por dia é superior a 50 páginas. Isto significa que o site é um local onde as pessoas passam tempo, vêem coisas, lêem informação. Onde as pessoas trocam ideias, comentam acontecimentos, e claro, falam das suas experiências com marcas, empresas e produtos. Falam bem, e falam mal, mas falam.

As empresas podem optar por ignorar este fenómeno, mas talvez devessem considerar dar-lhe alguma atenção. E claro que não é possível controlar o que se diz de uma marca ou empresa, cada um é livre de dizer o que quiser, como acontece nos Blogs por exemplo. Mas é possível aproveitar esta forma de estar das pessoas em prol das empresas.

Porque não pensar em monitorizar o que já se diz da sua empresa ou marca? Porque não criar uma presença profissional da sua empresa ou marca nas redes sociais? Provavelmente alguns consumidores esperam que isso aconteça, que exista uma presença profissional e credível no local onde eles passam parte do seu tempo. Não para os encher com publicidade e incentivos de compra, mas para os esclarecer, informar, para estar disponível quando têm uma questão para colocar. Para fomentar uma relação de proximidade muitas vezes impossível no mundo real. E já agora, agindo correctamente e de forma não intrusiva, porque não aproveitar as redes sociais para divulgar a sua empresa, marca ou produtos?

A conclusão é clara, na minha opinião. As empresas podem continuar a ignorar as redes sociais e continuar a acreditar que elas não terão qualquer influência no seu negócio. E continuar a dedicar todos os recursos aos jornais, TV, rádio, direct marketing, e todos os meios tradicionais. Mas aquelas que melhor se adeqúem aos hábitos e anseios dos consumidores são as que terão mais sucesso. Sempre assim foi, ou o que é que acham que aconteceu quando apareceu a televisão? As empresas que acreditaram que deviam de apostar os seus esforços de marketing no meio mais popular para as pessoas foram as que conseguiram sucesso mais imediato na altura.

Se as empresas podem ignorar as redes sociais? Podem, não sei é durante mais quanto tempo!
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A internet faz parte dos Mass Media

Carlos Alberto Silva Venancio - Saturday, January 02, 2010

Durante os últimos dias de 2009 vi e li várias notícias e estudos acerca do acesso e utilização à internet em Portugal. Encontrei números e factos que suportam objectivamente aquilo que as pessoas que trabalham nesta indústria afirmam nos seus actos de venda: investir na internet pode ser rentável para as empresas.

No final do ano foi publicado pelo Observatório da Comunicação o estudo "A internet em Portugal 2009" com alguma informação sobre o modo como os Portugueses acedem e utilizam a internet. Segundo este estudo 38,9% da população Portuguesa tem acesso e/ou utiliza a internet. Em números redondos são cerca de 4 milhões de pessoas! Que outros meios de comunicação e informação chegam a tantas pessoas? Televisão, rádio, jornais? Sem dúvida, mas isto leva-me a uma conclusão: a internet não é um meio de nichos como por vezes se pensa, já não é uma forma de chegar apenas a alguns. A internet passou a ser um meio de massas que cresce a um ritmo alucinante; em teoria passou a ser possível comunicar na internet com tantas ou mais pessoas como se faz num anúncio transmitido em prime time na televisão.

Entre os muitos números interessantes publicados no mesmo estudo encontrei um que é de particular interesse para quem pensa utilizar a internet com fins empresariais: em 2009 67,6% dos internautas utilizaram a internet para procurar informação sobre produtos. Ora se não estiver enganado nas contas são mais de 2,5 milhões de pessoas. 2,5 milhões, um quarto da população portuguesa! Que outros meios de comunicação permitem a uma empresa chegar a tantas pessoas? Os meios ditos tradicionais, sem dúvida. Mas mais uma vez afirmo, chegou a altura da internet ser encarada como um meio de massas.

Claro que a pergunta legitima poderá ser: mas se eu publicar um anúncio na internet, como faço num jornal de grande tiragem ou num intervalo da telenovela da TVI, posso conseguir comunicar com o mesmo número de pessoas? Dificilmente! Claro que pode publicar um vídeo no Youtube que seja visto por milhões de pessoas, mas isso será uma excepção e nunca a regra. Mas isso não invalida que seguindo uma estratégia robusta consiga comunicar com todas essas pessoas, não de uma vez, não com uma actividade apenas, mas pode conseguir. Daí que eu afirme que a internet é um meio de massas, não porque podemos falar com milhões de uma vez mas porque podemos falar com milhões utilizando-a correctamente.

