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Internet Marketing Success Blog

Vamos falar de Internet Marketing. Partilhamos consigo o nosso conhecimento e experiência!

Redes Sociais - Vantagens e Desvantagens para as Empresas

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, June 30, 2010
Nas conversas que mantenho com os meus clientes e potenciais clientes noto desde há alguns meses uma preocupação comum no que diz respeito ao marketing na Internet - devemos ou não estar nos sites de redes sociais? Devemos ou não devemos ter perfil no Facebook, no LinkedIn, criar um utilizador no Twitter, desenvolver um canal no Youtube, etc?

A resposta simples e directa é SIM, devemos! Mas como em tudo existem vantagens e desvantagens em estar presente nas Redes Sociais, pontos mais positivos e outros menos positivos. Por isso o mais importante é que antes de tomar qualquer decisão a empresa e os seus responsáveis analisem e ponderem o que melhor serve essa empresa no actual momento.

Antes de enumerar algumas das vantagens e desvantagens da presença de uma empresa numa rede social deixem-me fazer uma nota prévia: não avancem para as redes sociais sem antes terem definido uma estratégia e um plano de marketing para essa presença. Definam objectivos, recursos e métricas de desempenho. E tratando-se de uma actividade de marketing e comunicação não se esqueçam de integrar a estratégia de Social Media com a restante Estratégia de Marketing, mantenham a consistência da mensagem em todos os meios, incluindo as redes sociais.

E dito isto deixo de seguida aquelas que são, na minha opinião, algumas das Vantagens e Desvantagens das Redes Sociais para as Empresas.

Vantagens:

1 - Estar onde os clientes estão. É incontornável, os sites de redes sociais contam com a presença regular de milhões de utilizadores. Desde as novas gerações aos mais idosos, muitas pessoas passam horas da sua vida em sites como Facebook e Twitter, a ver vídeos no Youtube, a partilhar fotografias no Flickr.

2 - Dá uma imagem actual da empresa. As redes sociais fazem parte da vida das pessoas, são recentes e muito comentadas em todo o lado. Estão associadas a "Novas Tecnologias", modernidade, futuro, interactividade. São valores que podem transmitir uma imagem positiva de qualquer empresa, se está nas redes sociais é dinâmica e actual.

3 - Canal aberto com os clientes. Uma presença nas redes sociais com possibilidade de receber comentários e opiniões é um canal de interacção com os clientes, potenciais clientes e a sociedade em geral, que funciona 24h por dia, sete dias por semana.

4 - Contribui para um bom posicionamento nos motores de busca. Certamente que já reparou que quando pesquisa algo no Google que algumas das sugestões são Blogues, Vídeos, Páginas no Faccebook, etc. Ter um site pode não ser suficiente para obter um bom ranking para aquelas palavras-chave que lhe interessam, a "guerra" de conteúdos é bem mais extensa.

5 - É relativamente barato. Se considerarmos o potencial de visualizações, cliques, interacção com a marca proporcionados pelas redes sociais, e compararmos o seu custo com o potencial para os mesmos resultados noutros meios de comunicação tradicionais, concluiremos que o investimento continua a ser "relativamente" mais barato.

Desvantagens:

1 - Estratégia difícil de conceber. Os sites de redes sociais são tantos, servem tantos públicos diferentes, utilizam tantas formas de veicular mensagens (texto, fotos, vídeos, jogos, Quizzs, blogues, etc) que se torna difícil decidir para onde ir, o que fazer e com que dimensão. Conselho: comece por definir objectivos, analise que sites melhor servem esses objectivos, decida a estratégia e mantenha-se fiel o mais tempo que puder.

2 - Consome muito tempo. Falamos de redes sociais, e como o nome indica existe uma socialização, pressupõe-se uma interactividade entre os seus membros. A partir do momento em que uma empresa está presente não pode ficar quieta e calada, não basta criar o perfil e deixar andar. E isso requer tempo, muito tempo, todos os dias.

3 - A mensagem não é totalmente controlada pela empresa. A maioria dos sites de redes sociais permitem comentários às mensagens ou itens publicados, e também esses são visíveis pelos outros membros. Quando recebemos um comentário positivo ele fica visível para todos, quando o comentário é menos positivo, também.

4 - Balanço entre o pessoal e o comercial é difícil. Temos que nos lembrar que a maioria das pessoas que frequentam as redes sociais estão lá por razões pessoais, de lazer. A maioria não está interessada em ser aliciada para uma compra nesse momento, mas pode estar interessada em saber a opinião dos outros acerca de um produto ou serviço. É preciso que as empresas saibam estar para contribuir para a rede social (sociedade naquele contexto), sem arriscarem demasiado e invadirem o espaço pessoal dos membros que aceitaram conviver online com essa empresa.

