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Internet Marketing Success Blog

Vamos falar de Internet Marketing. Partilhamos consigo o nosso conhecimento e experiência!

SEO e PPC podem ser complementares

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, November 05, 2009
Optimização de Sites para Motores de Busca (SEO) e Campanhas de Adwords (PPC) são duas técnicas que nos ajudam a canalizar tráfego para um Website. Embora possam parecer independentes e duas opções para um mesmo objectivo, a verdade é que podem ser complementares e utilizadas em conjunto com resultados muito positivos.

Para muitos potenciais clientes que fazem as suas pesquisas na internet tanto lhes faz que o que procuram esteja na parte esquerda ou na parte direita da página do motor de busca. E estudos nesta matéria sugerem que a utilização destas duas técnicas em conjunto permitem obter melhores resultados que a simples opção por uma delas. Eis algumas dicas que podem potenciar os seus resultados com utilização de uma estratégia de canalização de tráfego ao seu Website:

1 - Adopte as melhores práticas de SEO. Por exemplo, não duplique conteúdo nas páginas do seu site.

2 - Adapte a sua campanha de adwords à estrutura do seu site. Crie um anúncio ou um grupo de anúncios para cada um dos seus produtos / serviços, e direccione-os para páginas diferentes do site.

3 - Conjugue a sua presença na parte orgânica (esquerda) com os links patrocinados. Se o seu site for sugerido em ambas as partes terá mais visitas através da pesquisa natural do que se não tiver nenhum anúncio nos links patrocinados.

4 - Optimize a sua Landing Page. Agora que conseguiu a visita, trabalhe a conversão.

5 - Desenvolva uma estratégia de diversificação de conteúdo. Vídeos, texto, fotos com legendas, blogs, etc, são todos fontes de conteúdo único e relevante, ou seja, o que mais importa numa estratégia de SEO.

6 - Pense localmente. Insira o seu Website no Google Local e seja sugerido quando se pesquisa pela sua localidade.

7 - Conheça a sua sazonalidade. Se a houver, não mantenha a sua campanha de adwords igual o ano todo. E porque não retirar da navegação principal as páginas dos produtos fora de época, dando mais visibilidade aos que importam?

8 - Analise os relatórios. São eles que lhe permitem saber o retorno que está a ter no seu investimento. E são eles que lhe permitem saber o que pode ser melhorado. E depois, claro, melhore esses pontos.

9 - Conheça o que faz a sua concorrência. Quanto mais souber sobre a actividade online da sua concorrência melhor poderá responder e até antecipar-se.

10 - Esteja a linha da frente nesta matéria. Adopte as tecnologias e técnicas mais recentes. Só este facto por si pode diferencia-lo da sua concorrência na mente do seu potencial cliente.

São alguns aspectos que podem ajudar a melhorar a sua estratégia de canalização de tráfego ao seu Website. SEO ou PPC, ambas as técnicas são boas, seguem diferentes caminhos para atingir objectivos semelhantes. E utilizadas em conjunto podem ser muito poderosas e rentáveis, que afinal é o que importa, ser rentável!
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Ver nas redes sociais uma ferramenta de Marketing

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, October 28, 2009
Mesmo sabendo que a geração Y está a substituir o e-mail e o "surfing" na Internet pelas redes sociais, não podemos cometer o erro de pensar que "Social Media" é só para indivíduos. Num inquérito realizado em Março de 2009 a 900 profissionais de Marketing a "PartnerUp" demonstrou que 88% dos inquiridos afirmaram usar "Social Media" para o Marketing. E que 81% destes afirmaram o aumento de visibilidade como maior benefício obtido com o "Social Media". Apesar de tudo não é surpreendente, já que o estudo foi conduzido via e-mail e as redes sociais Facebook e Twitter.