Mas será que isto é uma desvantagem? Na minha opinião, não. Pode inclusive ser uma vantagem. Quantas pessoas que vêem o seu anúncio num jornal ou televisão pertencem ao seu público-alvo? Melhor, quantas não pertencem? E se você pudesse não pagar pelas visualizações que não lhe interessam? Quanto pouparia? Teoricamente, na internet isso é mais fácil, pagar apenas pela comunicação com o público-alvo certo!

Imagine um jornal que apenas é distribuído nas casas das pessoas que num futuro próximo estão interessadas em comprar o seu produto ou serviço. Imagine que neste mês de Janeiro existem 5.000 pessoas interessadas no seu produto ou serviço e que um jornal lhe diz que consegue uma tiragem exclusiva de 5.000 exemplares apenas para essas mesmas pessoas. Quanto estaria disposto a pagar para anunciar nesse jornal? Imagine que um canal da TV cabo consegue transmitir os anúncios dos seus anunciantes apenas nas casas das pessoas interessadas nos produtos e serviços desses anunciantes. Imagine que na sua televisão você estaria a ver um anúncio sobre uma viagem às Maldivas (porque você está a ponderar realiza-la) mas que na televisão do seu vizinho, que espera o segundo filho,  à mesma hora passa um anúncio sobre mobílias de quarto para bebé. Quanto estaria disposto a pagar para poder colocar os seus anúncios desta forma nestes meios de comunicação.

Imagine ainda que apenas pagaria consoante o número de pessoas que realmente viram o anúncio, e não por tiragens ou por shares de audiência. Pois esta forma imaginária de anunciar os seus produtos e serviços é aquilo que a internet, em teoria, lhe proporciona. Voltando aos 2,5 milhões de pessoas que utilizaram a internet para procurar produtos e serviços na web, todas elas terão encontrado a informação que procuravam. Mais ou menos completa, mais ou menos interessante. E não tiveram que ver outra informação sobre outros produtos para encontrarem o que queriam. Ah, pois é! Eles procuraram activamente essa informação, não levaram com ela quando estavam a fazer outra coisa, como ver televisão ou ler o jornal. Quanto estaria disposto a pagar por comunicar com alguém que activamente procura informação sobre o seu produto ou serviço?

Isto tudo para dizer que é chegado o momento de declarar a internet um meio de massas. Um meio de massas que permite comunicar com nichos. Que permite segmentar o público-alvo como poucos o conseguem. Um meio de comunicação que permite fazer aquilo que os anunciantes querem fazer nos outros meios há décadas: anunciar só e apenas onde é rentável. Alguém no início do século XX disse: "Sei que metade do que gasto em publicidade é dinheiro perdido, só não ser que metade". Pois eu diria que essa afirmação já não se aplica à internet, tenho a certeza que agora é possível diminuir essa metade de dinheiro mal gasto para bem menos que isso!

Para concluir quero explicar porque escrevi que as minhas afirmações seriam verdadeiras, mas em teoria. Em teoria porque tudo depende da maneira como se utiliza a internet, da estratégia que se define e das actividades que se levam a cabo. Tal como nos outros meios de comunicação é preciso apostar no que realmente interessa, não basta ir "para a internet" e esperar que as coisas aconteçam. Apesar de ser relativamente fácil marcar presença online, não se iluda, trabalhar a internet com rentabilidade para as empresas exige tanta ou mais especialização que trabalhar com outro meio de comunicação e interacção com o público-alvo. Por isso, em teoria é um meio fantástico de comunicação, na prática pode ser mais um sorvedor de dinheiro. Mas a escolha é sempre sua!

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Politicas Internas de Social Media

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, December 28, 2009
O Ano Novo traz novas oportunidades de negócio. É uma altura óptima para os donos das empresas, directores de marketing e gestores reverem os seus objectivos e planos de marketing. Com estas novas ferramentas de hoje muitos estão a ponderar entrar na "Onda" das redes sociais e leva-las a fazer parte do seu marketing mix. A maneira como as pessoas interagem e se comportam está a mudar. Não é por isso surpresa que muitas empresas queiram desenvolver uma presença nas redes sociais, mas a questão é: estão a dar os passos correctos para tirar vantagem deste "monstro"?