5 - Não estar é uma desvantagem.
Apesar dos possíveis problemas, desafios e obstáculos que é preciso contornar; apesar de ainda hoje não ser claro qual a melhor maneira de estabelecer um Estratégia de Social Media, não estar presente nas redes sociais é sempre uma desvantagem. Não estar onde estão muitos dos nossos clientes, potenciais clientes, fornecedores, concorrentes, amigos e conhecidos não é opção. Imagine esse cenário na vida real!
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Master Franchise WSI em Portugal

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, June 16, 2010

É com grande prazer e confiança no futuro que soube da criação de um Master Franchise da WSI em Portugal. Tenho a convicção que através de uma expansão da marca pelo território nacional seremos a médio prazo uma referência em Marketing Digital para as empresas portuguesas.

A WSI - We Simplify the Internet conta em todo o mundo com mais de 1.500 escritórios, e em alguns países é mesmo um líder no que diz respeito ao marketing na internet. Em países como Canadá, EUA e Inglaterra a presença da rede WSI é bastante forte, e nestes países milhares e milhares de empresas usufruem dos serviços e produtos da WSI. Esta forte implementação no mercado contribui para uma maior e melhor divulgação da marca WSI, para uma maior e melhor partilha de experiência e soluções que beneficiam todos: WSI e clientes.

A WSI pretende ajudar os seus clientes a atingir os seus objectivos, quer sejam comerciais, financeiros, de imagem, ou outros. Para isso trabalhamos o marketing na internet, desde a criação de sites, passando pelo desenvolvimento de estratégias de divulgação da empresa e angariação de potenciais clientes, utilizando por exemplo o Google Adwords ou o SEO, e terminando sempre na pesquisa e análise do mercado e/ou site dos clientes na internet.

Uma das grandes vantagens de pertencer à rede WSI - We Simplify the Internet é o acesso privilegiado que temos a:

  • Tecnologia de ponta para qualquer solução online
  • Milhares de profissionais qualificados em todas as áreas do marketing na internet
  • Milhares de experiências e casos vividos por outros Consultores WSI
  • Formação continua e actual sobre todos as áreas do marketing na internet

No entanto, tratando-se de uma rede internacional com uma presença pequena em Portugal, e mesmo no Brasil, todo o material, manuais, Casos, etc., estão em Inglês. O que por vezes existe uma barreira à sua boa utilização. Outro factor menos positivo de sermos poucos escritórios em Portugal tem a ver com a dimensão da marca. A maioria dos potenciais clientes com quem falo nunca ouviram falar da WSI - We Simplify the Internet, o que acaba por ser mais uma barreira a ultrapassar - quem são estes senhores?

É por tudo isto que a vinda para Portugal de um Master Franchise é uma excelente notícia. Demonstra por um lado que uma das pessoas com espírito empreendedor no nosso país, e com vontade de investir em Portugal, acredita que a área de Marketing na Internet é uma área de negócio com muito futuro, e demonstra por outro lado que a WSI - We Simplify the Internet tem as características e o potencial necessários para merecer esse investimento.

Com o crescimento da rede de franquiados em Portugal iremos crescer todos enquanto empresas individuais, e todos enquanto WSI - We Simplify the Internet. Antevejo alguns benefícios claros:

  • Maior divulgação da marca WSI - We Simplify the Internet
  • Possibilidade de maior partilha de experiências e casos no mercado português
  • Possibilidade de crescimento da importância da língua portuguesa na rede WSI

Por isso, Bem-Vindo Master Franshise!

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Ideias para encontrar topicos para novos Blog Posts

Carlos Alberto Silva Venancio - Thursday, May 27, 2010

Tenho um Blogue, e agora escrevo sobre quê? Como é que tenho novos assuntos interessantes para publicar novos "posts" com regularidade? Estas são algumas questões que se colocam a todas as pessoas que têm ou pensam criar um Blogue.

Eis algumas ideias para encontrar novos e interessantes tópicos para o seu Blogue:

1 - Leia outros Blogues sobre o mesmo tema
2 - Faça perguntas aos seus clientes, veja o que os preocupa ou motiva no seu negócio
3 - Convide um especialista para escrever um artigo no seu Blogue
4 - Leia "Press Releases". Pesquise em sites de press releases por palavras-chave relacionadas com o seu negócio
5 - Faça pesquisa em motores de busca de Blogues, como o Technorati ou o Google Blog Search
6 - Leia os comentários deixados no seu Blogue
7 - Levante-se da cadeira em frente ao computador. Isso mesmo, saia, ande e pense em novos tópicos
8 - Leia os jornais
9 - Pergunte a amigos e colegas que tópicos achariam interessante
10 - Visite fóruns online sobre o seu negócio
11 - Procure palavras-chave interessantes nos sites de Social Bookmarking
12 - Anote todas as ideias que tiver, mesmo que não escreva logo o post
13 - Estabeleça alertas para temas que lhe interessem em  http://www.google.com/alerts 
14 - Olhe para o que as pessoas procuram em http://google.com/trends 
15 - Encontre um vídeo interessante no youtube e escreva sobre ele
16 - Faça uma entrevista e publique-a
17 - Faça um questionário online. Apresente os resultados e comente-os
18 - Encontre um tópico e desenvolva-o em diferentes posts
19 - Fale sobre um produto ou serviço
20 - Monitorize as estatísticas do seu Blogue. Veja os assuntos mais atractivos e volte a escrever sobre eles

E muitas mais ideias poderia aqui deixar. O importante é que escreva sobre tópicos de relevante interesse para o seu público-alvo. Deixe-nos os seus comentários e ajude-nos também a encontrar tópicos interessantes para escrever.