O marketing B2B, que está muito dependente de estudos de mercado elaborados, inquéritos, testes de campanhas ou estudos de imagem, começa a aperceber-se do potencial das redes sociais e de como estas podem fornecer óptimos "insights" sobre as percepções e opiniões do consumidor. Construir um grupo de discussão online pode ser uma forma relativamente barata de uma marca aumentar a sua visibilidade. Uma empresa pode fazer uma campanha inteira a falar bem dos seus produtos e dos seus benefícios fantásticos, mas um pequeno "Tweet" pode conseguir melhores e mais credíveis resultados.

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5 factores de irritação num Website

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, October 14, 2009
Não acham um pouco irritante quando visitam um Website e se sentem um pouco perdidos? E quando não conseguem encontrar a informação que procuram? Pior só mesmo não saber como contactar a empresa por trás do Website!

Eis 5 factores que me parecem um pouco irritantes:

1 - A informação de contacto não está na Home Page

Um dos objectivos mais comuns de um Website é a aquisição de contactos de potenciais clientes. Então porque é que nalguns websites parece tão difícil encontrar os contactos da empresa? Já é mau não haver um telefone, ou um localidade ou e-mail na homepage que situem a empresa fisicamente, mas pior é mesmo quando a página "Contactos" não está facilmente visível no Menu de Navegação. Como é que querem ser contactados, por telepatia?

2 - O único meio de contacto é um Webform

Deve de constar o tal Webform, é um excelente meio de contacto. Mas não deve de ser o único! Há pessoas que se podem sentir constrangidas por esse meio de contacto tão impessoal, há quem prefira um número de telefone ou um endereço de e-mail. Porquê ignorá-las?

3 - Não existe número de telefone em lado algum

Torna o site muito impessoal e pode dar uma imagem pouco profissional. Será que é uma empresa que funciona só num computador e que nem escritório ou responsável tem?

4 - Não existe informação da empresa ou dos seus responsáveis

Uma empresa são pessoas, tem uma história e um propósito. São factores de credibilidade para quem visita um Website. Não ter elementos como Quem Somos, dados da fundação da empresa, historial, fundadores, ou outros semelhantes pode dar um ar de pouco credível a um site. Tem que haver uma ligação ao mundo físíco.

5 - As páginas de noticias ou testemunhos não têm contactos

Está muito bem querer-se publicar notícias alimentadas externamente, colocar testemunhos de clientes, etc. Mas e se quisermos falar com alguém sobre aquele assunto, com quem falamos? Se acharmos um determinado artigo interessante, enviamos o tal Webform com o nosso comentário? Se colocamos elementos que fomentam o diálogo devemos estar preparados para ele.

Ao desenhar o seu site, se a sua intenção é ser contactado, facilite esse contacto ao máximo. Fomente-o! Aí estará o retorno do seu investimento.
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O tempo é um bem precioso!

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, October 07, 2009
Quem trabalha em Marketing sabe bem que o tempo nunca chega para tudo o que há para fazer. São mil e uma tarefas com um sem número de interlocutores, para atingir objectivos impossíveis utilizando um orçamento diminuto e claramente insuficiente. Quer seja numa grande multinacional ou numa pequena empresa familiar, estes desafios colocam-se a qualquer marketeer.

Daí que o tempo seja um bem tão precioso para quem trabalha em Marketing. Não só para quem trabalha em Marketing, mas para estas pessoas o tempo é mesmo escasso e precioso. Por esse motivo deixo-vos aqui 10 razões (entre muitas) que nos consomem o tempo sem darmos por ele. Trabalhemos esta lista de razões e iremos ver que o nosso tempo passa a render muito mais:

1 - Trabalhar sem indicadores e relatórios credíveis;

2 - Procurar a obra-prima, a execução perfeita;

3 - Fazer muitas coisas ao mesmo tempo;

4 - Ignorar o "research" - ou fazer em demasia;

5 - Demasiadas reuniões e poucas decisões;

6 - Tentar aprender por si em vez de perguntar a um especialista;

7 - Executar tarefas de baixo valor;

8 - Não estabelecer e comunicar o orçamento e ROI esperado;

9 - Perder tempo com ofertas "grátis";

10 - Não estabelecer prioridades.