Algumas estão a dar pequenos passos, outras querem entrar a "todo o gás", mas as que estão a ter sucesso têm algo em comum: formularam regras e politicas internas e nomearam um responsável por Social Media de entre os seus quadros. Uma boa politica de Social Media responde às seguintes questões: quem publica conteúdos; que conteúdo é publicado; a frequência com que se publica conteúdo e em que canais; o processo de construção, revisão e aprovação de conteúdos; de quem são os direitos de autor do conteúdo; e quem administra cada um dos sites nas redes sociaisl. A resposta a estas questões é o principio básico para implementar uma estratégia de sucesso. 

Avance a seu gosto, mas com regras. Evite o descontrolo a que pode facilmente chegar sem elas!
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Porque falham tantas estratégias de Internet Marketing?

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, December 17, 2009
Por cada caso de sucesso na internet existem outros, de que não se fala, que falharam redondamente. Por cada pessoa ou empresa que ganha milhares de euros com um bom plano de Internet Marketing existem muitas outras que tentaram e não conseguiram. Porque é que isto acontece?

Se pensarmos bem as estatísticas não devem de ser muito diferentes de qualquer outro negócio. Em qualquer ramo de actividade existem os que tem sucesso e os que tentam. E como em qualquer actividade de marketing em qualquer meio, seja televisão, rádio, jornais ou internet, existem os que conseguem rentabilizar o investimento e os que gastam dinheiro. Eis algumas possíveis razões para o insucesso nume Estratégia de Internet Marketing:

1 - Um pobre ou inexistente plano de negócios. Se vai avançar com uma estratégia de investimento na internet tem que ter um bom plano de marketing para esta área. Defina objectivos, etapas, orçamentos, etc.

2 - Não seguir o Plano de Marketing. Fez o seu plano de marketing ou de negócios? Então porque não o segue?

3 - Definir objectivos de curto prazo demasiado ambiciosos. Provavelmente viu alguns sites concorrentes com milhares de páginas, excelente conteúdo e sabe que tem que combater com eles. Lembre-se que eles têm esses sites assim porque terão demorado meses ou anos a construir aquilo tudo. Não queira iguala-los de um dia para o outro. É um processo continuo!

4 - Falta de conhecimento. Como em qualquer area profissional, consegue-se ter sucesso sem conhecimento? Não! Não tente fazer tudo sozinho. Procure ajuda profissional ou invista em formação.

5 - Não investir o suficiente. Custos são sempre um factor importante, mas se não investir o suficiente mais vale não investir nada. Para quê gastar €5.000 num excelente site para depois não investir em estratégias de angariação de visitas? Para quê investir €100 num site se ele não consegue atingir os seus objectivos. Pegue nos €100 e vá jantar fora, são mais bem investidos!

6 - Falta de paciência. Agora que já tem o site quer ver resultados imediatos. É um desejo legitimo, mas lembre-se que Internet Marketing não é uma ciência. É preciso aprender o que resulta melhor em cada empresa e público alvo, qual a melhor maneira de atingir cada objectivo. Fazer e testar e refazer!

7 - Má escolha do público alvo. Como em qualquer actividade de negócio, fundamental e crucial. imagine que até fez tudo bem e está a ter milhares de visitas ao seu site, mas se são visitas de pessoas que não são o seu publico alvo não irá ter retorno.

8 - Não tem conteúdo único. Existem milhares, milhões de sites com conteúdo semelhante. É preciso que se destaque de alguma forma, senão é apenas mais um.

9 - Falta de compromisso. Sucesso implica compromisso. Não chega fazer o site ou algo do género e pensar: "já tenho uma estratégia de internet marketing"! É preciso dedicação continuada, alterar o que não estiver bem, investir mais no que está bem.

Como disse no início estas razões são igualmente válidas para uma estratégia que não de Internet Marketing. Cada vez mais me convenço que o Marketing na Internet segue exactamente as mesmas regras do marketing dito convencional, só mudam as ferramentas!
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