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Erros a evitar no Design de uma Landing Page

Carlos Alberto Silva Venancio - Friday, May 07, 2010

Apesar de já ter quase um ano, só recentemente tive oportunidade de ver o webinar "7 Deadly Sins of Landing Page Design" dado por Tim Ash e promovido pela própria Google. Achei tão espectacular que achei que devia de escrever sobre ele. Para aqueles que não disponham de tempo ou energia para ver os 75 minutos do webinar aqui fica um resumo, à minha maneira!

Quando uma empresa decide fazer uma campanha de marketing na Internet utilizando o Google Adwords, ou qualquer outro meio de Paid Seacrh Markeitng, a primeira meta que estabelece é sempre: "quero as palavras-chave certas e o mais baratas possível". Tudo certo, é um desejo compreensível, e deve de fazer parte dos objectivos de qualquer campanha. Mas muitas empresas esquecem-se da segunda parte da equação: a página onde os visitantes vindos da campanha aterram.

O objectivo final de uma campanha de Paid Search Marketing raramente é o número de visitas ou o preço médio que pagamos por cada visita. O objectivo final é a conversão, ou seja, a acção que os visitantes fazem quando aterram no nosso site. O objectivo final é uma venda, ou um contacto telefónico, ou uma subscrição de uma newsletter, etc. Daí que tão importante como conseguir os visitantes certos ao menor preço possível é o ter uma página para os receber que os motive a agir de acordo com os nossos objectivos. E é neste contexto que as dicas partilhadas por Tim Ash no tal webinar que falei são tão úteis, valem literalmente dinheiro.

Tal como o Tim Ash vou escrever na negativa, ou seja, na perspectiva do que não fazer. Faça o contrário e será bem sucedido.

1 - Um objectivo de conversão pouco claro. Quantas vezes lhe aconteceu chegar a um site e não perceber se querem que você faça alguma coisa? Compro agora ou ligo-lhes? Preencho o formulário ou mando-lhes um e-mail? A propósito, onde estão os contactos?

2 - Ter demasiadas opções. E aqueles sites que têm na mesma página 4 produtos em promoção com chamadas de atenção igualmente apelativas, mais um formulário para subscrever a newsletter e ainda uma rapariga bonita a convidar para ligar o número grátis para saber mais? Em que ficamos, que fazemos?

3 - Pedir demasiada informação. Vamos ser honestos connosco próprios: que informação precisamos de alguém que quer falar connosco? Nome e telefone ou e-mail, certo? Então para quê pedir como obrigatório a morada, a empresa, o motivo, o estado civil ou outros que só desmotivam quem está do outro lado? A informação supérfula mas importante para a empresa, por exemplo para uma base de dados para e-mail Marketing, pode ser pedida depois quando a relação estiver mais cimentada.

4 - Demasiado texto. Para quem nunca se apercebeu aqui fica a novidade: nós na internet não lemos, fazemos um scan às páginas. Lemos os títulos, as palavras que nos chamam a atenção, as imagens e legendas, e o que mais se destaca na página. E só se encontrarmos algo interessante avançamos para a leitura do detalhe, do texto. Além de esteticamente discutível, uma página com muito texto é confusa e cansativa.

5 - Não manter a promessa feita. Lembre-se que continuamos a falar num contexto de campanha de Paid Search Marketing. Os visitantes vêm de um anúncio de texto que dizia algo. Se o anúncio dizia que a empresa oferece uma amostra grátis não diga agora na página que oferece mas mediante a compra de algo. Não foi isso o prometido, logo vou-me embora!

6 - Ter muitas distracções visuais. Se o objectivo é, por exemplo, a subscrição de uma newsletter, esse deve de ser o destaque da página. Mas por vezes caímos na tentação de lá colocar também a promoção premium que temos, e uma foto linda da nossa empresa, e o nosso claim em flash, e....

7 - Falta de credibilidade e confiança. Na internet como na vida real a primeira impressão conta. E na internet como na vida real, a informação que recolhemos da empresa e das pessoas posteriormente consolidam ou mudam essa primeira impressão. Se quer que os visitantes executem a acção que deseja tem que lhes dar confiança para isso. Eis algumas formas: selos de garantia contra hackers, os selos dos seus parceiros de pagamentos online, a sua morada física, um telefone para onde se possa ligar, uma fotografia da empresa, uma fotografia do Administrador da empresa.