Como disse anteriormente, muitas mais serão as razões que nos consomem o nosso tempo de modo improdutivo. Trabalha-las pode não só ajudar a melhor a nossa performance profissional com a nossa qualidade de vida, pois pode ter impacto na nossa vida pessoal. Pelo menos eu acredito que sim!
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Precisa mesmo de aumentar o seu orçamento de Marketing?

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, September 30, 2009
Mais investimento em Marketing? Não, nem pensar, a empresa está a cortar nos custos!

Quando se fala de orçamentos de Marketing a sensação geral é de que já é muito grande, que não há possibilidade de investir mais nesta área da empresa. Muitas vezes a tentação é até de reduzir os custos de Marketing, quando toda a rubrica não é apenas encarada como isso mesmo, um custo.

Então como é que uma empresa que já gasta tanto do seu orçamento em meios de comunicação tradicionais e angariação de clientes arranja dinheiro para investir em Internet Marketing? Onde corta? Nos anúncios de jornal? Nas Páginas Amarelas? Nos Panfletos que entrega de porta em porta? Ou retira um ou dois comerciais da rua?

Para mais, que é isso de Internet Marketing? Isso funciona? Optimizar páginas para ter visitas? Pagar ao Google para aparecer no motor de busca? Fazer Campanhas de e-mail Marketing? Criar um novo site? Investir em Social Media para estar no Facebook e no Twitter? Como é que as empresas sabem se vale o risco de investir em Internet Marketing?

São muitas perguntas para as quais não tenho uma resposta certa. Todas as formas de comunicação tradicionais funcionam e trazem resultados às empresas, desde que utilizadas convenientemente. O mesmo se passa com o Internet Marketing, se bem feito traz resultados. E algumas vezes mais resultados que outros meios. Então como optar?

A melhor maneira de fazer um plano de investimento de Marketing é não nos esquecermos de monitorizar os seus resultados. No que seja que uma empresa decide investir, o seu objectivo é obter um retorno desse investimento. E as decisões futuras poderão ser baseadas nesse retorno obtido. É assim com qualquer ferramenta de Marketing, jornais, páginas amarelas, rádio, vendedores, o que seja.

E com o Internet Marketing não é diferente, o que importa é o retorno do investimento efectuado. Então como arranjar dinheiro para esta ferramenta num orçamento que já é curto? Comece devagar e avalie os resultados obtidos antes de reforçar o investimento. Por exemplo, veja que ferramenta de Marketing tradicional lhe traz pouco ou nenhum retorno e coloque esse dinheiro numa Estratégia de Marketing na Internet. Avalie o retorno obtido e decida se vai reforçar o investimento ou desistir e reinvestir noutro meio. Mas sem começar nunca saberá.

Como vê, nem sempre precisamos de mais dinheiro. Por vezes basta distribui-lo de forma diferente. E apostar onde obtemos mais rendimento. Fale com um bom profissional de Internet Marketing e aconselhe-se de que forma a sua empresa poderá começar a tirar proveito da Internet enquanto ferramenta de Marketing.
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E-Commerce: ter ou não ter uma Loja Online

Carlos Alberto Silva Venancio - Sunday, September 20, 2009
Acha que criar uma loja online é fácil e barato? Não é difícil nem caro, mas pense bem antes de avançar com a sua!

Criar uma loja online, vulgo e-commerce, é um passo natural para algumas empresas. Todos sabemos que o mercado é bastante competitivo e muitas empresas não podem deixar de aproveitar a oportunidade de ter um ponto de venda acessível virtualmente em todo o lado e a toda a hora.