Como vê não é difícil. Faça exactamente o contrário do que aqui descrevi e terá uma Landing Page que potencialmente converte muitos visitantes em potenciais clientes. E se quiser ver o original, que é sem dúvida melhor que esta dissertação, invista uns minutos do seu tempo. Vale a pena, acredite!

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Um blog é melhor que um website?

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, April 13, 2010

Escrever num Blogue é a forma mais rápida de passar a sua mensagem online, a qual pode ser apresentada ao seu público-alvo quase instantaneamente. Um website pode ser uma ponderosa ferramenta de Marketing para a sua empresa, mas é um pouco mais complicado de editar e de adicionar informação nova. Para transmitir novas mensagens constantemente um Blogue tende a ser mais funcional para a maioria das pessoas.

Se você já tem um website o seu objectivo será que a sua mensagem seja ouvida ou seja lida.

A maioria das empresas que já têm um Blogue sabem que é muito fácil manter e publicar nova informação na internet. Não é necessário aprender a mexer na “Administração”, como num site, escrever um artigo num Blogue é tão fácil como escrever num fórum ou enviar um e-mail.

Blogues vs. websites

  1. Os Blogues são activos e os websites são passivos. Através de um Blogue pode transmitir a sua mensagem via RSS sempre que uma nova informação está disponível. Os sites normais têm que esperar que os motores de busca os descubram e verifiquem que existe nova informação.
  2. Os Blogs são mais rápidos. A sindicância RSS é instantânea. O Technorati e outros motores de busca de Blogues indexam uma nova mensagem em minutos após a sua publicação.
  3. Os Blogues criam um envolvimento. Quando o conteúdo é suficientemente interessante é muito fácil os visitantes subscreverem o Blogue para que sejam notificados cada vez que é publicada uma nova mensagem.
  4. Os websites são pesados e caros; os blogues são simples e baratos.
  5. Actualizar um Blogue é rápido. Pode faze-lo no aeroporto, no intervalo entre reuniões, naqueles 10 minutos livres depois de almoço. Para actualizar um website tem que ligar ao seu webmaster, dar instruções e esperar que ele faça as actualizações.
  6. Comunicação Social. É mais provável que a Comunicação Social encontre um “post” seu num Blogue que o seu website.
  7. Público-Alvo. Pode aprender sobre o seu público-alvo num Blogue.
  8. Marketing. Sempre que publica conteúdo num Blogue está a fazer marketing. Num website, nem sempre!
  9. Os Blogues têm as mais recentes novidades. São, pelo menos devem de ser, actualizados com regularidade, pelo que os visitantes tendem a confiar que a sua informação é mais actual que a de um website normal.
  10. Interacção e participação. Os Blogues facilitam a conversa, o deixar um comentário, o receber uma resposta a um comentário. Fomentam a interacção e participação do visitante.

 

Quer isto dizer que não é preciso ter um Website? Não, de todo. Mas complementar um website com um Blogue permite que uma empresa se torne dinâmica online e alimente a sua presença com actualizações de conteúdo constantes. E cada vez mais, na internet o conteúdo é rei!

 

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Premissas para a utilização de qualquer Rede Social

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, March 16, 2010
Cada plataforma de Rede Social (LinkedIn, Facebook, Blogs, entre outros) tem as suas regras e regulamentos, mas as premissas listadas em baixo aplicam-se a todas elas. Se já utiliza as redes sociais na sua empresa, ou está a pensar em faze-lo, assegure-se que todos os seus empregados envolvidos seguem estas orientações.

Seja Transparente - A sua honestidade, ou falta dela, é rapidamente notada num ambiente de rede social. Se está a conversar sobre os seus produtos ou serviços utilize o seu nome, apresente-se como representante da sua empresa e clarifique o seu papel. Se tem um interesse comercial no que está a discutir seja o primeiro a deixar isso bem claro.

Seja Judicioso - Assegure-se que o seu esforço para ser transparente não viola as regras de privacidade e comunicação da sua empresa. Se quer escrever sobre a concorrência tenha a certeza que sabe do que fala e que tem permissão para o fazer. E seja astuto na protecção da sua privacidade, na protecção da informação confidencial da sua empresa. Tudo o que publicar estará acessível para muitas pessoas e durante muito tempo, pelo que pondere cada "post" ou texto.

Escreva aquilo que sabe - Escreva sobre os temas em que é especialista, sobre aquilo de que realmente percebe. E escreva na primeira pessoa. Se escrever num Blog ou site fora da sua empresa não se esqueça de deixar bem claro se está ou não está a falar em nome da empresa. Se não está diga claramente que as suas opiniões não são necessariamente as posições da empresa. E respeite a propriedade intelectual da empresa, a sua confidencialidade, patentes, informação financeira, etc. Lembre-se que em última instância cada individuo é responsável pelo que escreve.

Percepção é a Realidade - Nas redes sociais a linha que separa o público do privado, o pessoal do profissional, é muito ténue e confusa. Apenas pelo facto de você se identificar como representante da sua empresa já está a criar uma percepção das suas competências e as da sua companhia. Assegure-se que todo o conteúdo associado a si está em linha com os seus valores e os da sua empresa.

Trata-se de uma Conversa - Fale com os seus leitores da mesma maneira que faria com as pessoas reais numa situação profissional. Evite uma linguagem muito técnica e elaborada. E não tenha problemas em expor a sua opinião.

Está a acrescentar valor? - Todos os dias são publicados milhões e milhões de textos online. A melhor maneira de fazer com que o seu seja lido é escrevendo coisas que as pessoas valorizem. Uma comunicação nas redes sociais deve de ajudar os seus clientes, parceiros ou empregados. Deve de transmitir um sentimento de comunidade. Se o seu texto ajuda as pessoas a aprender algo, se as ajuda a melhorar o seu negócio, a resolver algum problema, então está a acrescentar valor.

A responsabilidade é sua - O que escreve é da sua responsabilidade. A sua participação nas redes sociais como representante da sua companhia deve de ser encarada seriamente e com total respeito pela sua empresa. Siga também as regras e regulamentos impostos por cada portal social.

Crie algum entusiasmo - Partilhe com o mundo os projectos excitantes da sua empresa, sem comprometer as regras de confidencialidade.

Seja um líder - A linha que separa uma discussão construtiva duma reacção inapropriada é muito ténue. Não diga mal da concorrência, e não tente responder a todas e cada uma das reacções menos positivas que tenha. Enquadre a sua conversa numa perspectiva que admite diferentes pontos de vista e não entre em discussões demasiado acesas. Lembre-se que tudo o que escreve não pode retirar.

Fez asneira? - Se errou, admita-o. Seja directo e rápido a corrigir esse erro.

Se não está confortável, reflicta - Se está prestes a publicar algo e não tem a certeza se deve, não carregue no "send". Faça uma pausa e reflicta no que escreveu. Corrija o que achar que deve de corrigir, discuta as suas dúvidas com um colega ou chefe. O que publica é da sua responsabilidade, por isso tenha a certeza que é isso que quer publicar.

Falar em nome da sua empresa é algo muito sério e que deve de ter um plano e regras claras para todos. Se os responsáveis das empresas não entregam a responsabilidade de falar com a comunicação social a qualquer empregado ou empresa porque é que o hão de fazer com as redes sociais? O assunto é sério, por isso pondere bem a sua estratégia.
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A Rede de Conteúdos do Google Adwords

Carlos Alberto Silva Venancio - Tuesday, March 09, 2010

Quem já anuncia no Google Adwords já notou que existe a hipótese de colocar anúncios nas redes de pesquisa do Google e dos seus parceiros, e que existe também a hipótese de colocar os anúncios nas Redes de Conteúdos dos parceiros do Google. Por defeito, quando criamos uma nova campanha ambas as possibilidades estão seleccionadas, ou seja, todos os anúncios de texto que criar são apresentados quer nas redes de pesquisa quer nas redes de conteúdo.

Para as empresas e/ou empresários com pouca experiência na gestão de campanhas no Google Adwords, ou com pouco tempo para as gerir, esta é a melhor opção: deixar tudo como vem por defeito e deixar o Google fazer uma boa gestão. Mas para aqueles que pretendam uma gestão mais profissional e uma optimização de resultados existem alguns princípios que importa ter em atenção.

Num artigo que publiquei em Janeiro último, "Anunciar no Google ou Anunciar no Facebook", elaborei uma explicação mais ou menos minuciosa sobre o porquê de apostar numa campanha de CPC (custo por click) ou numa campanha CPM (custo por mil impressões). A diferença entre as redes de pesquisa e de conteúdo do Google Adwords neste contexto é a mesma que referi nesse artigo, ou seja, se o objectivo é a angariação de visitas para um site e fomentar a conversão o melhor é apostar nas redes de pesquisa; se o objectivo é divulgar um serviço, marca ou produto e criar "brand awareness" então aposte nas redes de conteúdos (tal como antes disse que devia de apostar no Facebook). Um dia deste tenho que escrever um artigo sobre as diferenças entre o Facebook e as Redes de Conteúdo do Google Adwords!

Se os objectivos que levam à utilização das redes de conteúdo são outros, também a gestão da campanha implica outras técnicas e métodos. E outro nível de conhecimento do Google Adwords. Eis algumas dicas para uma boa gestão de uma campanha desta natureza:

1 - Crie uma campanha independente para as Redes de Conteúdo. As palavras-chave poderão ser mais restritas, você vai querer analisar os resultados com independência e provavelmente vai querer colocar anúncios diferentes dos que coloca na rede de pesquisa.

2 - Pondere a utilização de Banners, além dos anúncios de texto. Em muitos dos sites parceiros do Google na rede de conteúdos existe a possibilidade de apresentar o seu anúncio com uma imagem, uma animação e até um pequeno vídeo. Aproveite a oportunidade e ajude a criar a imagem de marca que pretende com esta ferramenta.