No entanto parece-me que nem todas as empresas que pensam em se estabelecer online ponderam todos os recursos necessários para um e-commerce de sucesso. É relativamente fácil pensar que uma loja online não precisa de grande investimento além da sua criação; por se tratar de algo que funciona sozinho somos levados a pensar que tem poucos ou nenhuns custos fixos. É verdade que pode ter custos fixos substancialmente mais baixos que uma loja física, mas mesmo assim há que contar com eles. Senão vejamos:

- Quem decide ter uma loja online, seja de que produtos forem, tem que considerar que alguém tem que manter os dados actualizados. Produtos, preços, stocks, descritivos.

- Tal como numa loja física é necessário ter tráfego, pessoas a visitar a loja. E como qualquer website, um e-commerce não tem visitas só por existir, precisa de estratégias de canalização de tráfego, quer seja SEO, SMO ou PPC.

- E tal como numa loja física, uma vez tendo visitantes é preciso que a loja os atraia a ver os produtos com calma e que comprem. No mundo online chamamos a isto conversão, o visitante faz aquilo que nós desejamos que faça. Ora, para que isso aconteça alguém tem que organizar os produtos com uma lógica comercial, alguém tem que arrumar a loja, colocar as promoções em locais visíveis, colocar os fins de serie em grande destaque, etc.

Penso que dá para ter uma ideia do que quero dizer. Sem dúvida que o e-commerce é uma excelente oportunidade para muitas empresas, ou até indivíduos. Mas há que considerar que não é por estar online que a loja funciona sozinha, há que geri-la tal como qualquer loja. E não tenham dúvidas, uma loja online bem gerida pode ser uma fabulosa fonte de rendimento adicional!
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A Geografia do Google Adwords

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, September 16, 2009
Se uma empresa está focalizada numa área de 30 ou 40 km à volta da sua sede porque há-de anunciar para o país inteiro? De que lhe servem as visitas de fora da sua área de acção?

Muitas Pequenas e Médias Empresas já descobriram que fazer Campanhas de Pay per Click no Google pode ser uma ferramenta de Marketing eficaz. E dada a facilidade de estabelecer uma campanha decidem fazê-la directamente elas próprias.

Da maneira como o mercado está, em que é preciso reduzir os custos ao mínimo é natural que assim seja. O próprio empresário dedica umas horas ao assunto inicialmente e depois vai despendendo o tempo possível à medida que o tempo vai passando. E como se trata mesmo de uma ferramenta de Marketing eficaz os resultados aparecem rapidamente.

No entanto pergunto: será que dessa forma o investimento está a ser rentabilizado ao máximo? Será que com o mesmo dinheiro se poderiam conseguir mais contactos, telefonemas, pedidos de orçamento, ou qualquer que seja o objectivo? Será que é possível conseguir os objectivos actuais com menos investimento?

Hoje de manhã estive com o Gestor de uma empresa que gere as suas campanhas de Pay per Click no Google. E está a fazer um bom trabalho pois consegue pedidos de orçamento através do seu site, que de outra forma não seria encontrado. Localizado na área da grande Lisboa recebe pedidos de orçamento de todo o país. Como a sua estrutura está focalizada só na grande Lisboa é obrigado a recusar esses pedidos!

Porque é que isto acontece? Porque por defeito na sua conta está definido que o seu público-alvo está em Portugal, e ao montar a sua campanha ficou assim. Fizemos a alteração para restringir o alcance dos anúncios à sua área de influência e tenho a certeza que aumentamos a eficácia da sua campanha em muito só com este pequeno gesto. Sim, porque quanto poupará este empresário em clicks feitos por pessoas do norte do país ou do Algarve? E quanto tempo poupará ao não ter que responder a pedidos de orçamento de fora do seu raio de acção?