3 - Faça uma escolha criteriosa dos sites da rede de conteúdos onde quer anunciar. Se o seu produto ou marca é um produto de massas e de público indiferenciado esta dica poderá não fazer muito sentido. Mas se o seu produto se dirige a um público-alvo especifico, se a mensagem que pretende comunicar não deve ser veiculada em todo o tipo de sites, se o seu produto é um produto técnico e para especialistas, etc, escolha os sites onde o seu anúncio pode ser apresentado. Escolha as categorias ou escolha mesmo site a site. Verá que os resultados serão muito mais rentáveis.

4 - Utilize como um dos indicadores de performance da campanha o nível de pesquisa da marca que está a trabalhar. Naturalmente se a sua mensagem estiver  a passar terá mais pessoas a pesquisar a sua marca no Google.

Anunciar na rede de conteúdo do Google Adwords é quase como anunciar nos jornais ou televisão: compramos uma série de impressões que pressupomos que levem a uma série de visualizações por parte do nosso público. E tal como nos meios de comunicação tradicionais podemos escolher se anunciamos nos generalistas, nos especializados, nos de nicho, etc. Com a vantagem adicional de se poder medir os resultados com um nível de detalhe fantástico.

Estamos a entrar numa fase em que podemos complementar qualquer campanha de qualquer marca com uma campanha de Marketing Digital através do Google Adwords, ou similares. Já não se trata apenas do pequeno empresário que anuncia os seus serviços localmente para angariar clientes, esta possibilidade abre as portas às grandes marcas que podem comprar milhões de visualizações online tal como compram espaço numa revista.

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PPC agressivo versus SEO

Carlos Alberto Silva Venancio - Monday, February 08, 2010
Muitos dos anunciantes de PPC (pay per click), no Google Adwords por exemplo, já se aperceberam que com o tempo torna-se mais difícil rentabilizar o orçamento que investem. A principal razão para isso acontecer tem a ver com a concorrência existente nessa ferramenta de Marketing, que é cada vez maior.

Quem trabalha com campanhas de PPC há algum tempo recorda-se certamente que as palavras-chave mais interessantes eram habitualmente baratas e canalizavam tráfego muito lucrativo aos seus websites. E esses anunciantes têm-se certamente apercebido que com o passar do tempo precisam de investir mais dinheiro para conseguirem o mesmo número de visitas, e muito mais dinheiro para conseguirem o mesmo número de contactos. Porquê?

Por duas razões principais: por um lado existem mais cada vez mais empresas a fazer campanhas de PPC e a concorrer pelas mesmas palavras, e por outro lado a existência de mais empresas na área de links patrocinados faz com que quem pesquisa na internet tenha mais opções de escolha (por vezes cada vez mais profissionais) e não precise de contactar o primeiro site minimamente interessante que encontram . Se por um lado aumenta o custo por click por outro diminui a taxa de conversão.

Num cenário altamente competitivo temos empresas que estão constantemente a subir o preço que estão dispostas a pagar pelas palavras-chave mais interessantes. Ora se a empresa A está disposta a pagar €1 por click a empresa B dispõe-se a pagar €1,5 para não perder posição. E a empresa C que também quer entrar no mercado quer pagar €2; a empresa A volta a subir para €2,5, a empresa B para €3 e por aí fora. Ora chega um momento em que a palavra deixa de se tornar interessante. A não ser que o site consiga uma taxa de conversão extraordinária não é suportável pagar mais que um determinado valor pelas palavras, deixa de ser rentável para o anunciante.

Então o que fazer, deixar de fazer campanhas PPC? Julgo que não, esta continua a ser uma excelente ferramenta de Marketing capaz de angariar muitos potenciais clientes para as empresas. Na minha opinião existem 3 estratégias possíveis para rentabilizar o investimento numa situação em que vários concorrentes entram numa guerra pelo melhor posicionamento:

1 - Estratégia Defensiva. Em qualquer negócio ou área de negócio existem palavras-chave com muita pesquisa, outras com pesquisa média e outras apenas com alguma pesquisa. Claro que as que têm mais pesquisa são as que toda a gente quer, logo as mais caras. Mas as outras palavras-chave também canalizam visitas ao seu website. Então se você tem apenas €20 para investir por dia porque não conseguir 40 visitas a €0,5 cada uma em vez de 20 visitas a €1?

2 - Estratégia Agressiva. Claro que a sua empresa pode ter recursos e querer afirmar-se como líder incontestável no seu negócio. E essa liderança pode trazer-lhe muito bons resultados também. Nesse caso comece por fazer uma revisão do seu website e das páginas para onde está a canalizar as visitas vindas das campanhas de PPC. Não se pode dar ao luxo de pagar fortunas pelas visitas e ter uma taxa de conversão muito baixa! Depois de o ter feito garanta que a campanha que está a fazer está "perfeita": tem as palavras-chave certas, os anúncios certos, a localização geográfica pretendida, etc. E finalmente, disponha-se a pagar o preço que for pelos clicks. Se quer pagar até €1 e o seu anúncio (optimizado) aparece no 4º ou 5º lugar, suba a parada para €1,5. Não chega, coloque €2. E acompanhe os resultados diariamente se possível. Lembre-se, a sua estratégia foi entrar numa guerra, há que combatê-la todos os dias!

3 - Ponderar uma campanha de SEO (Search Engine Optimization). Em Português poderemos dizer que se trata de uma optimização do website para os motores de busca. Porquê? Por uma questão matemática! Num cenário em que paga, por exemplo, €2 por visita numa campanha de PPC por uma determinada palavra, significa que para ter 500 visitas com origem nessa palavra pagará €1.000. Num outro cenário em que o seu website surge naturalmente na 1ª página do Google para essa mesma palavra (do lado esquerda da página) será que teria essas 500 visitas na mesma, sem pagar por elas? Não sei, mas é um cenário possível para muitas palavras-chave. Pois, como disse a questão é matemática: a partir de que momento é que fica mais barato investir numa estratégia de SEO do que pagar numa campanha de PPC. É sempre uma análise interessante!

E ambas as formas de trabalhar são complementares, pois um anunciante pode (e deve) investir numa campanha SEO para algumas palavras-chave e apostar numa campanha de PPC para as restantes. Dessa forma consegue uma melhor rentabilidade do dinheiro que investe em Internet Marketing. 
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Anunciar no Google ou anunciar no Facebook?

Carlos Alberto Silva Venancio - Sunday, January 17, 2010
Ou utilizando outros termos, pagar por clique ou por visualização do anúncio? Pagar apenas e só quando temos uma visita ao nosso site ou pagar por um número de impressões, termo utilizado para definir o surgir do nosso anúncio no ecrã do computador dos internautas? E claro, entre outras possibilidades que não vou aqui enumerar, devem as empresas anunciar no Google ou no Facebook quando decidem investir em Paid Search Marketing?

Antes de continuar a emitir a minha opinião gostaria de esclarecer que não tenho qualquer relação privilegiada nem com o Google nem com o Facebook, nem ganho nada em reduzir as possibilidades deste artigo a esses dois gigantes da internet. Faço-o por uma questão de simplicidade, porque serão afinal os dois maiores gigantes actuais da internet, os locais onde os internautas passam mais tempo e porventura as duas empresas que melhor trabalham o Paid Search Marketing. 

Continuando, devem as empresas apostar em colocar os seus anúncios no Google ou no Facebook? E devem de apostar em Pay per Click (PPC) ou em Custo por Mil Impressões (CPM)? Como sempre, depende dos objectivos de cada negócio.

O Google é por definição um motor de busca, ou seja, um local onde as pessoas pesquisam produtos, serviços, artigos, conteúdos, etc. Quer isto dizer que quem vai ao Google normalmente não o faz pelo Google em si, fá-lo para encontrar outros sites com o que procura na internet. O Google não é mais que um intermediário entre os sites que estão na internet e as pessoas que os procuram.

Se o seu objectivo é angariar visitas ao seu site, visitas de pessoas interessadas nos seus produtos ou serviços, e decidiu investir em Paid Search Marketing, o melhor que tem a fazer é investir no Google Adwords. A resposta aos seus objectivos é directa: você coloca o anúncio, as pessoas pesquisam e encontram o seu anúncio e se clicarem e forem ao seu site você paga um valor ao Google. Simples, directo e, deixem-me dizer-vos, eficaz.

O Facebook é por definição um portal social, um local onde as pessoas gostam de passar o seu tempo, muitas vezes tempo de lazer. Um local onde se partilha com os amigos, se conversa e se joga. Ou seja, ninguém vai ao Facebook procurar produtos, serviços, empresas, outros sites. É para isso que serve o Google! O Facebook é um site onde cada visitante vê muitas páginas, pois navegam de um lado para o outro: das páginas dos amigos para a página principal, para as páginas dos jogos, para os Questionários, etc. E em muitas dessas páginas o Facebook reservou um espaço privilegiado para exposição de anúncios.

Se o seu objectivo é divulgação de uma marca, dar-se a conhecer ao público e criar o seu espaço na sua mente, então o Facebook pode ser uma excelente ferramenta. Como disse, ninguém vai ao Facebook procurar uma empresa para comprar o que quer que seja, da mesma maneira que ninguém compra um jornal para esse efeito. Mas o Facebook é óptimo para se conseguirem visualizações, pois cada página que é carregada no Facebook é uma visualização / impressão. Tal como num jornal se considera que cada número vendido é uma visualização / impressão. Agora faça as contas: no Facebook é possível conseguir 100.000 impressões por €15 ou €20!