Como em muitas outras coisas, a maioria de nós consegue fazer quase tudo desde que se dedique a isso. Mas só alguns, normalmente os que fazem dessa actividade profissão, são realmente bons. Na gestão de campanhas de adwords não é diferente: todos o podemos fazer, mas só quem faz disso profissão tem tempo e conhecimento para a especialização. Os outros têm outras profissões onde são especialistas. Tal como este empresário que falei, é um excelente profissional na sua área!
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Social Media e o nosso emprego

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, September 11, 2009
Com cada vez mais pessoas a frequentar os portais de Social Media como o Facebook ou o Twitter é perfeitamente natural que as empresas dêem cada vez mais atenção a este fenómeno. afinal parte dos seus clientes estão lá. Naturalmente existem cada vez mais empresas a investir em Estratégias de Social Media.

Mas vejamos as coisas de uma outra perspectiva. No plano das relações de trabalho também é natural que cada vez mais empresas pesquisem por potenciais candidatos nesses mesmos portais. Não falo de procurar alguém, por exemplo no Linked In, para preencher uma vaga em aberto. Falo de ter um curriculum em papel ou formato electrónico à sua frente e fazer uma pesquisa online para saber mais daquela pessoa.

E provavelmente encontra a pessoa algures, pois muitos de nós têm conta e até páginas no Facebook, Linked In, Hi5, entre outros. Ora esta é uma realidade que pode funcionar tanto a favor como contra o candidato. A favor se a informação encontrada é positiva. Mas pode ser automaticamente um factor de exclusão. Eis alguns pontos que podem funcionar contra o candidato:

- O candidato publica comentários ou fotos provocatórias ou inapropriadas
- O candidato publica fotos embriagado ou sob efeito de drogas
- O candidato fala mal da sua empresa ou colegas de trabalho
- O candidato tem comentário racistas ou provocatórios para minorias

Ou alguns pontos que podem funcionar a favor:

- O candidato publica informação online que transmite confiança
- O candidato demonstra criatividade na sua presença online
- O candidato tem boas recomendações de outras pessoas
- O candidato demonstra uma grande capacidade comunicacional

De uma forma ou outra o ponto importante é que tudo o que fazemos online fica registado e pode ser pesquisado. Temos uma história online e ela pode ser lida por outras pessoas. Por isso, da próxima vez que publicar aquelas fotos menos apropriadas só para os seus amigos verem, tenha a certeza que só mesmo eles podem ver!
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Questionários de Opinião e E-Mail

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, September 04, 2009
Por vezes torna-se difícil entender o que os clientes querem, como adaptar produtos e serviços às suas necessidades. Saber se o que estamos a oferecer vai de encontro às expectativas. Uma solução possível para responder a estas questões é perguntar-lhes directamente. Entre outras formas de conduzir este tipo de questionários está a utilização do e-mail, ferramenta simples e muitas vezes "amiga" do nosso orçamento. Eis algumas razões para optar por esta facilidade da tecnologia:

1 - Pode ser feito a um custo muito efectivo. Não só porque não é preciso imprimir papel, enviar correio ou fazer telefonemas, mas também porque é um meio onde os resultados se obtém muito rapidamente, onde é possível analisar os dados automaticamente uma vez que não é necessário inserir as respostas manualmente numa sistema de analise de dados.

2 - É uma forma de mostrar aos seus clientes que se interessa. Dá-lhes oportunidade de contribuir para um melhoramento dos produtos ou serviços que consomem.

3 - Permite contactar os clientes no timing certo. Por exemplo, com um programa automático é possível programar um questionário para ser enviado ao seu cliente 3 dias após a compra, ou 5 dias depois de uma reclamação estar resolvida.

4 - Voltar a lembrá-los da sua empresa. A maioria dos consumidores faz compras em várias lojas e compra diferentes marcas. Enviando um questionário aos clientes que não o visitam há mais de 6 meses pode ser uma forma de os lembrar da sua existência. E uma boa ideia pode ser incluir uma pequena oferta pelo preenchimento do questionário, pode ajudar que o voltem a contactar.

5 - É uma forma de obter testemunhos e criticas construtivas. Deixe um campo de texto livre no questionário, dando oportunidade que os seus clientes se manifestem livremente. Pode obter bons testemunhos para publicar no seu site, ou criticas que o ajudem a resolver possíveis problemas.