E quanto à segunda questão: PPC ou CPM? Na minha opinião a resposta é muito semelhante à que dei para a escolha entre o Google e o Facebook. Apostar em PPC quando queremos visitas ao nosso site, queremos acção imediata, conversão. Apostar em CPM quando queremos notoriedade, conquistar espaço na mente do potencial cliente.

E neste momento os mais entendidos estarão a pensar que não podemos relacionar PPC só com o Google, pois também existe no Facebook. Nem CPM apenas com o Facebook pois também existe no Google. E têm toda a razão, mas eu acho que pela sua natureza nem o Google funciona com CPM tão bem como o Facebook, nem este funciona tão bem como o Google em PPC.

Mas, como sempre nisto do Internet Marketing, o segredo está em arriscar, tentar e medir para avaliar os resultados. E depois agir em conformidade. Se você acredita que uma campanha PPC pode ser rentável no Facebook, avance, invista. E se os resultados forem positivos, excelente. O que conta é isso mesmo, os resultados.

De uma coisa não tenho dúvidas, as empresas que decidam trabalhar Paid Search Marketing de uma forma profissional podem conseguir excelentes resultados no mercado. O segredo está em saber que meios melhor se adequam aos seus objectivos e como os utilizar correctamente.
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Podem as empresas ignorar as redes sociais?

Carlos Alberto Silva Venancio - Wednesday, January 06, 2010
Podem, mas plagiando o anúncio da ZON, não é a mesma coisa. Os números são reveladores do impacto das redes sociais na internet e na própria vida das pessoas. Quer as empresas queiram, quer não queiram, quer as empresas estejam nas redes sociais quer não estejam, a realidade é que elas já fazem parte da vida das pessoas, e a realidade é que se fala sobre empresas e marcas lá dentro.

Vi e li informações nas últimas semanas que mostram bem a dimensão deste fenómeno. Segundo o Bareme Internet divulgado em Novembro último pela Marktest, 1,4 milhões de portugueses residentes em Portugal continental com mais de 15 anos acedem habitualmente às redes sociais. Falamos de sites como o Facebook, Hi5, Twitter, MySpace, entre outros. E desengane-se quem pensa que isto é apenas utilizado pelos mais novos, muitos destes 1,4 milhões são adultos.

Vejamos o exemplo eventualmente mais conhecido, o Facebook. Este site tem a sua versão Portuguesa desde Setembro de 2008. Hoje, dados vistos no próprio site, tem 1.230.760 pessoas registadas, das quais cerca de metade o utilizam diariamente. Destes 317.740 têm entre 18 e 24 anos, e pasme-se, 130.720 pessoas registadas têm mais de 45 anos. Não, não é só para os mais novos que percebem destas novas tecnologias. E o Facebook estima que no verão serão cerca de 2 milhões os portugueses registados no site.

Mas porque é que isto pode ser importante ou interessante para as empresas? Para além do número de pessoas reunidas num mesmo local, que por si só representa uma oportunidade de todo o tamanho? Parece que a média de páginas vistas no Facebook por cada utilizador por dia é superior a 50 páginas. Isto significa que o site é um local onde as pessoas passam tempo, vêem coisas, lêem informação. Onde as pessoas trocam ideias, comentam acontecimentos, e claro, falam das suas experiências com marcas, empresas e produtos. Falam bem, e falam mal, mas falam.

As empresas podem optar por ignorar este fenómeno, mas talvez devessem considerar dar-lhe alguma atenção. E claro que não é possível controlar o que se diz de uma marca ou empresa, cada um é livre de dizer o que quiser, como acontece nos Blogs por exemplo. Mas é possível aproveitar esta forma de estar das pessoas em prol das empresas.

Porque não pensar em monitorizar o que já se diz da sua empresa ou marca? Porque não criar uma presença profissional da sua empresa ou marca nas redes sociais? Provavelmente alguns consumidores esperam que isso aconteça, que exista uma presença profissional e credível no local onde eles passam parte do seu tempo. Não para os encher com publicidade e incentivos de compra, mas para os esclarecer, informar, para estar disponível quando têm uma questão para colocar. Para fomentar uma relação de proximidade muitas vezes impossível no mundo real. E já agora, agindo correctamente e de forma não intrusiva, porque não aproveitar as redes sociais para divulgar a sua empresa, marca ou produtos?

A conclusão é clara, na minha opinião. As empresas podem continuar a ignorar as redes sociais e continuar a acreditar que elas não terão qualquer influência no seu negócio. E continuar a dedicar todos os recursos aos jornais, TV, rádio, direct marketing, e todos os meios tradicionais. Mas aquelas que melhor se adeqúem aos hábitos e anseios dos consumidores são as que terão mais sucesso. Sempre assim foi, ou o que é que acham que aconteceu quando apareceu a televisão? As empresas que acreditaram que deviam de apostar os seus esforços de marketing no meio mais popular para as pessoas foram as que conseguiram sucesso mais imediato na altura.

Se as empresas podem ignorar as redes sociais? Podem, não sei é durante mais quanto tempo!
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