Um bom conselho também é optar por construir o questionário via um link para a Web. Além de facilitar a consolidação dos dados, orienta o seu cliente entre os diferentes passos do questionário pela ordem que você pretende, não o deixando saltar temas importantes. No e-mail escreva dois ou três parágrafos bastante apelativos e deixe de seguida um link para o questionário na Web. Eis algumas dicas para a construção do questionário:

1 - Faça-o curto. Não deve demorar mais de dois minutos a preencher. Mais de 12 perguntas pode ser demasiado.

2 - Teste tudo. Não siga o que dizem os livros cegamente. Teste o titulo, as fotos, o texto, etc.

3 - Não incentive o preenchimento de clientes que já não compram há muito. Poderão preencher à pressa só para obterem a sua oferta, alterando os resultados finais.

4 - Facilite o cancelamento da subscrição. Deixe que seja o cliente a escolher livremente  se quer continuar a fazer parte da sua lista de contactos ou não.

5 - Repita os questionários com alguma frequência. Não mais de duas vezes por ano, mas vezes suficientes para manter uma visão clara da opinião do seu cliente e das suas necessidades.

E é esta mais uma maneira de apostar no e-mail Marketing, ferramenta poderosa que ajuda as empresas a potenciar os seus resultados.
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Website versus Landing Page

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, August 28, 2009
Para quê criar um Website que cubra todos os objectivos online da empresa? Para quê colocar num só local tudo, desde a parte institucional, os nossos serviços, produtos, portfolio, contactos, etc, etc..... E por que havemos de iniciar a nossa presença online com um Website robusto e completo?

Estas são perguntas que as empresas se deveriam colocar quando pensam na sua Estratégia de Marketing Online. Claro que ter um Website completo é útil e rentável, mas vejamos algumas considerações a ter. Construir um Webiste de 20, 40 ou 100 páginas é um projecto que requer algum trabalho, dinheiro e tempo: poderemos estar a falar de alguns milhares de euros e de alguns meses desde a concepção do projecto até à sua publicação na Internet. Então e durante esse tempo não se pode começar a fazer alguma coisa? E se a empresa não dispuser de vários milhares de euros não deve de apostar na sua presença online?

Claro que sim, claro que pode apostar numa presença rentável online. Em vez de um Website as empresas podem fazer o que nós chamamos de Landing Pages ou Micro Sites. Ou seja, uma página ou um número reduzido de páginas muito focalizadas num determinado público, produto ou serviço, muito voltadas para a acção e conversão dos seus visitantes em potenciais clientes. A ideia é não avançar logo de início com as armas todas, mas rentabilizar ao máximo as disponíveis. Isto dá a uma empresa alguma flexibilidade financeira, dá-lhe possibilidade de actuar rapidamente e permite-lhe testar e aprender com acções mais simples para se preparar melhor para quando criar e publicar o seu site completo.

Uma Landing Page funciona também muito bem quando uma empresa pretende utilizar a dinamizar um produto ou serviço específico na internet. Em vez de se apostar numa canalização de tráfego generalista para o Website principal da empresa, onde o visitante tem que navegar para encontrar mais informação sobre esse produto ou serviço, cria-se uma Landing Page completamente focalizada nesse produto ou serviço, completamente trabalhada para incentivar a conversão, e canaliza-se o tráfego online (através de pay per click no Google por exemplo) directamente para essa página.

Dessa forma o visitante que procura na internet o tal produto ou serviço é direccionado directamente para o mesmo, onde lhe é explicado de forma simples e directa o que tem que fazer para dar o próximo passo, seja ele telefonar à empresa, preencher um formulário de contacto, pedir um orçamento ou comprar online.

Por vezes devíamos de nos lembrar que não temos que fazer as coisas da maneira mais complicada. Por vezes é possivel simplificar e obter bons resultados na mesma!
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